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Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo

Livro: Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo Página 2

Autor - Fonte: Carl Gustav Jung

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...onsciente coletivo", também um texío de conferência (1936), que teve de ser traduzido do inglês; e "Sobre o arquétipo com referência especial ao conceito de anima", publicado pela primeira vez em 1936. Seguem publicações que descrevem arquéti¬pos específicos como o da mãe, do renascimento, da ciiança divina, de Core (a donzela), depois o motivo do espírito como aparece em incontá¬veis variantes dos contos populares e a figura do chamado Trickster. Fi¬nalmente estuda a relação dos arquétipos com o processo de individua-ção, uma vez de modo teórico no ensaio "Consciência, inconsciente e in-dividuaçào" (1939), outra vez de modo prático, isto é, aplicado a um pro¬cesso particular de individuação, como se vê num trabalho analítico de JUNG, baseado numa série impressionante de quadros. Do simbolismo 11 das mandalas tratam o úítimo ensaio e um apêndice de 1955- Neles, além de rico material da historiadas religiões e do pensamento humano, há fi¬guras da prática psicoterapêutica do autor, portanto produtos espontâ¬neos do inconsciente de contemporâneos para descrição e interpretação. As ilustrações, que foram publicadas pela primeira vez na edição de "Gestaltungen des Unbewussten" (1954), foram refotografadas com me-lhor técnica para mais perfeita reprodução no volume das Obras Completas. Além disso foi possível reproduzir parcialmente em cores toda a série de fi¬guras que ilustra o ensaio "A empiria do processo de ind...
viduaçâo" e acres¬centar mais sete figuras que o próprio autor escolheu dentre o material que teve em mãos para a edição anglo-americana do tomo 1X/1 (1959). Os editores agradecem à senhora Magda Kerényi pelo excelente tra-balho de confecção dos índices de pessoas e analítico. Elisabeth Rüf tra-duziu do inglês o ensaio do capítulo II, até agora inédito em língua alemã. Outono de 1974 12 SOBRE OS ARQUÉTIPOS DO INCONSCIENTE COLETIVO (Publicado pela primeira vez em: Eranos Jahrbuch, 1934 (Rhein-Ver lag, Zurique, 1935). Elaborado soba forma de um primeiro ensaio cm: Von den Wurzeln desBewusstseins. Studien über den Archetypus. (Psychologische Abhandlungen IX) Rascher, Zurique 1954.] A hipótese de um inconsciente coletivo pertence àquele tipo de con¬ceito que a princípio o público estranha, mas logo dele se apropria, pas¬sando a usá-lo como uma representação corrente, tat como aconteceu corn o conceito do inconsciente em geral. A idéia filosófica do inconsci¬ente, tal como é encontrada principalmente em CG, CARUS e E. v. HARTMANN, depois de ter desaparecido sem deixar vestígios signifi¬cativos na onda avassaladora do materialismo e do empirismo, reapare¬ceu pouco a pouco no âmbito da psicologia médica, orientada para as ciências naturais. A princípio o conceito do inconsciente limitava-se a designar o esta¬do dos conteúdos reprimidos ou esquecidos. O inconsciente, em FREUD, apesar de já aparecer - pelo menos metaforicamente - como sujeito atu¬ante, nada mais é do que o espaço de concentração desses conteúdos es¬quecidos e recalcados, adquirindo um significado prático graças a eles. Assim sendo, segundo FREUD, o inconsciente é de natureza exclusiva¬mente pessoal1, muito embora ele tenha chegado a discernir as formas de pensamento arcaíco-mitológícas do inconsciente. Uma camada mais ou menos superficial do inconsciente é indubita¬velmente pessoal. Nós a denominamos inconsciente pessoal. Este porém repousa sobre uma camada mais profunda, que já não tem sua origem em experiências ou aquisições pessoais, sendo inata. Esta camada mais pro¬funda é o que chamamos inconsciente coletivo. Eu optei pelo termo "co¬letivo" pelo fato de o inconsciente não ser de natureza individual, mas universal; isto é, contrariamente à psique pessoal ele possui conteúdos e modos de comportamento, os quais são `cum grano salis` os mesmos em toda parte e em todos os indivíduos. Em outras palavras, são idênticos em todos os seres humanos, constituindo portanto um substrato psíquico comum de natureza psíquica suprapessoal que existe em cada indivíduo. I. FREU D modificou seu pomo de vista fundamental aqui indicado em trabalhos posterio¬res: a psique instintiva foi por cie designada como "id" e o "superego" corresponde ao conscien¬te coletivo, cm parte consciente e cm parte inconsciente (reprimido) pelo indivíduo. 15 Uma existência psíquica só pode ser reconhecida pela presen...
te - como sujeito atu¬ante, nada mais é do que o espaço de concentração desses conteúdos es¬quecidos e recalcados, adquirindo um significado prático graças a eles. Assim sendo, segundo FREUD, o inconsciente é de natureza exclusiva¬mente pessoal1, muito embora ele tenha chegado a discernir as formas de pensamento arcaíco-mitológícas do inconsciente. Uma camada mais ou menos superficial do inconsciente é indubita¬velmente pessoal. Nós a denominamos inconsciente pessoal. Este porém repousa sobre uma camada mais profunda, que já não tem sua origem em experiências ou aquisições pessoais, sendo inata. Esta camada mais pro¬funda é o que chamamos inconsciente coletivo. Eu optei pelo termo "co¬letivo" pelo fato de o inconsciente não ser de natureza individual, mas universal; isto é, contrariamente à psique pessoal ele possui conteúdos e modos de comportamento, os quais são `cum grano salis` os mesmos em toda parte e em todos os indivíduos. Em outras palavras, são idênticos em todos os seres humanos, constituindo portanto um substrato psíquico comum de natureza psíquica suprapessoal que existe em cada indivíduo. I. FREU D modificou seu pomo de vista fundamental aqui indicado em trabalhos posterio¬res: a psique instintiva foi por cie designada como "id" e o "superego" corresponde ao conscien¬te coletivo, cm parte consciente e cm parte inconsciente (reprimido) pelo indivíduo. 15 Uma existência psíquica só pode ser reconhecida pela presença de conteúdos capazes de serem conscientizados. Só podemos falar, portan¬to, de um inconsciente na medida em que comprovarmos os seus conteú¬dos. Os conteúdos do inconsciente pessoal são principalmente os com¬plexos de tonalidade emocional, que constituem a intimidade pessoal da vida anímica. Os conteúdos do inconsciente coletivo, por outro lado, sào chamados arquétipos. O termo archetypusjá se encontra em FILO JUDEU2 como referên¬cia à imago dei no homem. Em IRÍNEU também, onde se lê: "Mundi fa¬bricator non a semetipso fecit haec, sed de alienis archetypis transtulit " (O criador do mundo não fez essas coisas diretamente a partir de si mes¬mo, mas copiou-as de outros arquétipos). No Corpus Hermeücum , Deus é denominado το αρχέτυπον φως (a luz arquetípica). Em DIONÍS1O AREOPAGITA encontramos esse termo diversas vezes como "De coe-lesti hierarchia"` : αι αύλαι άρχετυπιαι (os arquétipos imateriais), bem como "De divinis nominibus " . O termo arquétipo não é usado por AGOSTINHO, mas sua idéia no entanto está presente; por exemplo em ``De divers is quaestionibus ", "ideae. quae ipsae format ae non sunt. quae in divina inielligentia continentur" . (idéias. que não são forma¬das, mas estão contidas na inteligência divina). "Archetypus" é uma pe-rífrase explicativa do είδ...
a de conteúdos capazes de serem conscientizados. Só podemos falar, portan¬to, de um inconsciente na medida em que comprovarmos os seus conteú¬dos. Os conteúdos do inconsciente pessoal são principalmente os com¬plexos de tonalidade emocional, que constituem a intimidade pessoal da vida anímica. Os conteúdos do inconsciente coletivo, por outro lado, sào chamados arquétipos. O termo archetypusjá se encontra em FILO JUDEU2 como referên¬cia à imago dei no homem. Em IRÍNEU também, onde se lê: "Mundi fa¬bricator non a semetipso fecit haec, sed de alienis archetypis transtulit " (O criador do mundo não fez essas coisas diretamente a partir de si mes¬mo, mas copiou-as de outros arquétipos). No Corpus Hermeücum , Deus é denominado το αρχέτυπον φως (a luz arquetípica). Em DIONÍS1O AREOPAGITA encontramos esse termo diversas vezes como "De coe-lesti hierarchia"` : αι αύλαι άρχετυπιαι (os arquétipos imateriais), bem como "De divinis nominibus " . O termo arquétipo não é usado por AGOSTINHO, mas sua idéia no entanto está presente; por exemplo em ``De divers is quaestionibus ", "ideae. quae ipsae format ae non sunt. quae in divina inielligentia continentur" . (idéias. que não são forma¬das, mas estão contidas na inteligência divina). "Archetypus" é uma pe-rífrase explicativa do είδ...

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