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Tarô - Dicionário e Compêndio

Livro: Tarô - Dicionário e Compêndio

Autor - Fonte: Jana Riley

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...Tradução: MARIA DE LOURDES DUARTE SEM Revisão técnica: CLÁUDIA LAGE Especialista em Tarô e Astrologia Jorge Zahar Editor Rio de Janeiro Título original: Tarot: Dictionary and Compendium Tradução autorizada da primeira edição norte-americana publicada em 1995 por Samuel Weiser. de York Beach, Estados Unidos Copyright © 1995, Jana Riley Copyright © 2000 da edição em língua portuguesa: Jorge Zahar Editor Ltda. rua México 31 sobreloja 20031-144 Rio de Janeiro. RJ tel.: (21) 240-0226 / fax: (21) 262-5123 e-mail: jze@zahar.combr site: www.zahar.com.br Todos os direitos reservados. A reprodução não-autorizada desta publicação, no todo ou em parte. constitui violação do copyright. (Lei 5.988) Capa: Carol Sá e Sérgio Campante Foto da autora: Wayne Kochenderfer CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros. RJ. R431 Riley. lana, 1947- Tarô dicionário & compêndio / lana Riley; tradução. Maria de Lourdes Duarte Solte; revisão técnica. Cláudia I.age_ — Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed. 2000 Tradução de: Tarot: dictionary and compendium inclui bibliografia 1. Tarb — Dicionários. 1. Titulo. CDD 133.3242403 00-0815 CDU 1339:79443(038) SUMÁRIO Capa – Orelha - Contracapa Prefácio . 7 Lista de ilustrações . 11 Capítulo 1. O Tarô . 27 Capítulo 2. Os Arcanos Maiores . 39 Capítulo 3. Os Arcanos Menores .101 - Sugestões dos tarólogos sobre os números dos naipes .105 Capí...
ulo 4. As Cartas da Realeza .171 Capítulo 5. Correspondências .203 Capítulo 6. Sistemas de Jogo .255 Capítulo 7. Por que a Adivinhação Funciona .265 Bibliografia do Tarô .273 Bibliografia Geral .277 Agradecimentos .281 Índice Remissivo .285 AS CARTAS DO TARÔ INTERPRETAÇÃO OS ARCANOS MAIORES 0 O Louco 1 O Mago 2 A Sacerdotisa 3 A Imperatriz 4 O Imperador 5 O Papa 6 Os Apaixonados 7 O Carro 8 A Força 9 O Eremita 10 A Roda da Fortuna 11 A Justiça 12 O Enforcado 13 A Morte 14 A Temperança 15 O Diabo 16 A Torre 17 A Estrela 18 A Lua 19 O Sol 20 O Julgamento 21 O Mundo OS ARCANOS MENORES Naipe de Paus Naipe de Espadas Naipe de Copas Naipe de Ouros Ás Ás Ás Ás Dois Dois Dois Dois Três Três Três Três Quatro Quatro Quatro Quatro Cinco Cinco Cinco Cinco Seis Seis Seis Seis Sete Sete Sete Sete Oito Oito Oito Oito Nove Nove Nove Nove Dez Dez Dez Dez Princesa Princesa Princesa Princesa Príncipe Príncipe Príncipe Príncipe Rainha Rainha Rainha Rainha Rei Rei Rei Rei PREFÁCIO Há muitos anos, quando comecei a estudar o Tarô, fiquei ao mesmo tempo encantada e surpresa ao descobrir a grande quantidade de baralhos e livros sobre o assunto. Ansiosa por aprender, consegui todos os livros possíveis, e minha escrivaninha, a mesinha de café, as mesas de cozinha e de jantar e toda a superfície disponível — e, às vezes, não tão disponível — ficaram tomadas por livros, baralhos e anotações. Um amigo veio tomar café comigo um dia e comentou que eu possuía material suficiente para deixar qualquer biblioteca orgulhosa. Eu me senti como imagino que uma pulga em êxtase deve se sentir topando por acaso com uma exposição de cachorros de raça, tão ansiosos eram os meus saltos de um livro para outro e de um baralho para outro. Foi aos poucos que comecei a aprender o Tarô. As fontes do Tarô eram abundantes e extremamente diversas. O que tinham em comum? Se o Tarô funciona mesmo, ele não deveria ter uma metodologia que compatibilizasse todos os sentidos aparente-mente diferentes e contrários? E, caso não tivesse, será que isso significaria que o Tarô não é nada além daquilo que algumas pessoas acreditam que ele seja — uma coleção de símbolos clássicos sobre os quais os otimistas e os candidatos a místicos projetam seus medos e desejos mundanos? Encontrar o denominador comum do Tarô não seria uma tarefa fácil. Eu adoraria ter tido uma fonte, um livro, um professor, para me ajudar na análise. Diversas vezes jurei que trabalharia com apenas um ou dois autores com os quais mais me identifico, torná-los meus mentores únicos, mas, a cada tentativa, o resultado era uma ação insatisfatória e de curto prazo. Pareceu-me que muitos autores e artistas, cada um de sua maneira, tinham algo especial e singular a contribuir. Por fim, comecei a compilar minhas próprias anotações. Isso levou mais de um ano mas, uma vez terminadas, aquelas anotaç...
omar café comigo um dia e comentou que eu possuía material suficiente para deixar qualquer biblioteca orgulhosa. Eu me senti como imagino que uma pulga em êxtase deve se sentir topando por acaso com uma exposição de cachorros de raça, tão ansiosos eram os meus saltos de um livro para outro e de um baralho para outro. Foi aos poucos que comecei a aprender o Tarô. As fontes do Tarô eram abundantes e extremamente diversas. O que tinham em comum? Se o Tarô funciona mesmo, ele não deveria ter uma metodologia que compatibilizasse todos os sentidos aparente-mente diferentes e contrários? E, caso não tivesse, será que isso significaria que o Tarô não é nada além daquilo que algumas pessoas acreditam que ele seja — uma coleção de símbolos clássicos sobre os quais os otimistas e os candidatos a místicos projetam seus medos e desejos mundanos? Encontrar o denominador comum do Tarô não seria uma tarefa fácil. Eu adoraria ter tido uma fonte, um livro, um professor, para me ajudar na análise. Diversas vezes jurei que trabalharia com apenas um ou dois autores com os quais mais me identifico, torná-los meus mentores únicos, mas, a cada tentativa, o resultado era uma ação insatisfatória e de curto prazo. Pareceu-me que muitos autores e artistas, cada um de sua maneira, tinham algo especial e singular a contribuir. Por fim, comecei a compilar minhas próprias anotações. Isso levou mais de um ano mas, uma vez terminadas, aquelas anotações se tornaram minha fonte mais valiosa. Elas me ajudaram a ver os denominadores comuns das cartas e a entender a beleza da simetria holística do Tarô. Mais de uma década se passou e conheci muitas pessoas que compartilham um interesse no Tarô: novatos, profissionais, entusiastas ávidos. Porém, de todos eles — profissionais, novatos e amadores igualmente — ouvi a mesma observação repetidas vezes: "Por que alguém não escreve um livro que combine algumas interpretações modernas?" Se existiam tantas fontes sobre o Tarô há dez ou vinte anos, há muito mais livros e baralhos disponíveis hoje. Há um velho provérbio que diz: "Quem quer faz, quem não quer manda." Portanto, escrevi este livro. Ele é uma versão renovada de minhas fiéis anotações, hoje em dia marcadas e muito manuseadas. Ao compilar este dicionário, enfrentei dois grandes desafios. Há muitos tarólogos excelentes que contribuíram para a riqueza de informações que possuímos sobre o Tarô. Quem eu deveria incluir? De forma absurda a princípio, pensei que tivesse que tomar essa decisão, mas, como todos que trabalharam com Tarô sabem, essas determinações estão bem além do alcance dos meros mortais. Quem e o que incluir logo assumiram o próprio rumo. Vários colaboradores, situações, condições e coincidências influenciaram o preparo deste livro. O segundo desafio que enfrentei foi resumir os trabalhos monumentais de pessoas extraordinárias incluídas aq...
ões se tornaram minha fonte mais valiosa. Elas me ajudaram a ver os denominadores comuns das cartas e a entender a beleza da simetria holística do Tarô. Mais de uma década se passou e conheci muitas pessoas que compartilham um interesse no Tarô: novatos, profissionais, entusiastas ávidos. Porém, de todos eles — profissionais, novatos e amadores igualmente — ouvi a mesma observação repetidas vezes: "Por que alguém não escreve um livro que combine algumas interpretações modernas?" Se existiam tantas fontes sobre o Tarô há dez ou vinte anos, há muito mais livros e baralhos disponíveis hoje. Há um velho provérbio que diz: "Quem quer faz, quem não quer manda." Portanto, escrevi este livro. Ele é uma versão renovada de minhas fiéis anotações, hoje em dia marcadas e muito manuseadas. Ao compilar este dicionário, enfrentei dois grandes desafios. Há muitos tarólogos excelentes que contribuíram para a riqueza de informações que possuímos sobre o Tarô. Quem eu deveria incluir? De forma absurda a princípio, pensei que tivesse que tomar essa decisão, mas, como todos que trabalharam com Tarô sabem, essas determinações estão bem além do alcance dos meros mortais. Quem e o que incluir logo assumiram o próprio rumo. Vários colaboradores, situações, condições e coincidências influenciaram o preparo deste livro. O segundo desafio que enfrentei foi resumir os trabalhos monumentais de pessoas extraordinárias incluídas aq...

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