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A Atlântida e o Reino dos Gigantes

Livro: A Atlântida e o Reino dos Gigantes

Autor - Fonte: DENIS SAURAT

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...- Tradução de O. DE FREITAS JÚNIOR ARTE NOVA ÍNDICE Nota preliminar 1 - A lua e a civilização 2 - A história do sistema solar 3 - Tiahuanaco 4 - As decadências. A Nova Guiné 5 - Testemunhos. Os Toltecas 6 - A Bíblia 7 - Os Gregos 8 - O Egito e a China 9 - Os teósofos 10 - Os poetas. Os sonhos. A psicanálise 11 - A hipótese espírita integral 12 - O lado espiritual. Conclusão NOTA PRELIMINAR Três restos de ossos de gigantes foram descobertos: Um em Java. Um na China do Sul. Ver F. Weidenreich - Giant early man from Java and South China. Anthropological papers of the American Museum of Natural History, vol. 40, no. 1, 1945. Apes, giants and man, Chicago, 1946. Ver D. Hooijer. - Notes on the gigantopithecus. American Journal of physical anthropology, no. 1, 1949. Um no Transvaal: o plesiântropo do plioceno. Ver Bulletin de Ia Société préhistorique de France, Junho-Agosto 1950. Além disto, utensílios de pedra (dupla face) foram encontrados (na Síria e na Morávia) cujo peso, de 3 a 4 libras,implica nos seres que os empregavam uma altura de 3 a 4 metros (Burkhalter). As ossadas dão a mesma indicação para a altura. 1 A LUA E A CIVILlZAÇÃO A ciência está criando, ante nossos olhos, uma nova mitologia. O universo astronômico se mede por bilhões de anos luz. O número de galáxias calculado no céu atinge igualmente o bilhão. No infinitamente pequeno, o átomo se tornou um mundo incompreensível quase inteiramente...
azio e no entanto carregado de forças explosivas inconcebíveis que podem ser desencadeadas. No domínio humano, que significa para nós, inevitavelmente, o meiotermo entre o infinitamente grande e o infinitamente pequeno, a cronologia recuou suas datas de partida. O homem existe sobre a Terra há quinhentos mil anos e talvez há um milhão de anos. A habitação do homem, o planeta Terra, se tornou mais misteriosa que antigamente, aos nossos olhos. Não sabemos mais quase nada de seu interior. O antigo fogo central, terror de nossas infâncias, que lembrava estranhamente o inferno, desapareceu e nos dizem agora que o centro da Terra não é provavelmente mais quente que um confortável fogo de lenha. As teorias da evolução da superfície terrestre, da deriva dos continentes, dos afundamentos sensacionais passam à categoria dos mitos, sem, no entanto, deixarem de apresentar possibilidades. Não se sabe mais nada de certo, e tudo se torna possível. Então a imaginação humana, que um século ou dois de ciência haviam um pouco tolhido, retoma forças e se põe a utilizar alguns dos dados da nova ciência. Mas a imaginação humana parece ser uma constante. Ela está decidida, não tanto a criar novas imagens, quanto a revalorizar tradições muito antigas, às quais está ligado a homem, desde que ele se conhece. É deste modo que uma das mais velhas lendas de nossa civilização, a história da Atlântida contada por Platão, em nossos dias mudou de aspecto e novamente se tornou crível. Primeiro, uma nova teoria cosmogônica, sujeita, é verdade, a violentas controvérsias, dá uma explicação aceitável, não somente do que relata Platão, porém, o que ainda é mais importante, de certas passagens do Gênesis, até aqui consideradas como pura fantasia. Depois, a etnografia mais recente traz a esta teoria, e à Bíblia, confirmações completamente inesperadas. Enfim, a psicologia atual e talvez mesmo a biologia vegetal, animal e humana, apresentam certos dados que estão: curiosamente em harmonia com Platão e com os relatos do Gênesis. A reunião destes diferentes elementos dá um quadro tão estranho, tão novo e no entanto tão de acordo com as mais antigas lendas, que parece preferível apresentar primeiro sinteticamente este quadro, e somente depois passar às confirmações e às concordâncias. A acumulação de detalhes; ameaça com efeito falsear as perspectivas e pôr demasiadamente em evidência as partes que deveriam ser estabelecidas: solidamente, e que, pela própria natureza dos testemunhos acessíveis, não o podem ser. Eis, pois, em linhas gerais, a surpreendente história que se apresentará, quando a imaginação houver preenchido as lacunas da informação. Veremos em seguida os muito numerosos fragmentos de provas que permitem à imaginação trabalhar legitimamente. Desde logo notemos que as megalomanias que afligem os astrônomos tanto quanto os físicos do átomo n...
de aspecto e novamente se tornou crível. Primeiro, uma nova teoria cosmogônica, sujeita, é verdade, a violentas controvérsias, dá uma explicação aceitável, não somente do que relata Platão, porém, o que ainda é mais importante, de certas passagens do Gênesis, até aqui consideradas como pura fantasia. Depois, a etnografia mais recente traz a esta teoria, e à Bíblia, confirmações completamente inesperadas. Enfim, a psicologia atual e talvez mesmo a biologia vegetal, animal e humana, apresentam certos dados que estão: curiosamente em harmonia com Platão e com os relatos do Gênesis. A reunião destes diferentes elementos dá um quadro tão estranho, tão novo e no entanto tão de acordo com as mais antigas lendas, que parece preferível apresentar primeiro sinteticamente este quadro, e somente depois passar às confirmações e às concordâncias. A acumulação de detalhes; ameaça com efeito falsear as perspectivas e pôr demasiadamente em evidência as partes que deveriam ser estabelecidas: solidamente, e que, pela própria natureza dos testemunhos acessíveis, não o podem ser. Eis, pois, em linhas gerais, a surpreendente história que se apresentará, quando a imaginação houver preenchido as lacunas da informação. Veremos em seguida os muito numerosos fragmentos de provas que permitem à imaginação trabalhar legitimamente. Desde logo notemos que as megalomanias que afligem os astrônomos tanto quanto os físicos do átomo não podem ser interditas aos novos historiadores. Se as galáxias atingem o bilhão, se o átomo pode proteger ou destruir o mundo, o homem mesmo bem pode se conceder, na sua história, algumas centenas de milhares de anos de mais ou de menos. Porque o homem seria mais modesto que o universo do qual faz parte? Há cerca de 300.000 anos, uma civilização muito desenvolvida, e muita diferente da nossa, se estabeleceu nos Andes, numa altura de 3.000 ou 4.000 metros sobre o oceano Pacífico atual. Mas o oceano de então subia a esta altitude sobre as montanhas e a civilização de TIAHUANACO se situava à beira mar. Quer dizer que o ar aí era respirável, enquanto que agora ele quase não o é mais, nestas regiões. Por que a água e o ar estavam acumulados nesta altura? É que o satélite da Terra de então, do gênero de nossa Lua atual, estava apenas a distância de 5 a 6 raios terrestres de nós. Em lugar duma maré comparável à de hoje, que sobe e desce porque nossa Lua está a 60 raios terrestres de nós, a maré de então, atraída por uma gravitação lunar muita mais forte, não tinha mais tempo de descer: esta Lua poderosa girava demasiadamente depressa em volta da Terra. Todas as águas do mundo estavam também represadas numa maré permanente que formava uma faixa em volta do nosso planeta. Esta faixa fixa subia a mais de 3000 metros, nos Andes. Isto é provado por uma linha de depósitos marinhos que se pode seguir por 800 quilômetros, n...
ão podem ser interditas aos novos historiadores. Se as galáxias atingem o bilhão, se o átomo pode proteger ou destruir o mundo, o homem mesmo bem pode se conceder, na sua história, algumas centenas de milhares de anos de mais ou de menos. Porque o homem seria mais modesto que o universo do qual faz parte? Há cerca de 300.000 anos, uma civilização muito desenvolvida, e muita diferente da nossa, se estabeleceu nos Andes, numa altura de 3.000 ou 4.000 metros sobre o oceano Pacífico atual. Mas o oceano de então subia a esta altitude sobre as montanhas e a civilização de TIAHUANACO se situava à beira mar. Quer dizer que o ar aí era respirável, enquanto que agora ele quase não o é mais, nestas regiões. Por que a água e o ar estavam acumulados nesta altura? É que o satélite da Terra de então, do gênero de nossa Lua atual, estava apenas a distância de 5 a 6 raios terrestres de nós. Em lugar duma maré comparável à de hoje, que sobe e desce porque nossa Lua está a 60 raios terrestres de nós, a maré de então, atraída por uma gravitação lunar muita mais forte, não tinha mais tempo de descer: esta Lua poderosa girava demasiadamente depressa em volta da Terra. Todas as águas do mundo estavam também represadas numa maré permanente que formava uma faixa em volta do nosso planeta. Esta faixa fixa subia a mais de 3000 metros, nos Andes. Isto é provado por uma linha de depósitos marinhos que se pode seguir por 800 quilômetros, n...

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