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A ciência secreta - III

Livro: A ciência secreta - III

Autor - Fonte: Henri Durville

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...Tudo isso está aqui descrito em linguagem corrente e de fácil compreensão. * * * Esta edição revista de A Ciência Secreta consta de quatro volumes autônomos, que podem ser adquiridos separadamente: Volume I A Ciência Secreta na China, na Índia e no Egito. Volume II A Ciência Secreta na Grécia. — Os ensinamentos de Moisés, de Jesus, dos Gnósticos e de Hermes Trismegisto. Volume III A Senda do Iniciado. — A Fé. — Os Ciclos da Natureza. - O Amor. - A Força Vital. Volume IV O Pensamento. — O Sentimento. - A Intuição. — A Evolução. -Deus. — Conclusão. EDITORA PENSAMENTO HENRI DURVILLE A CIÊNCIA SECRETA Tradução E.P. VOLUME III EDITORA PENSAMENTO São Paulo Plano desta Edição Esta edição revista de A Ciência Secreta consta de quatro volumes autônomos, que podem ser adquiridos separadamente: Volume I A Ciência Secreta na China, na Índia e no Egito. Volume II A Ciência Secreta na Grécia. — Os ensinamentos de Moisés, de Jesus, dos Gnósticos e de Hermes Trismegisto. Volume III A Senda do Iniciado. - A Fé. - Os Ciclos da Natureza. - O Amor. — A Força Vital. Volume IV O Pensamento. - O Sentimento. - A Intuição. - A Evolução. -Deus. — Conclusão. Ano___________ 91-92-93-94-95-96-97 Direitos Reservados EDITORA PENSAMENTO LTDA. Rua Dr. Mário Vicente, 347–04270 – São Paulo, SP – Fone: 272-1399 Impresso em nossas oficinas gráficas ÍNDICE A SENDA DO INICIADO .7 A FÉ .53 OS CICLOS.89 Os...
iclos no Ser Humano.98 Os Ciclos nas Coletividades.128 Superfície Solar Manchada .156 O AMOR.164 A FORÇA VITAL .214 1ª Observação.230 2ª Observação.249 O Poder Magnético .269 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 1: As quatro estações. – I. Primavera, II. Verão, III. Outono e IV. Inverno.90 Figura 2: As quatro idades da vida humana. I. A infância. II. A mocidade. III. A idade madura. IV. A velhice.91 Figura 3: Diagrama das quatro estações .92 Figura 4: Diagrama das quatro idades da vida humana. Infância. Mocidade. Maturidade. Velhice.93 Figura 5: Diagrama dos quatro temperamentos. Linfático. Sangüíneo. Bilioso. Atrabiliário. .94 Figura 6: Diagrama das quatro raças. Raça negra. — Raça vermelha. — Raça branca. — Raça amarela.96 Figura 7: A curva dos quatro temperamentos. .100 Figura 8: Esquema de uma doença aguda evolvendo para a cura .118 Figura 9: O ciclo de uma doença. I) Período preparatório. — II) A doença se declara. — III) Fase de paroxismo. — IV) Volta à saúde.121 Figura 10: Doença crônica evolvendo para a cura. Cada crise é um esforço que o organismo faz para se desembaraçar do que perturba as suas funções. .123 Figura 11: Doença crônica evolvendo para a morte. Apesar dos esforços do organismo, que vão, aliás, se enfraquecendo, de saltos em saltos menores, o doente caminha para a morte. .124 Figura 12: As flutuações rítmicas da atividade solar, segundo Flamarion.157 SEGUNDA PARTE * A EDUCAÇÃO DE SI MESMO – ADAPTAÇÃO DOS ENSINOS INICIÁTICOS ÀS NECESSIDADES ATUAIS A SENDA DO INICIADO Porque na primeira parte do presente trabalho traçamos este quadro das religiões e filosofias iniciáticas do passado. — Cada dia, em torno de nós, nos nossos atos, reencontramos os pensamentos dos Sábios. — A necessidade de um ideal elevado. — Os dois caminhos que conduzem à verdade. — Dificuldades impostas ao Adepto nas principais iniciações. — É inútil, àquele que quer ser iniciado, procurar muito longe o que está muito perto dele. — Abri os olhos: as grandes verdades estão ai, em torno de vos que as solicitais. — A iniciação não é recusada àquele que tem refletido e chorado longamente. — Inutilidade das experiências para aquele que sabe analisar-se. — A reflexão do silêncio. — A comunhão com o Natureza. — Sois digno da iniciação. — A pesquisa do Grande Segredo. — Os ensinamentos dos mestres e a parte do esforço pessoal do neófito. — A hora para vós é decisiva. — A suprema alegria. — As forças em presença. — O bem ou o mal. — Mago ou Feiticeiro? — Necessidade de discernir propriamente as forças boas ou más. — As flores do mal. — O canto enervante do Abismo e a voz austera do Templo. — Abre-se o porta do Templo iniciático. — Estais entre os iniciados. Limitaremos aqui o nosso estudo documentar, ao menos no presente trabalho. Não temos, no momento, desejado outra coisa além de...
ÃO DE SI MESMO – ADAPTAÇÃO DOS ENSINOS INICIÁTICOS ÀS NECESSIDADES ATUAIS A SENDA DO INICIADO Porque na primeira parte do presente trabalho traçamos este quadro das religiões e filosofias iniciáticas do passado. — Cada dia, em torno de nós, nos nossos atos, reencontramos os pensamentos dos Sábios. — A necessidade de um ideal elevado. — Os dois caminhos que conduzem à verdade. — Dificuldades impostas ao Adepto nas principais iniciações. — É inútil, àquele que quer ser iniciado, procurar muito longe o que está muito perto dele. — Abri os olhos: as grandes verdades estão ai, em torno de vos que as solicitais. — A iniciação não é recusada àquele que tem refletido e chorado longamente. — Inutilidade das experiências para aquele que sabe analisar-se. — A reflexão do silêncio. — A comunhão com o Natureza. — Sois digno da iniciação. — A pesquisa do Grande Segredo. — Os ensinamentos dos mestres e a parte do esforço pessoal do neófito. — A hora para vós é decisiva. — A suprema alegria. — As forças em presença. — O bem ou o mal. — Mago ou Feiticeiro? — Necessidade de discernir propriamente as forças boas ou más. — As flores do mal. — O canto enervante do Abismo e a voz austera do Templo. — Abre-se o porta do Templo iniciático. — Estais entre os iniciados. Limitaremos aqui o nosso estudo documentar, ao menos no presente trabalho. Não temos, no momento, desejado outra coisa além de traçar as grandes linhas e mostrar os fins gerais que, em todos os tempos, têm sido o fim dos esforços espiritualistas da humanidade. Para chegar a esta mira de conjunto, limitamo-nos às civilizações mais conhecidas, pensando que isso será momentaneamente suficiente para mostrar que o grande pensamento de todos os iniciadores foi o de preparar o homem para uma evolução melhor e mais rápida. Por isso, todos têm feito o homem tomar, o mais que tem sido possível, uma consciência mais exata de si mesmo, de seus deveres, de suas esperanças, do que a vida neste mundo e no além pode reservar-lhe em possibilidade de felicidade que se obtém só depois de tê-la merecido. Todos os seus trabalhos não foram guiados senão pelo pensamento: revelar ao ser ainda insuficientemente evolucionado o fim verdadeiro da vida; mostrar-lhe que esta vida, eminentemente transitória, não é a única em que devemos viver e que devemos progredir para outra melhor. É com este pensamento que fizemos o estudo documentar que se leu precedentemente. As idéias, de maneira geral, passam muito rapidamente no nosso espírito e não o penetram suficientemente. No instante em que elas vibram, achamo-las sedutoras e cheias de interesse, porém, isso não se fixa; para usar de uma lição popular, elas entram por um ouvido e saem pelo outro. Temos lido tal ensinamento que nos parece emocionante e útil, tendo no instante o desejo de nos conformarmos com ele; porém, antes qu...
traçar as grandes linhas e mostrar os fins gerais que, em todos os tempos, têm sido o fim dos esforços espiritualistas da humanidade. Para chegar a esta mira de conjunto, limitamo-nos às civilizações mais conhecidas, pensando que isso será momentaneamente suficiente para mostrar que o grande pensamento de todos os iniciadores foi o de preparar o homem para uma evolução melhor e mais rápida. Por isso, todos têm feito o homem tomar, o mais que tem sido possível, uma consciência mais exata de si mesmo, de seus deveres, de suas esperanças, do que a vida neste mundo e no além pode reservar-lhe em possibilidade de felicidade que se obtém só depois de tê-la merecido. Todos os seus trabalhos não foram guiados senão pelo pensamento: revelar ao ser ainda insuficientemente evolucionado o fim verdadeiro da vida; mostrar-lhe que esta vida, eminentemente transitória, não é a única em que devemos viver e que devemos progredir para outra melhor. É com este pensamento que fizemos o estudo documentar que se leu precedentemente. As idéias, de maneira geral, passam muito rapidamente no nosso espírito e não o penetram suficientemente. No instante em que elas vibram, achamo-las sedutoras e cheias de interesse, porém, isso não se fixa; para usar de uma lição popular, elas entram por um ouvido e saem pelo outro. Temos lido tal ensinamento que nos parece emocionante e útil, tendo no instante o desejo de nos conformarmos com ele; porém, antes qu...

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