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VÍDEO: POR QUE NOS PARECE QUE NADA DA CERTO

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A ciência secreta - IV

Livro: A ciência secreta - IV

Autor - Fonte: Henri Durville

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...Índice O PENSAMENTO .5 O CONSCIENTE E O INCONSCIENTE.10 A VIDA MENTAL.36 A AÇÃO PSICOLÓGICA.70 O Sentimento .130 O PODER EMOCIONAL .143 O SILÊNCIO.167 A INTUIÇÃO.188 A EVOLUÇÃO.225 DEUS .260 CONCLUSÃO.281 Índice de figuras Figura 1: A usina e seus dois dirigentes: o diretor e o subdiretor.8 Figura 2: O lceberg.13 Figura 3: O móvel das lembranças.28 Figura 4: Uma tentativa de suicídio e a sua repercussão sobre o inconsciente. .30 Figura 5: A polarização dos pensamentos .42 Figura 6: A polarização dos pensamentos. .44 Figura 7: O interior de um bosque coberto de folhas mortas. .81 Figura 8: A rajada.82 Figura 9: O mecanismo da sugestão indireta. .100 Figura 10: A ação psicológica deve ser dirigida ao Consciente e ao Inconsciente, como a duas entidades independentes.115 Figura 11: O sonho do iniciado.128 Figura 12: Esquema dos dois psiquismos, segundo Grasset.193 5 O PENSAMENTO Os três elementos básicos do ser humano: o corpo, o consciente e o inconsciente. — Necessidade, para o iniciado, de estudar a complexidade do ser humano. O ser humano não é tão simples como parece à primeira vista. Um estudo um pouco atento da personalidade humana no-la revela como um conjunto de muitos elementos diferentes. Para fazer compreender melhor esta complexidade, comparamos, no nosso Curso de Magnetismo Pessoal, esta personalidade a uma usina. Em repouso, esta usina nos apresenta ao primeiro lance de vista, um conjunto de órgã...
s agrupados em séries, que têm, por grupos tanto como por unidade, funções que lhes são particulares. Essas funções reúnem os órgãos que lhe são próprios em sistema: sistemas digestivo, circulatório, respiratório, nervoso etc. e o conjunto de todos esses organismos compõe o nosso corpo físico. Mas, este corpo, assim apresentado, é inerte e sem vida. Para que as funções se realizem e a vida seja aparente, é necessário que intervenham, na vasta usina humana, um diretor e um subdiretor. O diretor é a consciência, esta parte de nós mesmos que confina com o intelecto puro e que, a princípio, não se deixa influenciar pelas contingências que nos rodeiam. É ela que dá as ordens. Não executa por si mesma senão uma parte ínfima do trabalho. Observando as coisas superficialmente, este diretor parece não vir à usina senão como um espectador. Tem a aparência de se desinteressar pelo trabalho. 6 As suas ordens são relativamente raras. Seu trabalho não está na obra visível; contudo, é indispensável. Para secundá-lo, para fazer executar as suas ordens de maneira contínua, é preciso outro personagem, encarregado especialmente desta parte do trabalho. É o subdiretor ou o contramestre. Este subdiretor é um órgão de transmissão e de vigilância que desembaraça o diretor de todo o cuidado da execução material. Na nossa usina humana, o subdiretor é o inconsciente. Seu trabalho, como veremos, é considerável. É, efetivamente, o inconsciente que, sem intervenção da inteligência consciente e sem que ao menos o imaginemos, ativa todos os nossos órgãos, anima toda a nossa respiração, a todo este trabalho orgânico tão bem coordenado e que se passa em nós sem que façamos o menor esforço. O diretor pode estar ocupado em outra coisa, e mesmo se desinteressar totalmente das engrenagens da usina, o subdiretor, o inconsciente, não continua menos, por isso, a sua tarefa, sempre semelhante a este respeito. * * * Mostramos, no nosso Curso de Magnetismo Pessoal, a necessidade para cada um de nós de educar o nosso consciente e o nosso inconsciente, de maneira que a nossa vida se desenrole sã, poderosa e harmoniosa. O consciente deve aprender a dirigir com mais clarividência e firmeza; deve ser seguro de seus julgamentos, ter qualidades sólidas que lhe são necessárias, que cada um possui, porém que tem muita necessidade de desenvolver; julgamento, atenção, memória. O inconsciente tem ainda mais necessidade de educação e é um fato absolutamente ignorado. O inconsciente é encarregado de fazer executar as ordens, 7 e isto somente; não lhe compete se intrometer nas decisões do diretor. Não deve tomar, por sua própria deliberação, iniciativas que poderiam achar-se em contradição com as vontades da consciência. Não é no inconsciente que estão desenvolvidas as qualidades de chefe; deve compreender, pois que ele é um subordinado não poderá ceder a conti...
te, o inconsciente que, sem intervenção da inteligência consciente e sem que ao menos o imaginemos, ativa todos os nossos órgãos, anima toda a nossa respiração, a todo este trabalho orgânico tão bem coordenado e que se passa em nós sem que façamos o menor esforço. O diretor pode estar ocupado em outra coisa, e mesmo se desinteressar totalmente das engrenagens da usina, o subdiretor, o inconsciente, não continua menos, por isso, a sua tarefa, sempre semelhante a este respeito. * * * Mostramos, no nosso Curso de Magnetismo Pessoal, a necessidade para cada um de nós de educar o nosso consciente e o nosso inconsciente, de maneira que a nossa vida se desenrole sã, poderosa e harmoniosa. O consciente deve aprender a dirigir com mais clarividência e firmeza; deve ser seguro de seus julgamentos, ter qualidades sólidas que lhe são necessárias, que cada um possui, porém que tem muita necessidade de desenvolver; julgamento, atenção, memória. O inconsciente tem ainda mais necessidade de educação e é um fato absolutamente ignorado. O inconsciente é encarregado de fazer executar as ordens, 7 e isto somente; não lhe compete se intrometer nas decisões do diretor. Não deve tomar, por sua própria deliberação, iniciativas que poderiam achar-se em contradição com as vontades da consciência. Não é no inconsciente que estão desenvolvidas as qualidades de chefe; deve compreender, pois que ele é um subordinado não poderá ceder a contingências imprevistas, ordens as quais não terá direito de discutir. Tomemos, por exemplo, as exaltações, as cóleras. Há um caso em que o subdiretor — o inconsciente — se apaixona, perde o senso da disciplina, escapa do domínio de seu diretor; executa ações que contrariam a boa marcha dos negócios. Pode-se dizer que a educação, tal como é atualmente compreendida, não faz caso do seu subdiretor. Não se faz nada, pois, para nos tornarmos senhor dele, e, sobrevindo a primeira circunstância, amedronta-se, faz-nos corar, tremer, empalidecer; faz-nos pronunciar, quase sem nossa intervenção, palavras inconsideradas de que nos arrependeremos logo, muito vivamente. Quando o inconsciente se apaixona, o diretor tem boa vontade e quer se interpor, mas em vão; a autoridade do chefe não existe mais; enrubescemos, fazemos mil tolices imediatamente em conseqüência do domínio daquele que deveria sempre obedecer. Acontecem certos casos, muito raros, em que a iniciativa espontânea do subdiretor pode ser feliz; porém, freqüentemente é desastrosa. Para que a usina humana (fig. 1) dê o máximo de rendimento é necessário, entretanto, que todos os órgãos caminhem de perfeito acordo e executem, com pontualidade, o trabalho ao qual estão destinados. 8 Figura 1: A usina e seus dois dirigentes: o diretor e o subdiretor. É a imagem do ser humano. A usina, em si mesma, é o conjunto de todos os nossos órgãos e todas as funções às quais são...
ngências imprevistas, ordens as quais não terá direito de discutir. Tomemos, por exemplo, as exaltações, as cóleras. Há um caso em que o subdiretor — o inconsciente — se apaixona, perde o senso da disciplina, escapa do domínio de seu diretor; executa ações que contrariam a boa marcha dos negócios. Pode-se dizer que a educação, tal como é atualmente compreendida, não faz caso do seu subdiretor. Não se faz nada, pois, para nos tornarmos senhor dele, e, sobrevindo a primeira circunstância, amedronta-se, faz-nos corar, tremer, empalidecer; faz-nos pronunciar, quase sem nossa intervenção, palavras inconsideradas de que nos arrependeremos logo, muito vivamente. Quando o inconsciente se apaixona, o diretor tem boa vontade e quer se interpor, mas em vão; a autoridade do chefe não existe mais; enrubescemos, fazemos mil tolices imediatamente em conseqüência do domínio daquele que deveria sempre obedecer. Acontecem certos casos, muito raros, em que a iniciativa espontânea do subdiretor pode ser feliz; porém, freqüentemente é desastrosa. Para que a usina humana (fig. 1) dê o máximo de rendimento é necessário, entretanto, que todos os órgãos caminhem de perfeito acordo e executem, com pontualidade, o trabalho ao qual estão destinados. 8 Figura 1: A usina e seus dois dirigentes: o diretor e o subdiretor. É a imagem do ser humano. A usina, em si mesma, é o conjunto de todos os nossos órgãos e todas as funções às quais são...

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