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A ciência secreta - II

Livro: A ciência secreta - II

Autor - Fonte: Henri Durville

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...É mais fácil descobrir os fatos do que interpretá-los corretamente à luz da ciência e da razão para, se possível, aplicá-los adequadamente ou pô-los a serviço da cultura. Este tratado elementar da Ciência Secreta preenche satisfatoriamente essa dupla finalidade. Em suas pesquisas, o autor conduz o leitor à China de Fo-Hi, de Lao- Tseu e de Confúcio; à índia dos Vedas, dos Brâmanes, das Leis de Manu, de Shri Krishna e de Buda; ao Egito de Hermes Trismegisto, de Ísis e de Hórus, das Pirâmides e do milenar Livro dos Mortos; à Grécia de Orfeu, de Homero, de Pitágoras e dos Mistérios de Elêusis. Depois, coloca-os diante de Moisés, de Jesus,dos Gnósticos e da Franco-maçonaria e, finalmente, o introduz na difícil mas gloriosa Senda da Iniciação que o levará por último aos verdadeiros Mistérios: Tudo isso está aqui descrito em linguagem corrente e de fácil compreensão. * * * Esta edição revista de A Ciência Secreta consta de quatro volumes autônomos, que podem ser adquiridos separadamente: Volume I A Ciência Secreta na China, na Índia e no Egito. Volume II A Ciência Secreta na Grécia. — Os ensinamentos de Moisés, de Jesus, dos Gnósticos e de Hermes Trismegisto. Volume III A Senda do Iniciado. — A Fé. — Os Ciclos da Natureza. - O Amor. - A Força Vital. Volume IV O Pensamento. — O Sentimento. - A Intuição. — A Evolução. -Deus. — Conclusão. EDITORA PENSAMENTO 2 HENRI DURVILLE A CIÊNCIA SECRETA Tradução...
E.P. VOLUME II EDITORA PENSAMENTO São Paulo 3 Plano desta Edição Esta edição revista de A Ciência Secreta consta de quatro volumes autônomos, que podem ser adquiridos separadamente: Volume I A Ciência Secreta na China, na Índia e no Egito. Volume II A Ciência Secreta na Grécia. — Os ensinamentos de Moisés, de Jesus, dos Gnósticos e de Hermes Trismegisto. Volume III A Senda do Iniciado. - A Fé. - Os Ciclos da Natureza. - O Amor. — A Força Vital. Volume IV O Pensamento. - O Sentimento. - A Intuição. - A Evolução. -Deus. — Conclusão. Ano ________________ 91-92-93-94-95 Direitos reservados EDITORA PENSAMENTO LTDA. Rua Dr. Mário Vicente, 374 – 04270 – São Paulo, SP – Fone: 227-1399 Impresso em nossas oficinas gráficas 4 Índice A GRÉCIA.6 Ensinamentos Exotéricos.11 Ensinamentos Esotéricos.29 Homero .37 Os Mistérios de Ísis .48 ORFEU.60 Pitágoras .70 Os Versos áureos de Pitágoras .82 PREPARAÇÃO.82 PURIFICAÇÃO.82 A CULTURA PESSOAL .83 PERFEIÇÃO .84 Os Mistérios de Elêusis.112 MOISÉS .147 Ensinamentos Exotéricos.151 Ensinamentos Esotéricos.163 JESUS.169 Ensinamentos Exotéricos.174 Ensinamentos Esotéricos.202 OS GNOSTICOS.220 Neognósticos.234 OS FRANCO-MAÇONS.241 O Grau de Aprendiz .262 O Grau de Companheiro .283 O Grau de Mestre.301 OS HERMETISTAS.318 1.° — Os Rosa†Cruzes . .320 2.° — Os Filósofos Desconhecidos. .344 3.° — Os Martinistas . .346 4.° — Os Alquimistas . .349 Índice de figuras Figura 1: Uma cena de adivinhação na Antigüidade, segundo um vaso pintado. .18 Figura 2: A Pífia dando os seus oráculos, segundo uma gravura antiga. .21 Figura 3: Outra imagem da Pítia de Delfos, segundo um vaso pintado. Assentada sobre uma tripeça, a Pítia, Inspirada por Apolo, predizia o futuro. .24 Figura 4: Édipo vencedor da Esfinge, segundo Court de Gébelin.33 Figura 5: Moisés impondo as mãos. "Enquanto Moisés tinha as mãos elevadas para o céu, Israel vencia" — (Êxodo). .157 Figura 6: Jesus pondo as mãos sobre ura doente. (Segundo um quadro de Jacquet de P. Defrance, Museu de Luxemburgo). .200 Figura 7: Os emblemas funerários da câmara de reflexão.265 Figura 8: Depois de ter leito o seu "testamento", o candidato ao grau de aprendiz é despojado de uma parte de suas vestimentas. .267 5 Figura 9: Recepção do grau de aprendiz na Loja da Franco-maçonaria Escocesa.275 Figura 10: Símbolos do grau de aprendiz. .280 Figura 11: Símbolos do grau de companheiro.284 Figura 12: A estrela de cinco pontas, símbolo do ser humano.296 Figura 13: A estrela flamejante.298 Figura 14:Imagem do papel social que deve desempenhar o franco-maçom que alcança o grau de mestre. .302 Figura 15: Recepção do Grau de Mestre na Loja da Franco-Maçonaria Escocesa.309 Figura 16: Arcano XXII do Taro Alquimista. .353 Figura 17: Um laboratório alquimista, segundo Khunrath. .356 Índice de Tabelas Tabela 1: INICIAÇÃO...
mistas . .349 Índice de figuras Figura 1: Uma cena de adivinhação na Antigüidade, segundo um vaso pintado. .18 Figura 2: A Pífia dando os seus oráculos, segundo uma gravura antiga. .21 Figura 3: Outra imagem da Pítia de Delfos, segundo um vaso pintado. Assentada sobre uma tripeça, a Pítia, Inspirada por Apolo, predizia o futuro. .24 Figura 4: Édipo vencedor da Esfinge, segundo Court de Gébelin.33 Figura 5: Moisés impondo as mãos. "Enquanto Moisés tinha as mãos elevadas para o céu, Israel vencia" — (Êxodo). .157 Figura 6: Jesus pondo as mãos sobre ura doente. (Segundo um quadro de Jacquet de P. Defrance, Museu de Luxemburgo). .200 Figura 7: Os emblemas funerários da câmara de reflexão.265 Figura 8: Depois de ter leito o seu "testamento", o candidato ao grau de aprendiz é despojado de uma parte de suas vestimentas. .267 5 Figura 9: Recepção do grau de aprendiz na Loja da Franco-maçonaria Escocesa.275 Figura 10: Símbolos do grau de aprendiz. .280 Figura 11: Símbolos do grau de companheiro.284 Figura 12: A estrela de cinco pontas, símbolo do ser humano.296 Figura 13: A estrela flamejante.298 Figura 14:Imagem do papel social que deve desempenhar o franco-maçom que alcança o grau de mestre. .302 Figura 15: Recepção do Grau de Mestre na Loja da Franco-Maçonaria Escocesa.309 Figura 16: Arcano XXII do Taro Alquimista. .353 Figura 17: Um laboratório alquimista, segundo Khunrath. .356 Índice de Tabelas Tabela 1: INICIAÇÃO NEOGNÓSTICA.237 http://groups.google.com/group/digitalsource 6 A GRÉCIA Os ensinamentos helênicos são enfeitados de uma mitologia deliciosa. — O sentido oculto das alegorias. — Diferenças essenciais entre a iniciação egípcia e a iniciação grega. — Aí duas faces — exotéricas esotérica — da iniciação grega. Na Grécia, como na China e nas Índias, assim como no Egito, encontramos uma iniciação que estabeleceu, à margem da religião oficial, um ensinamento esotérico, reservado a uma elite e que não era concedido ao adepto senão depois de certas experiências que asseguravam a sua constância e a idéia que se podia fazer sobre a sua boa fé e o seu caráter. O que dá a tudo o que vem da Grécia um caráter particular é a graça e a beleza encantadoras que emanam destas ilhas radiosas onde o mar canta os louvores da beleza. Os ensinamentos helênicos são enfeitados de uma mitologia deliciosa que parece afastar as idéias sérias, o que pode ter de lento em um ensinamento recusado aos profanos. Como nas Índias e no Egito o número de deuses e de semi-deuses é quase infinito, porém nunca os deuses tiveram a forma e o pensamento mais humano, nunca foram misturados à vida do homem com uma tão doce e tão fraternal familiaridade. Nas grandes epopéias, os deuses não ficam sobre o seu Olimpo, mas lutam ao lado do seu herói favorito, e quando este está a ponto de cometer qualquer irreparável tolice, eles dão os seus co...
NEOGNÓSTICA.237 http://groups.google.com/group/digitalsource 6 A GRÉCIA Os ensinamentos helênicos são enfeitados de uma mitologia deliciosa. — O sentido oculto das alegorias. — Diferenças essenciais entre a iniciação egípcia e a iniciação grega. — Aí duas faces — exotéricas esotérica — da iniciação grega. Na Grécia, como na China e nas Índias, assim como no Egito, encontramos uma iniciação que estabeleceu, à margem da religião oficial, um ensinamento esotérico, reservado a uma elite e que não era concedido ao adepto senão depois de certas experiências que asseguravam a sua constância e a idéia que se podia fazer sobre a sua boa fé e o seu caráter. O que dá a tudo o que vem da Grécia um caráter particular é a graça e a beleza encantadoras que emanam destas ilhas radiosas onde o mar canta os louvores da beleza. Os ensinamentos helênicos são enfeitados de uma mitologia deliciosa que parece afastar as idéias sérias, o que pode ter de lento em um ensinamento recusado aos profanos. Como nas Índias e no Egito o número de deuses e de semi-deuses é quase infinito, porém nunca os deuses tiveram a forma e o pensamento mais humano, nunca foram misturados à vida do homem com uma tão doce e tão fraternal familiaridade. Nas grandes epopéias, os deuses não ficam sobre o seu Olimpo, mas lutam ao lado do seu herói favorito, e quando este está a ponto de cometer qualquer irreparável tolice, eles dão os seus co...

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