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Prosperidade em 42 Dias

Livro: Prosperidade em 42 Dias

Autor - Fonte: Humberto C. Pazian

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...Humberto C. Pazian – Letras & Textos Editora Prefácio Crise: você sabe onde ela reside? Na sua conta bancária? No seu trabalho? Na sua casa? Nos seus projetos? No seu país? No mundo? Talvez você a veja em um desses lugares, mas na realidade, ela não se encontra em nenhum deles; ela só pode viver em um local no qual se lhe alimente constantemente, no qual tenha abrigo, onde se sinta à vontade; e esse local, acredite, FICA NA SUA MENTE! Se você anda descontente com sua vida ou está acomodado com ela, mas sente que poderia viver bem melhor, com mais saúde, com mais alegria, com mais felicidade, enfim, com mais prosperidade, saiba que a partir de agora, tudo isso poderá ser alcançado, basta apenas que você DESEJE, E ACREDITE. Se você quiser, pode prosperar e muito, basta começar a mudar alguns hábitos mentais e expulsar a crise e a negatividade de uma vez por todas de sua vida. Milhares de pessoas já se utilizaram destas técnicas e conseguiram realizar seus sonhos, mudando radicalmente sua forma de pensar e viver, trazendo paz e harmonia para suas vidas. O exercício proposto neste trabalho tem sido um manual de prosperidade a muita gente e agora, finalmente, chegou a sua vez! Acredite e vá em frente. Explicações sobre o livro Se você resolveu fazer ler esta obra, conclui-se que deseja melhorar sua vida em alguns aspectos. Fato importante este, pois muitas pessoas, embora descontentes com tudo que as envolvem ou insatisfeitas com a for...
a que estão vivendo, nada fazem, acomodam-se e deixam a existência passar, relegando momentos preciosos e felizes que poderiam ter, se acrescentassem um pouco de entusiasmo e motivação em seus dias. Muitos livros têm sido editados no decorrer dos anos tentando mostrar fórmulas que nos ajudem a bem viver. Acreditamos que a leitura de um grande número deles fará com que cada vez mais tenhamos opções de decidirmos nossos caminhos mas, o que acontece muitas vezes é que, lemos e conhecemos muito porém, praticamos quase nada. Daí, nos referirmos ao nosso trabalho como “prática” da prosperidade. Nesta obra, você encontrará, na primeira parte, explicações a respeito da prosperidade, para desde já, meditar, ponderar e ir mudando seus hábitos mentais. Na segunda parte, você terá um exercício, ou a prática, a ser realizado em quarenta e dois dias, nos quais sentirá, imediatamente, fatos muito positivos e prósperos lhe ocorrendo. Não comece o exercício antes de ter lido e refletido sobre os conceitos apresentados na primeira parte. Não tenha pressa, tenha apenas a certeza de que a prosperidade, desta vez, veio para ficar. PARTE I A Prosperidade Muitas pessoas confundem pobreza com virtude, e se analisarmos friamente o assunto, observaremos que, onde há falta de dinheiro, provavelmente, existirá uma grande dificuldade para ter-se boa educação, cultura, vida saudável, condições de higiene e de lazer, e de muitas outras coisas. Desejarmos e termos a prosperidade em nossas vidas, não é errado, muito menos "pecado" como erroneamente, muitas vezes, concluímos. Somos parte da Natureza e se a ela observarmos, verificaremos que, se não houver abusos ou negligência humana, haverá abundância em tudo. Semeando na hora, e de uma forma correta, colheremos sempre muitos e bons frutos. Se a pobreza e a falta de recursos fossem um caminho para a felicidade, como acreditam muitos, como ficaria o progresso, sem as verbas necessárias para estudos e pesquisas e suas conseqüentes inovações tecnológicas, voltadas para o bem estar e progresso geral do ser humano e de nosso planeta? E a nossa família? Você não gostaria de pagar uma boa universidade para seus filhos, ou poder viajar e descansar junto com os seus, sem preocuparse com as despesas que terá ou as dívidas quando do seu regresso? Muitos místicos, filósofos, religiosos e mestres do passado viveram sem muitos recursos, isso é uma verdade. Mas como será que viveriam hoje, com toda a tecnologia existente no planeta? Fariam grandes viagens pelos continentes, a pé, como antes, ou aproveitariam o concurso de modernas e rápidas máquinas voadoras? Fariam palestras em praças públicas a reduzidos números de ouvintes ou utilizariam os modernos meios de comunicação, ampliando o poder de suas mensagens? E para isso, não seria necessária alguma soma em dinheiro? E mesmo que esses trabalhos fossem patrocinados por grupos filantró...
sejarmos e termos a prosperidade em nossas vidas, não é errado, muito menos "pecado" como erroneamente, muitas vezes, concluímos. Somos parte da Natureza e se a ela observarmos, verificaremos que, se não houver abusos ou negligência humana, haverá abundância em tudo. Semeando na hora, e de uma forma correta, colheremos sempre muitos e bons frutos. Se a pobreza e a falta de recursos fossem um caminho para a felicidade, como acreditam muitos, como ficaria o progresso, sem as verbas necessárias para estudos e pesquisas e suas conseqüentes inovações tecnológicas, voltadas para o bem estar e progresso geral do ser humano e de nosso planeta? E a nossa família? Você não gostaria de pagar uma boa universidade para seus filhos, ou poder viajar e descansar junto com os seus, sem preocuparse com as despesas que terá ou as dívidas quando do seu regresso? Muitos místicos, filósofos, religiosos e mestres do passado viveram sem muitos recursos, isso é uma verdade. Mas como será que viveriam hoje, com toda a tecnologia existente no planeta? Fariam grandes viagens pelos continentes, a pé, como antes, ou aproveitariam o concurso de modernas e rápidas máquinas voadoras? Fariam palestras em praças públicas a reduzidos números de ouvintes ou utilizariam os modernos meios de comunicação, ampliando o poder de suas mensagens? E para isso, não seria necessária alguma soma em dinheiro? E mesmo que esses trabalhos fossem patrocinados por grupos filantrópicos, também estes não necessitariam de recursos para tal empreendimento? Os tempos mudaram, o mundo mudou e está mudando constantemente; mas, e os seus padrões e conceitos, também estão? O Dinheiro No começo da nossa civilização, os indivíduos faziam trocas de mercadorias para adquirirem os bens ou produtos de que necessitavam. Com o tempo, essa forma de comércio, foi se tornando cada vez menos praticável, pois, imaginem alguém que criasse camelos, os levassem a um mercado, onde eram realizadas essas barganhas, e tentasse trocá-los por agulhas. Qual seria o parâmetro dessa negociação, ou quantas agulhas valeriam um camelo e vice-versa? De uma maneira bem simples, estamos tentando demonstrar como se tornou necessário, no passado, a criação de algo que representasse, ou possuísse algum valor, tornando mais fáceis às trocas ou aquisições de mercadorias. Por isso, alguém, no passado muito remoto, inventou a moeda. As moedas possuíam um valor intrínseco, ou seja, eram de ouro, bronze e prata, e passaram a ser o meio pelo qual as pessoas adquiriam os bens ou serviços de que necessitavam. Grandes quantidades de moedas eram acumuladas pelas pessoas que, ou as escondiam, ou as carregavam consigo, em suas viagens. Com o passar do tempo, começou a tornar-se perigoso andar com esses tesouros, pois, naquela época, também havia roubos e furtos, além do que, as viagens aos povoados ou aos mercados eram feitas a pé, ou com a ajuda de r...
picos, também estes não necessitariam de recursos para tal empreendimento? Os tempos mudaram, o mundo mudou e está mudando constantemente; mas, e os seus padrões e conceitos, também estão? O Dinheiro No começo da nossa civilização, os indivíduos faziam trocas de mercadorias para adquirirem os bens ou produtos de que necessitavam. Com o tempo, essa forma de comércio, foi se tornando cada vez menos praticável, pois, imaginem alguém que criasse camelos, os levassem a um mercado, onde eram realizadas essas barganhas, e tentasse trocá-los por agulhas. Qual seria o parâmetro dessa negociação, ou quantas agulhas valeriam um camelo e vice-versa? De uma maneira bem simples, estamos tentando demonstrar como se tornou necessário, no passado, a criação de algo que representasse, ou possuísse algum valor, tornando mais fáceis às trocas ou aquisições de mercadorias. Por isso, alguém, no passado muito remoto, inventou a moeda. As moedas possuíam um valor intrínseco, ou seja, eram de ouro, bronze e prata, e passaram a ser o meio pelo qual as pessoas adquiriam os bens ou serviços de que necessitavam. Grandes quantidades de moedas eram acumuladas pelas pessoas que, ou as escondiam, ou as carregavam consigo, em suas viagens. Com o passar do tempo, começou a tornar-se perigoso andar com esses tesouros, pois, naquela época, também havia roubos e furtos, além do que, as viagens aos povoados ou aos mercados eram feitas a pé, ou com a ajuda de r...

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