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A chave dos grandes mistérios

Livro: A chave dos grandes mistérios

Autor - Fonte: Eliphas Levi

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...Mistérios Religiosos Problemas a resolver Considerações preliminares ARTIGO I Solução do primeiro problema O Verdadeiro Deus Esboço da teologia profética dos números I - A Unidade II - O Binário III - O Ternário IV - O Quartenário V - O Quinário VI - O Senário VII - O Setenário VIII - O Número Oito IX - O Número Nove X – Número Absoluto da Cabala XI - O Número Onze XII - O Número Doze XIII - O Número Treze XIV - O Número Catorze XV - O Número Quinze XVI - O Número Dezesseis XVII - O Número Dezessete XVIII - O Número Dezoito XIX - O Número Dezenove ARTIGO II 44 Solução do segundo problema 44 A Verdadeiro Religião 44 ARTIGO III 47 Solução do terceiro problema 47 Razão dos Mistérios 47 ARTIGO IV 49 Solução do quarto problema 49 A Religião Provada pelas objeções que lhe são opostas 49 ARTIGO V 52 Solução do último problema 52 Separar a religião da superstição e do fanatismo 52 RESUMO DA PRIMEIRA PARTE EM FORMA DE DIÁLOGO 53 A Fé, A Ciência, A Razão 53 SEGUNDA PARTE 56 Mistérios Filosóficos 56 Considerações preliminares 56 SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS FILOSÓFICOS 58 Primeira Série 58 Segunda Série 60 TERCEIRA PARTE 62 Os Mistérios da Natureza 62 O Grande Agente Mágico 62 LIVRO I 63 OS Mistérios Magnéticos 63 CAPÍTULO I 63 A Chave do Mesmerismo 63 Capítulo II 67 A vida e a morte. A vigília e o sono 67 Capítulo III 72 Mistérios das alucinações e da evocação d...
s espíritos 72 As Mães 96 As Duplas 96 As Simples 97 Semita XXXI 110 Axioma 111 Capitulo IV 115 Os fantasmas fluídicos e seus mistérios 115 LIVRO II 118 Os Mistérios Mágicos 118 Capítulo I 118 Teoria da vontade 118 Deus e a Liberdade 118 Deus e a Liberdade 118 Capítulo II 121 O poder da palavra 121 Capítulo III 124 As influências misteriosas 124 Capítulo IV 129 Mistérios da perversidade 129 QUARTA PARTE 134 Os grandes segredos práticos ou as realizações da ciência 134 Introdução 134 CAPÍTULO I 136 Da transformação. A vara de Circe. 136 O banho de Medéia. A magia vencida por suas próprias armas. 136 O grande arcano dos jesuítas e o segredo de seu poder 136 Capitulo II 138 Como se pode conservar e renovar a juventude. Os segredos de Cagliostro. 138 A possibilidade da ressurreição. Exemplo de Guilherme Postel, dito 138 o Ressuscitado. De um operário taumaturgo, etc. 138 Capítulo III 141 O grande arcano da morte 141 Capítulo IV 143 O grande arcano dos arcanos 143 EPÍLOGO 146 A Chave dos Grandes Mistérios De acordo com Henoch, Abraão, Hermes Trismegisto e Salomão Eliphas Levi Chave absoluta das ciências ocultas dada por Guilherme de Postel e completado por Eliphas Levi A religião diz: Acreditai e compreendereis. A ciência vem vos dizer: Compreendei e acreditareis. Então, toda a ciência mudará de fisionomia; o espírito, por muito tempo destronado e esquecido, retomará seu lugar; será demonstrado que as tradições antigas são inteiramente verdadeiras; que o paganismo não passa de um sistema de verdades corrompidas e deslocadas; que basta limpá-las, por assim dizer, e recolocá-las em seu lugar, para vê-las brilhar com todo o esplendor. Em uma palavra, todas as idéias mudarão; e, uma vez que, de todos os lados, uma multidão de eleitos clama em concerto: Vinde, Senhor, vinde!, por que reprovaríeis os homens que se lançam nesse futuro majestoso e se glorificam de adivinhá-lo? Joseph de Maistre, Soirées de Saint-Pétersbourg PREFÁCIO Os espíritos humanos têm a vertigem do mistério. O mistério é o abismo que atrai, sem cessar, nossa curiosidade inquieta por suas formidáveis profundezas. O maior mistério do infinito é a existência de Aquele para quem e somente para Ele - tudo é sem mistério. Compreendendo o infinito, que é essencialmente incompreensível, ele próprio é o mistério infinito e externamente insondável, ou seja, ele é, ao que tudo indica, esse absurdo por excelência, em que acreditava Tertuliano. Necessariamente absurdo, uma vez que a razão deve renunciar para sempre a atingi-lo; necessariamente crível, uma vez que a ciência e a razão, longe de demonstrar que ele não é, são fatalmente levadas a deixar acreditar que ele é, e elas próprias a adorá-lo de olhos fechados. É que esse absurdo é a fonte infinita da razão, a luz brota eternamente das trevas eternas, a ciência, essa Babel do e...
erá demonstrado que as tradições antigas são inteiramente verdadeiras; que o paganismo não passa de um sistema de verdades corrompidas e deslocadas; que basta limpá-las, por assim dizer, e recolocá-las em seu lugar, para vê-las brilhar com todo o esplendor. Em uma palavra, todas as idéias mudarão; e, uma vez que, de todos os lados, uma multidão de eleitos clama em concerto: Vinde, Senhor, vinde!, por que reprovaríeis os homens que se lançam nesse futuro majestoso e se glorificam de adivinhá-lo? Joseph de Maistre, Soirées de Saint-Pétersbourg PREFÁCIO Os espíritos humanos têm a vertigem do mistério. O mistério é o abismo que atrai, sem cessar, nossa curiosidade inquieta por suas formidáveis profundezas. O maior mistério do infinito é a existência de Aquele para quem e somente para Ele - tudo é sem mistério. Compreendendo o infinito, que é essencialmente incompreensível, ele próprio é o mistério infinito e externamente insondável, ou seja, ele é, ao que tudo indica, esse absurdo por excelência, em que acreditava Tertuliano. Necessariamente absurdo, uma vez que a razão deve renunciar para sempre a atingi-lo; necessariamente crível, uma vez que a ciência e a razão, longe de demonstrar que ele não é, são fatalmente levadas a deixar acreditar que ele é, e elas próprias a adorá-lo de olhos fechados. É que esse absurdo é a fonte infinita da razão, a luz brota eternamente das trevas eternas, a ciência, essa Babel do espírito, pode torcer e sobrepor suas espirais subindo sempre; ela poderá fazer oscilar a Terra, nunca tocará o céu. Deus é o que aprenderemos eternamente a conhecer. É, por conseguinte, o que nunca saberemos. O domínio do mistério é um campo aberto às conquistas da inteligência. Pode-se andar nele com audácia, nunca se reduzirá sua extensão, mudar-se-á somente de horizontes. Todo saber é o sonho do impossível, mas ai de quem não ousa aprender tudo e não sabe que, para saber alguma coisa, é preciso resignar-se-a estudar sempre! Dizem que para bem aprender é preciso esquecer várias vezes. O mundo seguiu esse método. Tudo o que se questiona em nossos dias havia sido resolvido pelos antigos; anteriores a nossos anais, suas soluções escritas em hieróglifos não tinham mais sentido para nós; um homem reencontrou sua chave, abriu as necrópoles da ciência antiga e deu a seu século todo um mundo de teoremas esquecidos, de sínteses simples e sublimes como a natureza, irradiando sempre unidade e multiplicando-se como números, com proporções tão exatas quanto o conhecimento demonstra e revela o desconhecido. Compreender essa ciência é ver Deus. O autor deste livro, ao terminar sua obra, acreditará tê-lo demonstrado. Depois, quando tiverdes visto Deus, o hierofante vos dirá: Virai-vos e, na sombra que projetais na presença desse sol das inteligências, ele fará aparecer o Diabo, o fantasma negro que vedes quando não olhais para Deus e quando...
spírito, pode torcer e sobrepor suas espirais subindo sempre; ela poderá fazer oscilar a Terra, nunca tocará o céu. Deus é o que aprenderemos eternamente a conhecer. É, por conseguinte, o que nunca saberemos. O domínio do mistério é um campo aberto às conquistas da inteligência. Pode-se andar nele com audácia, nunca se reduzirá sua extensão, mudar-se-á somente de horizontes. Todo saber é o sonho do impossível, mas ai de quem não ousa aprender tudo e não sabe que, para saber alguma coisa, é preciso resignar-se-a estudar sempre! Dizem que para bem aprender é preciso esquecer várias vezes. O mundo seguiu esse método. Tudo o que se questiona em nossos dias havia sido resolvido pelos antigos; anteriores a nossos anais, suas soluções escritas em hieróglifos não tinham mais sentido para nós; um homem reencontrou sua chave, abriu as necrópoles da ciência antiga e deu a seu século todo um mundo de teoremas esquecidos, de sínteses simples e sublimes como a natureza, irradiando sempre unidade e multiplicando-se como números, com proporções tão exatas quanto o conhecimento demonstra e revela o desconhecido. Compreender essa ciência é ver Deus. O autor deste livro, ao terminar sua obra, acreditará tê-lo demonstrado. Depois, quando tiverdes visto Deus, o hierofante vos dirá: Virai-vos e, na sombra que projetais na presença desse sol das inteligências, ele fará aparecer o Diabo, o fantasma negro que vedes quando não olhais para Deus e quando...

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