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Ataque e Defesa Astral

Livro: Ataque e Defesa Astral

Autor - Fonte: Marcelo Ramos Motta

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...Era nossa intenção publicar, como segundo número deste primeiro volume de O Equinócio no Brasil, partes I e II de L ivro Quatro, de Frater Perdurabo, sob o título Ioga e Magia. Entretanto, a venda lenta de O Equinócio dos Deuses, a qual já fora prevista, levou-nos a modificar nossos planos, substituindo a obra prima de Aleister Crowley por um trabalho mais acessível ao púbico em geral. Interessados nesta série, que podemos dizer única na história de publicações de ocultismo no Brasil, são convidados a consultar o Plano de publicações ao fim deste volume. Críticas e sugestões serão bem-vindas. Pedidos de reservas serão m ais bem-vindos ainda! Por motivos que serão óbvios para os experientes e os ponderados, aconselhamos correspondentes a nos enviarem suas cartas registradas e, caso não recebam resposta dentro de um período razoável, ou caso suas missivas lhes sejam devolvidas com notificações de que o destinatário não se encontrava naquele endereço, etc., escrevam novamente. Quaisquer respostas que os leitores recebam e que contrariem os princípios de Líber OZ, também incluído neste volume como parte do Apêndice, ou que p areçam defender ou simpatizar com o catolicismo romano em geral, e com o Credo de Nicéia em particular, não terão sido escritas por nós. Tanto a O.T.O. quanto a A.’. A.’. encaram com o merecido desprezo quaisquer correntes de pensamento, quer religioso, econômico, ou político, que ten...
am se impor sobre a massa humana através de ameaças, chantagem emocional, ou mecanismos repressivos. A bom entendedor meia palavra basta. Ataque e Defesa Astral PREFÁCIO Faze o que tu queres há de ser tudo da Lei. A disseminação de conhecimento oculto é maior neste momento que em qualquer época anterior da história. Ao mesmo tempo, a Passagem dos Aeons, que ocorreu em abril de 1904 da era vulgar, mudou completamente as condições do desenvolvimento psíquico. As palavras de passe e os sinais religiosos das antigas fraternidades iniciáticas, e das religiões estabelecidas perderam todo o seu poder mágico. Isto é um fato de que pouca gente se tornou consciente ainda. Livros de feitiçaria, de baixa magia, e de psiquismo passivo se aglomeram nas estantes das livrarias com tratadossobre “parapsicologia”. Charlatões inescrupulosos se arvoram em “doutores” dessa nova “ciência”. O fato é que não existe qualquer universidade séria no mundo que dê diplomas de doutorado em parapsicologia. O assunto é estudado em muitos centros de ensino, mas apenas como um ramo, ou especialidade, da psicologia ou da psiquiatria. Pessoas que alegam ser “parapsicologistas formados” são tão mentirosas quanto aquelas que alegam que existiu um homem chamado “Jesus Cristo”. Não existiu tal homem: o moto mágico “Jesus Cristo” foi uma fórmula de poder no Aeon passado, a qual, pronunciada com fé, protegia contra ataque; mas não protege mais. Pelo contrário, aqueles que usam este nome correm perigo de atrair a influência das correntes mortas que ainda circulam (por virtude do momentum adquirido durante séculos de imantação), mas que não têm mais qualquer elo com a Hierarquia espiritual que zela pelo destino da humanidade. Quando o autor destas linhas tinha doze anos de idade ele já estudava ocultismo. Em certa ocasião sofreu um ataque mágico durante o sono: uma entidade maléfica procurou adquirir controle de seus plexos nervosos, ou “chacras”. Sentindo o ataque, mesmo dormindo eu reagi; a entidade percebendo que fora identificada, recuou em direção à janela do quarto, que estava aberta. Eu lhe bradei, conforme recomendavam os livros que estudava: - Eu te exorcizo em nome de Jesus! Ao dizer eu isto, a entidade (envolta em um manto negro e com um chapéu negro de abas) parou de fugir e soltou uma desafiadora gargalhada. Então, ainda rindo com desdém, saiu pela janela. Eu acordei, sentado na cama, com um pé para fora, a mão erguida no gesto de exorcismo que fizera ainda no sono, suando frio, voltado em direção à janela; e a memória daquela gargalhada chocou-me pela sua zombaria. Foi a primeira vez que percebi que as palavras rituais do cristianismo tinham perdido efeito sobre os seres do invisível. Somente onze anos mais tarde dei -me conta do motivo: a Passagem dos Aeons. A disseminação do conhecimento ocult...
ra ataque; mas não protege mais. Pelo contrário, aqueles que usam este nome correm perigo de atrair a influência das correntes mortas que ainda circulam (por virtude do momentum adquirido durante séculos de imantação), mas que não têm mais qualquer elo com a Hierarquia espiritual que zela pelo destino da humanidade. Quando o autor destas linhas tinha doze anos de idade ele já estudava ocultismo. Em certa ocasião sofreu um ataque mágico durante o sono: uma entidade maléfica procurou adquirir controle de seus plexos nervosos, ou “chacras”. Sentindo o ataque, mesmo dormindo eu reagi; a entidade percebendo que fora identificada, recuou em direção à janela do quarto, que estava aberta. Eu lhe bradei, conforme recomendavam os livros que estudava: - Eu te exorcizo em nome de Jesus! Ao dizer eu isto, a entidade (envolta em um manto negro e com um chapéu negro de abas) parou de fugir e soltou uma desafiadora gargalhada. Então, ainda rindo com desdém, saiu pela janela. Eu acordei, sentado na cama, com um pé para fora, a mão erguida no gesto de exorcismo que fizera ainda no sono, suando frio, voltado em direção à janela; e a memória daquela gargalhada chocou-me pela sua zombaria. Foi a primeira vez que percebi que as palavras rituais do cristianismo tinham perdido efeito sobre os seres do invisível. Somente onze anos mais tarde dei -me conta do motivo: a Passagem dos Aeons. A disseminação do conhecimento oculto põe á disposição dos inescrupulosos armas e recursos para influenciar os inocentes sem que estes percebam que sua integridade está sendo atacada. A Lei espiritual da Nova Era é Faze o que tu queres. Ora, esta Lei é para todos. Aqueles que buscam influenciar indevidamente a liberdade de seus próximos estão procurando restringir a autonomia espiritual destes; e como está escrito; AL i 41, a palavra de Pecado é Restrição.(1) Ataque e Defesa Astral VII No passado, as correntes espirituais das diversas religiões proviam seus crentes com alguma defesa; mas a modificação na polaridade terrestre, como já dissemos, tornou as palavras e sinais dessas religiões imponentes, ou até mesmo enganadores. Se você acredita que o nome “Jesus Cristo” tem força, e algum ente se aproxima de você quando você invoca esse nome, você naturalmente concluirá que se trata de um ente sincero e benfazejo, e não ficará em guarda contra ataque. Acontece, no entanto, que esse nome agora faz parte das forças mortas. Se você tentar utiliza-lo para se defender, não terá valor algum, e qualquer entidade maléfica pode utiliza-lo para lhe enganar. Como diz AL i 49: Ab-rogados estão todos os rituais, todas as ordálias, todas as palavras e sinais. Este é um dos muitos pontos importantes que a maioria dos escritores sobre obsessão, ataques mágicos, etc., esquece ou evita (!) mencionar. Em nosso livro daremos numerosos exemplos prátic...
o põe á disposição dos inescrupulosos armas e recursos para influenciar os inocentes sem que estes percebam que sua integridade está sendo atacada. A Lei espiritual da Nova Era é Faze o que tu queres. Ora, esta Lei é para todos. Aqueles que buscam influenciar indevidamente a liberdade de seus próximos estão procurando restringir a autonomia espiritual destes; e como está escrito; AL i 41, a palavra de Pecado é Restrição.(1) Ataque e Defesa Astral VII No passado, as correntes espirituais das diversas religiões proviam seus crentes com alguma defesa; mas a modificação na polaridade terrestre, como já dissemos, tornou as palavras e sinais dessas religiões imponentes, ou até mesmo enganadores. Se você acredita que o nome “Jesus Cristo” tem força, e algum ente se aproxima de você quando você invoca esse nome, você naturalmente concluirá que se trata de um ente sincero e benfazejo, e não ficará em guarda contra ataque. Acontece, no entanto, que esse nome agora faz parte das forças mortas. Se você tentar utiliza-lo para se defender, não terá valor algum, e qualquer entidade maléfica pode utiliza-lo para lhe enganar. Como diz AL i 49: Ab-rogados estão todos os rituais, todas as ordálias, todas as palavras e sinais. Este é um dos muitos pontos importantes que a maioria dos escritores sobre obsessão, ataques mágicos, etc., esquece ou evita (!) mencionar. Em nosso livro daremos numerosos exemplos prátic...

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