Whats: (11) 9 9191 6085

VÍDEO: POR QUE NOS PARECE QUE NADA DA CERTO

Você está em: Página inicial / Espiritismo / A Dimensão Espiritual do Eneagrama Página 2
A Dimensão Espiritual do Eneagrama

Livro: A Dimensão Espiritual do Eneagrama Página 2

Autor - Fonte: Sandra Maitri

Ir para a página:
...nco de dados, sem permissão por escrito, exceto nos casos de trechos curtos citados em resenhas críticas ou artigos de revistas. O primeiro número a esquerda indica a edição, ou reedição, desta obra. A primeira dezena à direita indica o ano em que esta edição, ou reedição, foi publicada. Edição Ano 1-2-3-4-5-6-7-8-9-10-11 03-04-05-06-07-08-09-10 Direitos de tradução para o Brasil adquiridos com exclusividade pela EDITORA PENSAMENTO-CULTRIX LTDA. Rua Dr. Mário Vicente, 368 — 04270-000 — São Paulo, SP Fone: 272-1399 — Fax: 272-4770 E-mail: pensamento@cultrix.com.br http://www.pensamento-cultrix.com.br que se reserva a propriedade literária desta tradução. Impresso em nossas oficinas gráficas. DEDICADO A OSCAR ICHAZO, O ME S T R E D O O U T R O L A D O D A P O R T A ; A C LAUD IO NA RANJ O, QUE ME ABRIU A PORTA; E A H A M E E D A L I ( A . H . A LM A A S ) , QUE ME E NS INA A E NT R AR P E LA P O R T A . S UMÁ R I O INDICE DE DIAGRAMAS 11 PREFÁCIO 12 INTRODUÇÃO 17 CAPITULO 1: 0 TRIÂNGULO INTERNO E A QUEDA 27 CAPÍTULO 2: TIPO NOVE DO ENEAGRAMA: A INDOLÊNCIA DO EGO 36 CAPÍTULO 3: TIPO SEIS DO ENEAGRAMA: A COVARDIA DO EGO 48 CAPÍTULO 4: TIPO TRÊS DO ENEAGRAMA: A VAIDADE DO EGO 59 CAPITULO 5: TIPO UM DO ENEAGRAMA: O RESSENTIMENTO DO EGO 70 CAPÍTULO 6: TIPO QUATRO DO ENEAGRAMA: A MELANCOLIA DO EGO 81 CAPÍTULO 7...
TIPO DOIS DO ENEAGRAMA: A BAJULAÇÃO DO EGO 92 CAPÍTULO 8: TIPO OITO DO ENEAGRAMA: A VINGANÇA DO EGO 104 CAPÍTULO 9: TIPO CINCO DO ENEAGRAMA: A AVAREZA DO EGO 115 CAPÍTULO 10 : TIPO SETE DO ENEAGRAMA: O PLANEJAMENTO DO EGO 126 CAPÍTULO 11: O FLUXO INTERNO E A CRIANÇA INTERIOR 138 CAPÍTULO 12: OS SUBTIPOS 148 CAPÍTULO 13: AS ASAS 156 EPÍLOGO 160 APÊNDICE A: COMO DETERMINAR O SEU TIPO 162 APÊNDICE B: DIAGRAMAS 169 APÊNDICE C: SUGESTÕES DE LEITURA 171 NOTAS 172 AGRADECIMENTOS 176 Í n d i c e d e D I A G R AMA S DIAGRAMA 1 : OS ENEAGRAMAS OBJETIVOS 14 DIAGRAMA 2: O ENEAGRAMA DA PERSONALIDADE 15 DIAGRAMA 3: OS TIPOS DO ENEAGRAMA 16 DIAGRAMA 4: O TRIÂNGULO INTERNO 28 DIAGRAMA 5: O FLUXO INTERNO 138 DIAGRAMA 6: OS SUBTIPOS DE AUTOPRESERVAÇÃO 148 DIAGRAMA 7: OS SUBTIPOS SOCIAIS 151 DIAGRAMA 8: OS SUBTIPOS SEXUAIS 153 DIAGRAMA 9: O ENEAGRAMA DAS ARMADILHAS 169 DIAGRAMA l0: O ENEAGRAMA DAS FUGAS 169 DIAGRAMA 11: 0 ENEAGRAMA DAS AÇÕES AUTODESTRUTIVAS 170 DIAGRAMA 12: 0 ENEAGRAMA DAS MENTIRAS 170 P R E F Á C I O Antes de ler o excelente livro de Sandra Maitri, eu já tinha ouvido falar do eneagrama havia alguns anos, mas desconfiava, em princípio, de todos os sistemas que se propunham a rotular, julgar ou determinar a tipologia das pessoas. A astrologia, por exemplo, tinha sido para mim uma decepção, pois acabei descobrindo que quando eu dizia às pessoas qual era o meu signo — Virgem — elas se afastavam cheias de piedade, julgando-me mesquinha ou frígida, e passavam o resto da noite na companhia de signos mais "quentes", como os aquarianos e leoninos. Quando ouvi dizer que, de acordo com a astrologia védica, o meu signo na verdade era Libra, passei a torcer um pouquinho a verdade: quando me perguntavam qual era o meu signo, eu dizia "Libra" bem alto e depois, bem baixinho para ninguém ouvir, completava — "na astrologia védica". Há dez anos, minha amiga Bess veio me dizer que a astrologia era coisa do passado; o quente agora era o eneagrama. Disse ainda que eu tinha todo o jeito de ser um "tipo Quatro" e que isso não era nada bom. Quando perguntei-lhe o porquê, ela disse: "O tipo Quatro é sombrio, trágico, dramático e resignado." Antes que eu conseguisse me recuperar dessa assustadora notícia, Bess prosseguiu: "Além disso, o Quatro sempre quer o que não tem. Quase nunca está feliz." Nas livrarias, eu folheei alguns livros que tratavam do eneagrama e encontrei descrições do tipo Quatro que me pareciam familiares, mas minha reação era: "E daí? Eu já sei essas coisas." É verdade que encontrava algum consolo em saber que não estava sozinha em meus desvios comportamentais, mas o consolo não endireita os desvios. Tentei então descobrir qual era o tipo do meu marido, afirmando para mim mesma que com isso nossa relação haveria de melhorar; mas jamais consegu...
s pessoas qual era o meu signo — Virgem — elas se afastavam cheias de piedade, julgando-me mesquinha ou frígida, e passavam o resto da noite na companhia de signos mais "quentes", como os aquarianos e leoninos. Quando ouvi dizer que, de acordo com a astrologia védica, o meu signo na verdade era Libra, passei a torcer um pouquinho a verdade: quando me perguntavam qual era o meu signo, eu dizia "Libra" bem alto e depois, bem baixinho para ninguém ouvir, completava — "na astrologia védica". Há dez anos, minha amiga Bess veio me dizer que a astrologia era coisa do passado; o quente agora era o eneagrama. Disse ainda que eu tinha todo o jeito de ser um "tipo Quatro" e que isso não era nada bom. Quando perguntei-lhe o porquê, ela disse: "O tipo Quatro é sombrio, trágico, dramático e resignado." Antes que eu conseguisse me recuperar dessa assustadora notícia, Bess prosseguiu: "Além disso, o Quatro sempre quer o que não tem. Quase nunca está feliz." Nas livrarias, eu folheei alguns livros que tratavam do eneagrama e encontrei descrições do tipo Quatro que me pareciam familiares, mas minha reação era: "E daí? Eu já sei essas coisas." É verdade que encontrava algum consolo em saber que não estava sozinha em meus desvios comportamentais, mas o consolo não endireita os desvios. Tentei então descobrir qual era o tipo do meu marido, afirmando para mim mesma que com isso nossa relação haveria de melhorar; mas jamais consegui saber qual era o tipo dele, e por isso, durante nossas brigas, eu o acusava de ser "um típico Três — ou talvez um Sete" — e isso em nada colaborava para nos reaproximar. Quando Sandra me contou que estava escrevendo este livro, pedi-lhe para ter o privilégio de ler os capítulos à medida que eles fossem ficando prontos. Sabia que, se ela estava escrevendo sobre o eneagrama, eu haveria de compreender o sistema com a máxima clareza e entender também a relação que o liga à jornada interior. Esperava, além disso, descobrir que o Quatro é na verdade um pouquinho melhor do que os outros tipos, mas não disse isso a Sandra. Antes aluna dela, agora amiga, eu já tinha constatado reiteradamente o quanto ela era capaz de pegar conceitos metafísicos complexos e dar- lhes uma forma sensata e compreensível — compreensível na prática, para a nossa vida pessoal. Vez por outra, eu entrava na sala de aula confusa e perdida; mas, quando saía, levava comigo o sentimento de que um recanto verdejante do mundo, cuja existência me era antes desconhecida, havia ganhado vida de repente. Como aluna dela e estudiosa do Caminho do Diamante, aprendi na carne que a transformação é possível — possível mesmo, de verdade. Talvez você já saiba disso, mas para mim foi uma revelação surpreendente. Eu tinha vinte anos de psicoterapia nas costas, praticava a meditação com assiduidade, freqüentava dezenas de seminários e retiros; mas dentro...
i saber qual era o tipo dele, e por isso, durante nossas brigas, eu o acusava de ser "um típico Três — ou talvez um Sete" — e isso em nada colaborava para nos reaproximar. Quando Sandra me contou que estava escrevendo este livro, pedi-lhe para ter o privilégio de ler os capítulos à medida que eles fossem ficando prontos. Sabia que, se ela estava escrevendo sobre o eneagrama, eu haveria de compreender o sistema com a máxima clareza e entender também a relação que o liga à jornada interior. Esperava, além disso, descobrir que o Quatro é na verdade um pouquinho melhor do que os outros tipos, mas não disse isso a Sandra. Antes aluna dela, agora amiga, eu já tinha constatado reiteradamente o quanto ela era capaz de pegar conceitos metafísicos complexos e dar- lhes uma forma sensata e compreensível — compreensível na prática, para a nossa vida pessoal. Vez por outra, eu entrava na sala de aula confusa e perdida; mas, quando saía, levava comigo o sentimento de que um recanto verdejante do mundo, cuja existência me era antes desconhecida, havia ganhado vida de repente. Como aluna dela e estudiosa do Caminho do Diamante, aprendi na carne que a transformação é possível — possível mesmo, de verdade. Talvez você já saiba disso, mas para mim foi uma revelação surpreendente. Eu tinha vinte anos de psicoterapia nas costas, praticava a meditação com assiduidade, freqüentava dezenas de seminários e retiros; mas dentro...

Ir para a página:

WhatsApp: (11) 9 9191 6085
Busca Google