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O Hipnotismo seu poder e sua prática

Livro: O Hipnotismo seu poder e sua prática Página 2

Autor - Fonte: Peter Blythe

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...cer o auxílio recebido de centenas de médicos e dentistas que assistiram aos cursos de fins-de-semana que mantive durante anos, e ofereceramme as vantagens de sua experiência. Nem este livro teria sido possível sem os muitos clientes que atendi durante anos, e embora tenha disfarçado a maioria das estórias de casos que cito, espero que essas pessoas sintam que algum benefício obtiveram em relação ao tempo em que trabalhamos juntos. Agradeço, igualmente, a permissão dada pela Penguin Books Ltd. para que eu citasse trechos de Hypnosis — Fact and Fiction, de F. L. Marcuse, e pela Abbots Novelty Company of Colon, Michigan, para retirar citações da Encyclopedia of Stage Hipnotism, de Ormond McGill. E sinceros agradecimentos a todos os amigos que, sem dúvida, deram uma contribuição. Este livro é dedicado ao falecido Dr. A. Charles Dawes, de Smethwick, Inglaterra, e ao falecido Dave Elman, de Clifton, N. J., Estados Unidos, porque ambos deram contribuições valiosas para nossa compreensão e aplicação da hipnose. Sumário 8 PREFÁCIO Quando meu editor e eu estávamos fazendo o planejamento deste livro, tínhamos em mente um objetivo, que era o de remover todo o mistério e toda a mistificação que vinham envolvendo o assunto hipnose há mais de um século. Para alcançar este objetivo tive de explicar de que forma a hipnose é induzida, e como são obtidos os resultados desejados. Contudo, este livro não deve ser visto como um daqueles...
equipamentos do tipo “faça-você-mesmo”, porque há muita coisa mais em hipnoterapia do que o simples fato de se poder auxiliar uma pessoa a cair em estado hipnótico. E a hipnose não é, em caso algum, assunto para ser tratado levianamenteI ou para servir de diversão em festas. Outra das tarefas que nos impusemos foi a de fazer o possível para evitar a impressão, através de citações de casos após casos, de que jamais enfrentei qualquer fracasso. Tive alguns deles, mas foram menos freqüentes à proporção em que eu ia me tornando cada vez mais apto na aplicação, pois tinha compreendido que a falha não era da hipnose, mas minha. Talvez eu a estivesse usando de modo incorreto, ou tentando usá-la quando não a devia ter feito. Através de anos ensinei a várias centenas de médicos e dentistas os princípios básicos da hipnose, e dei-lhes instrução prática sobre a forma de usá-la em seu dia-a-dia de profissionais. Isso significou que tive de me manter atualizado, lendo quase todos os livros que apareceram sobre o assunto. Considerei alguns deles excelentes, porém outros… Contudo, minhas leituras levaram-me a resolver que meu livro não seria uma repetição do que já tinha aparecido. E que tentaria evitar o uso de uma linguagem demasiadamente técnica. Só espero ter conseguido isso Finalmente, meus leitores deveriam saber que não sou médico nem cirurgião dentista, mas que durante muitos anos fiz conferências sobre hipnose através das Ilhas Britânicas e dos Estados Unidos da América do Norte. E que usei a hipnose como hipnoterapeuta e hipnoanalista, investigando como e por que ela funciona. Menciono isso para evitar que o leitor se sinta confuso, pois em algumas páginas é usada a palavra “paciente”. Isso se dá quando me refiro à expressão usada por médicos e dentistas. De outras vezes usei a palavra “cliente”, quando me referi a pessoas que atendi. Disse-me um amigo, ao saber que eu estava escrevendo um livro sobre hipnose: “Peter, ninguém terminará de lê-lo. Todos vão cair no sono.” Só espero que essa predição se realize. Sumário I Levianamente: Irresponsavelmente. (SMJ). 9 1 FALSOS CONCEITOS EM TORNO DA HIPNOSE “Cuidado com a hipnose e com os hipnotizadores” é uma reação bastante comum, quando se traz o assunto a uma conversação. E há inúmeras razões para que isso se dê. A principal pedra de tropeço a impedir que a hipnose seja aceita com maior disposição pela classe médica e pelo público em geral, é a falta de conhecimento. Isso pode parecer uma exagerada declaração condenatória, já que o leigo espera que os médicos sejam treinados em todos os aspectos da medicina. Na verdade, são treinados em tudo, menos em hipnose. Embora um relatório da Subcomissão da Associação Médica Britânica, publicado em 1955, dissesse que a hipnose tinha um papel a representar na medicina, os estudantes médicos consideram-se felizes se...
vés das Ilhas Britânicas e dos Estados Unidos da América do Norte. E que usei a hipnose como hipnoterapeuta e hipnoanalista, investigando como e por que ela funciona. Menciono isso para evitar que o leitor se sinta confuso, pois em algumas páginas é usada a palavra “paciente”. Isso se dá quando me refiro à expressão usada por médicos e dentistas. De outras vezes usei a palavra “cliente”, quando me referi a pessoas que atendi. Disse-me um amigo, ao saber que eu estava escrevendo um livro sobre hipnose: “Peter, ninguém terminará de lê-lo. Todos vão cair no sono.” Só espero que essa predição se realize. Sumário I Levianamente: Irresponsavelmente. (SMJ). 9 1 FALSOS CONCEITOS EM TORNO DA HIPNOSE “Cuidado com a hipnose e com os hipnotizadores” é uma reação bastante comum, quando se traz o assunto a uma conversação. E há inúmeras razões para que isso se dê. A principal pedra de tropeço a impedir que a hipnose seja aceita com maior disposição pela classe médica e pelo público em geral, é a falta de conhecimento. Isso pode parecer uma exagerada declaração condenatória, já que o leigo espera que os médicos sejam treinados em todos os aspectos da medicina. Na verdade, são treinados em tudo, menos em hipnose. Embora um relatório da Subcomissão da Associação Médica Britânica, publicado em 1955, dissesse que a hipnose tinha um papel a representar na medicina, os estudantes médicos consideram-se felizes se assistirem a uma demonstração enquanto estiverem no hospital-escola. Foi essa carência de informação, mais a informação errônea espalhadas através dos filmes e romances de terror, o que levou certas idéias preconcebidas a serem aceitas como fatos. Aquela que mais se destaca é a da imagem popular do hipnotizador como homem de personalidade forte e magnética, olhos profundos e penetrantes, dotado de um poder sobrenatural, para dirigir e comandar a mente de mortais menos importantes do que ele, levando-os ao transe. Uma vez em transe, o paciente é visto como que reduzido ao papel de simples fantoche, já sem vontade própria, obedecendo a todos os caprichos e ordens do hipnotizador, sem saber o que está fazendo. Tal conceito, como é bastante natural, desperta medo, porque ninguém aprecia a idéia de perder seu autocontrole e ser reduzido a um estado de inconsciência. Infelizmente, essa apreensão muito compreensível é aumentada, e não diminuída, por muitos médicos e dentistas que usam habitualmente a hipnose no exercício de sua profissão. Fazem isso quando se referem ao estado de hipnose como “transe”, palavra que o dicionário define como “estado de aturdimento, abstração, êxtase ou exaltação; estado de profundo adormecimento, intenso e prolongado”. E como se isso não fosse o suficiente para assustar a qualquer um, o fato de ser o mesmo termo usado pelos que estão interessados em fenômenos psíquicos para descrever u...
assistirem a uma demonstração enquanto estiverem no hospital-escola. Foi essa carência de informação, mais a informação errônea espalhadas através dos filmes e romances de terror, o que levou certas idéias preconcebidas a serem aceitas como fatos. Aquela que mais se destaca é a da imagem popular do hipnotizador como homem de personalidade forte e magnética, olhos profundos e penetrantes, dotado de um poder sobrenatural, para dirigir e comandar a mente de mortais menos importantes do que ele, levando-os ao transe. Uma vez em transe, o paciente é visto como que reduzido ao papel de simples fantoche, já sem vontade própria, obedecendo a todos os caprichos e ordens do hipnotizador, sem saber o que está fazendo. Tal conceito, como é bastante natural, desperta medo, porque ninguém aprecia a idéia de perder seu autocontrole e ser reduzido a um estado de inconsciência. Infelizmente, essa apreensão muito compreensível é aumentada, e não diminuída, por muitos médicos e dentistas que usam habitualmente a hipnose no exercício de sua profissão. Fazem isso quando se referem ao estado de hipnose como “transe”, palavra que o dicionário define como “estado de aturdimento, abstração, êxtase ou exaltação; estado de profundo adormecimento, intenso e prolongado”. E como se isso não fosse o suficiente para assustar a qualquer um, o fato de ser o mesmo termo usado pelos que estão interessados em fenômenos psíquicos para descrever u...

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