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A ação de Deus no mundo

Livro: A ação de Deus no mundo

Autor - Fonte: FACULDADE TEOLÓGICA SUL AMERICANA

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...MESTRADO EM MISSIOLOGIA O HOMEM, A IGREJA E A TEOLOGIA PRÁTICA Alexandre Ferreira Pevidor Junho/2000 ÍNDICE 1. Introdução.02 2. A Criação de Deus como Expressão do Seu Amor.04 3. O Mundo Pecador amado por Deus.07 4. O Homem Como Agente do Amor de Deus no Mundo.11 5. Minhas Testemunhas.14 6. A Teologia Prática Como Agente de Deus no Mundo.16 7. Conclusão.19 Bibliografia.21 INTRODUÇÃO “Se Deus criou o mundo e ‘desapareceu do mapa’, então Ele é um alienado”. Este foi o comentário de um jovem, logo após ouvir um estudo a respeito da doutrina deísta. Desde a idade média já se discutia sobre a ação de Deus na Sua criação. Discussão sobre a evolução, dualismo, emanação em suas várias formas e outras teorias surgiram com a finalidade de defender ou mesmo de se chegar a uma idéia concreta concernente ao ato criador de Deus. Quando olhamos para a Bíblia, com nossos olhos limpos de todo conceito ou preconceito teológico, deparamos com vários textos que iluminam o assunto da criação de Deus de forma simples, racional e verdadeira. Em Gn 1 encontramos um termo peculiar durante toda a extensão da criação: “Disse Deus: haja.” aqui vemos o ato soberano, santo e eterno de Deus manifestado desde a eternidade (Sl 139) na Sua obra física e espiritual. A criação de Deus é algo incontestável para os biblicistas e para quem é dirigido pela fé. Contudo, não é meu objetivo defender a criação de Deus...
a sua forma abrangente, e para isso pergunto: como a teologia influencia o mundo hoje? Precisamos apresentar um Cristo conhecido pelo mundo inteiro? O mundo hoje clama pelo ensino de Jesus, ou pela Sua vida prática no meio do povo?. Neste trabalho tratarei da criação de Deus como obra do Seu amor, da Sua satisfação, tanto do seu povo como daqueles que estão perdidos nas trevas, da natureza vegetal e animal. Estudaremos também a tarefa do homem no plano criador de Deus, Sua teologia, ensinada e praticada por Ele através de Seus Filho, e veremos uma teologia que seja capaz de agradar ao Criador, e à luz da vontade divina atingir toda a humanidade. A CRIAÇÃO DE DEUS COMO EXPRESSÃO DO SEU AMOR “ No princípio, criou Deus os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre as águas.” (Gn 1.1-2) (conf. At 17.24, Jo 1.3, Sl 8). A criação do cosmos por Deus é algo maravilhoso e ao mesmo tempo assombroso. Um PhD em física nuclear, discutindo com seus colegas de profissão numa das salas da NASA, nos EUA, argumentava sobre o início do mundo. Ele, cristão, dissertava sobre a teoria bíblica da criação efetuada por Deus. Seus colegas, contudo, argumentavam que o mundo surgiu de uma grande explosão, ocasionada por um acúmulo de Neutrons, Átomos, e outros componentes químicos. “Concordo com essa teoria!”, disse o físico cristão. “Todavia, como vocês explicam o surgimento desses Neutrons e Átomos que, acumulando, ocasionaram a grande explosão que deu origem ao universo?”. Eles responderam: “Aqui a ciência pára!”. O físico cristão disse: “Então, onde a ciência não explica eu resumo numa única palavra: DEUS”. A criação de todo cosmo e tudo que nele está percebemos como obra da soberana vontade de Deus e como a manifestação do Seu tremendo poder. Encontramos uma descrição dessa maravilha em Isaías 40.26: “Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar.” (cf Is 42.5, 45.18, 51.13, Ne 9.6, Ef 3.9, Ap 10.6). A incontestabilidade do amor de Deus na criação envolve de toda forma Sua criação e Seus atos pelos séculos dos séculos. Dentro dessa perspectiva da criação de Deus, encontramos na diversidade do mundo criado uma imensurável gama de existências: umas maiores, outras menores; uma de mais importância, outras de menos importância; algumas inteligentes, com capacidade de raciocinar para decidir, para tomar decisões, outras inteligentes sem essas mesmas capacidades; seres vivos vegetais, animais, nos céus, na terra e em todos os lugares. “A igreja cristã, desde o começo, ensinava a doutrina da criação ex nihilo e como um ato livre de Deus” . Na posição de um Ser livre, auto suficiente, oni...
cam o surgimento desses Neutrons e Átomos que, acumulando, ocasionaram a grande explosão que deu origem ao universo?”. Eles responderam: “Aqui a ciência pára!”. O físico cristão disse: “Então, onde a ciência não explica eu resumo numa única palavra: DEUS”. A criação de todo cosmo e tudo que nele está percebemos como obra da soberana vontade de Deus e como a manifestação do Seu tremendo poder. Encontramos uma descrição dessa maravilha em Isaías 40.26: “Levantai ao alto os olhos e vede. Quem criou estas coisas? Aquele que faz sair o seu exército de estrelas, todas bem contadas, as quais ele chama pelo nome; por ser ele grande em força e forte em poder, nem uma só vem a faltar.” (cf Is 42.5, 45.18, 51.13, Ne 9.6, Ef 3.9, Ap 10.6). A incontestabilidade do amor de Deus na criação envolve de toda forma Sua criação e Seus atos pelos séculos dos séculos. Dentro dessa perspectiva da criação de Deus, encontramos na diversidade do mundo criado uma imensurável gama de existências: umas maiores, outras menores; uma de mais importância, outras de menos importância; algumas inteligentes, com capacidade de raciocinar para decidir, para tomar decisões, outras inteligentes sem essas mesmas capacidades; seres vivos vegetais, animais, nos céus, na terra e em todos os lugares. “A igreja cristã, desde o começo, ensinava a doutrina da criação ex nihilo e como um ato livre de Deus” . Na posição de um Ser livre, auto suficiente, onipotente, onisciente e todo poderoso, Deus criou o mundo para a justiça e para a calamidade. Aqui entra o homem, que, como conseqüência da criação de Deus, veio ao mundo com a finalidade de cumprir piamente os propósitos de Deus estabelecidos desde a eternidade. O apóstolo Paulo, falando aos coríntios, define esses propósitos de Deus como algo estabelecido anteriormente e realizado pela Sua soberana vontade, através de cada ser humano e cada criatura do próprio Deus: “mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória” (1Co 2.7). Dentro dessa ótica da criação de Deus, encontramos algumas criações de Deus que tem sua tarefa específica, seu objetivo de ser criado, sua missão ativa a se realizar neste mundo. O MUNDO PECADOR AMADO POR DEUS Em Jo 3.16 encontramos a síntese da expressão amorosa de Deus pela Sua criação. O mundo está perdido, dessa forma “a responsabilidade do homem pelo mundo é a própria essência do evangelho” . Assim, a “missio Dei é obra de Deus. Ele é o Senhor, o doador da tarefa, o proprietário, o executante. Ele é o sujeito ativo da missão” salvífica no mundo. Exercendo Ele mesmo essa obra, primariamente através de seu Filho Jesus Cristo, Deus encarrega seus súditos a continuarem cuidando do mundo. Como uma entidade ‘religiosa’ fixada no mundo, “a igreja, surge naturalmente, mas com características sobrenaturais; é uma entida...
potente, onisciente e todo poderoso, Deus criou o mundo para a justiça e para a calamidade. Aqui entra o homem, que, como conseqüência da criação de Deus, veio ao mundo com a finalidade de cumprir piamente os propósitos de Deus estabelecidos desde a eternidade. O apóstolo Paulo, falando aos coríntios, define esses propósitos de Deus como algo estabelecido anteriormente e realizado pela Sua soberana vontade, através de cada ser humano e cada criatura do próprio Deus: “mas falamos a sabedoria de Deus em mistério, outrora oculta, a qual Deus preordenou desde a eternidade para a nossa glória” (1Co 2.7). Dentro dessa ótica da criação de Deus, encontramos algumas criações de Deus que tem sua tarefa específica, seu objetivo de ser criado, sua missão ativa a se realizar neste mundo. O MUNDO PECADOR AMADO POR DEUS Em Jo 3.16 encontramos a síntese da expressão amorosa de Deus pela Sua criação. O mundo está perdido, dessa forma “a responsabilidade do homem pelo mundo é a própria essência do evangelho” . Assim, a “missio Dei é obra de Deus. Ele é o Senhor, o doador da tarefa, o proprietário, o executante. Ele é o sujeito ativo da missão” salvífica no mundo. Exercendo Ele mesmo essa obra, primariamente através de seu Filho Jesus Cristo, Deus encarrega seus súditos a continuarem cuidando do mundo. Como uma entidade ‘religiosa’ fixada no mundo, “a igreja, surge naturalmente, mas com características sobrenaturais; é uma entida...

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