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Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo

Livro: Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo

Autor - Fonte: Carl Gustav Jung

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...EDITORA VOZES COMISSÃO RESPONSÁVEL Comissão responsável pela organização do lançamento das Obras Completas de CG. Jung em português: Dr, León Bonaventure Dr. Leonardo Boff Dora Mariana Ribeiro Ferreira da Silva Dra. Jette Bonaventure Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) Jung, Carl Gustav, 1875-1961. Os arquétipos e o inconsciente coletivo / CG. Jung ; [tradução Maria Luíza Appy, Dora Mariana R. Ferreira da Silva]. - Perrópolis, RJ : Vozes, 2000. Título original : Die Archetypen Und Das Kollektive Un Bewusste, ISBN 85.326.2354-9 (Brochura) ISBN 85.326.2355-7 (Encadernado) 1. Arquétipo (Psicologia) 2. Inconsciente 3. Psicanálise 1. Título. 00-1745 CDD-150.1954 índices para catálogo sistemático: 1. Arquétipos : Psicologia j un gui an a 150.1954 2. Inconsciente : Psicologia junguí ana 150.1954 OS ARQUÉTIPOS Ε Ο INCONSCIENTE COLETIVO CG. Jung 2ª Edição EDITORA VOZES Petrópolis 2002 © Walter-Verlag AG Ölten, 1976 Titulo do original alemão: Die Archetypen und das kollektive Unbewusste Editores: Lilly Jung-Merker f Dr. Phil. Elisabeth Ruf Direitos exclusivos de publicação em língua portuguesa: Editora Vozes Ltda. Rua Frei Luís, 100 25689-900 Petrópolis, RJ Internet: http://www.vozes.com.br Brasil Tradução: Dora Mariana R. Ferreira da Silva Maria Luiza Appy Revisão literária: Lie. Lúcia Mathilde Endlich Orth Revisão técnica: D...
a. Jette Bonaventure ISBN (edição alemã) 3.530.400S4-X ISBN (edição brasileira) 85.326.2354-9 (para brochura) 85.326.2355-7 (para encadernado) Este livra foi composto e impresso pela Editora Vozes Ltda. Sumário Prefácio dos editores, 11 I. SOBRE OS ARQUÉTIPOS DO INCONSCIENTE COLETIVO, 13 II. O CONCEITO DE INCONSCIENTE COLETIVO, 51 a. Definição, 53 b. Significado psicológico do inconsciente coletivo, 54 c. O método de comprovação, 58 d. Um exemplo, 60 III. O ARQUÉTIPO COM REFERÊNCIA ESPECIAL AO CONCEITO DE ANIMA, 65 IV. ASPECTOS PSICOLÓGICOS DO ARQUÉTIPO MATERNO, 85 1. O conceito de arquétipo, 87 2. O arquétipo materno, 91 3.0 complexo materno, 94 A. O complexo materno do filho, 95 Β. Ο complexo materno da filha, 97 a. A hipertrofia do aspecto maternal, 97 b. Exacerbação do eros, 98 c. Identificação com a mãe, 98 d. Defesa contra a mãe, 100 C. Os aspectos positivos do complexo materno, 101 a. A mãe, 101 b. O eros exacerbado, 103 c. A apenas-filha, 105 D. O complexo materno negativo, 106 4. Resumo, 108 V. SOBRE O RENASCIMENTO, 117 Observações preliminares, 119 1. Formas de renascimento, 1 i 9 a. Metempsicose, 119 β. Reencamação, 120 γ. Ressurreição (resurrectio), 120 δ. Renascimento (renovatio), 120 ε. Participação no piocesso da transformação, 121 2. Psicologia do renascimento, 121 A. A experiência da transcendência da vida, 122 a. Vivências mediadas pelo rito sagrado, 122 β. Experiências diretas, 123 B. Transformação subjetiva, 124 a. Diminuição da personalidade, 124 β. Transformação no sentido da ampliação, 125 y. Modificação da estrutura interior, 127 δ. Identificação com um grupo, 130 ε. Identificação com o herói do culto, 132 ζ. Procedimentos mágicos, 133 η. Transformação técnica, 133 Θ. Transformação natural, 134 3. Exemplo de uma seqüência de símbolos ilustrativos do processo de transformação, 138 VI. A PSICOLOGIA DO ARQUÉTIPO DA CRIANÇA, 151 ]. Introdução, 153 2. A psicologia do arquétipo da criança, 161 a. O arquétipo como estado pretérito, 161 b. A função do arquétipo, 163 c. O caráter futuro do arquétipo, 165 d. Unidade e pluralidade do motivo da criança, 166 e. A criança-deus e a criança-herói, 166 3. A fenomenologia especial do arquétipo da criança, 168 a. Abandono da criança, 168 b. A invencibilidade da criança, 170 c. O hermafroditísmo da criança, 174 d. A criança como começo e fim, 177 4. Conclusão, 179 VII. ASPECTOS PSICOLÓGICOS DA CORE, 181 a. Caso X, 190 b. CasoY, 194 c. CasoZ, 199 VIII. A FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO NO CONTO DE FADAS, 203 Prefácio, 205 a. Sobre a palavra "espírito", 205 b. A auto-representação do espírito nos sonhos, 21 f c. O espírito no conto de fadas, 214 d. O simbolismo teriomórfico do espírito no conto de fadas, 226 e. Adendo, 237 f. Anexo, 237 g. Conclusão, 24...
ado, 122 β. Experiências diretas, 123 B. Transformação subjetiva, 124 a. Diminuição da personalidade, 124 β. Transformação no sentido da ampliação, 125 y. Modificação da estrutura interior, 127 δ. Identificação com um grupo, 130 ε. Identificação com o herói do culto, 132 ζ. Procedimentos mágicos, 133 η. Transformação técnica, 133 Θ. Transformação natural, 134 3. Exemplo de uma seqüência de símbolos ilustrativos do processo de transformação, 138 VI. A PSICOLOGIA DO ARQUÉTIPO DA CRIANÇA, 151 ]. Introdução, 153 2. A psicologia do arquétipo da criança, 161 a. O arquétipo como estado pretérito, 161 b. A função do arquétipo, 163 c. O caráter futuro do arquétipo, 165 d. Unidade e pluralidade do motivo da criança, 166 e. A criança-deus e a criança-herói, 166 3. A fenomenologia especial do arquétipo da criança, 168 a. Abandono da criança, 168 b. A invencibilidade da criança, 170 c. O hermafroditísmo da criança, 174 d. A criança como começo e fim, 177 4. Conclusão, 179 VII. ASPECTOS PSICOLÓGICOS DA CORE, 181 a. Caso X, 190 b. CasoY, 194 c. CasoZ, 199 VIII. A FENOMENOLOGIA DO ESPÍRITO NO CONTO DE FADAS, 203 Prefácio, 205 a. Sobre a palavra "espírito", 205 b. A auto-representação do espírito nos sonhos, 21 f c. O espírito no conto de fadas, 214 d. O simbolismo teriomórfico do espírito no conto de fadas, 226 e. Adendo, 237 f. Anexo, 237 g. Conclusão, 246 IX. A PSICOLOGIA DA FIGURA DO "TRICKSTER", 249 X. CONSCIÊNCIA, INCONSCIENTE EINDIVIDUAÇÃO, 267 XI. ESTUDO EMPÍRICO DO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO, 283 Quadros 1-24 e interpretação, 286 Resumo, 343 XII. O SIMBOUSMO DA MANDALA, 349 Imagens 1-54 e interpretação, 352 Conclusão, 380 Anexo: Mandalas, 383 Bibliografia, 389 Prefácio dos editores A noção de arquétipo e seu correlato, o conceito de inconsciente co¬letivo, fazem parte das teorias mais conhecidas de CG. JUNG. É possí¬vel retraçar suas origens até as publicações mais antigas, como a disser¬tação médica "Sobre a psicologia e psicopatologia dos fenômenos cha¬mados ocultos" (1902), em que descreve as fantasias de um jovem mé¬dium histérico e procura analisar suas possíveis causas subjetivas. Indi¬cações dos conceitos encontram-se em vários de seus escritos subse¬qüentes; aos poucos cristalizam-se, a título experimental, as primeiras definições que são formuladas de modo sempre novo, até surgir um ceme teórico mais estável (no sentido original da palavra "concepção"). A primeira parte do volume IX - dividido em dois tomos - consiste de trabalhos, publicados entre 1933 e 1955, que esboçam e aperfeiçoam os dois conceitos. O volume é introduzido por três ensaios que podería¬mos considerar como lançamento teórico da pedra fundamental: "Sobre os arquétipos do inconsciente coletivo", fruto de uma conferência na reu¬nião Eranos de 1933; "O conceito de inc...
6 IX. A PSICOLOGIA DA FIGURA DO "TRICKSTER", 249 X. CONSCIÊNCIA, INCONSCIENTE EINDIVIDUAÇÃO, 267 XI. ESTUDO EMPÍRICO DO PROCESSO DE INDIVIDUAÇÃO, 283 Quadros 1-24 e interpretação, 286 Resumo, 343 XII. O SIMBOUSMO DA MANDALA, 349 Imagens 1-54 e interpretação, 352 Conclusão, 380 Anexo: Mandalas, 383 Bibliografia, 389 Prefácio dos editores A noção de arquétipo e seu correlato, o conceito de inconsciente co¬letivo, fazem parte das teorias mais conhecidas de CG. JUNG. É possí¬vel retraçar suas origens até as publicações mais antigas, como a disser¬tação médica "Sobre a psicologia e psicopatologia dos fenômenos cha¬mados ocultos" (1902), em que descreve as fantasias de um jovem mé¬dium histérico e procura analisar suas possíveis causas subjetivas. Indi¬cações dos conceitos encontram-se em vários de seus escritos subse¬qüentes; aos poucos cristalizam-se, a título experimental, as primeiras definições que são formuladas de modo sempre novo, até surgir um ceme teórico mais estável (no sentido original da palavra "concepção"). A primeira parte do volume IX - dividido em dois tomos - consiste de trabalhos, publicados entre 1933 e 1955, que esboçam e aperfeiçoam os dois conceitos. O volume é introduzido por três ensaios que podería¬mos considerar como lançamento teórico da pedra fundamental: "Sobre os arquétipos do inconsciente coletivo", fruto de uma conferência na reu¬nião Eranos de 1933; "O conceito de inc...

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