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Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo

Livro: Os Arquétipos e o Inconsciente Coletivo Página 3

Autor - Fonte: Carl Gustav Jung

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...ος platônico. Para aquilo que nos ocupa, a de¬nominação é precisa e de grande ajuda, pois nos diz que, no concernente aos conteúdos do inconsciente coletivo, estamos tratando de tipos arcai¬cos - ou melhor - primordiais, isto é, de imagens universais que existi¬ram desde os tempos mais remotos. O termo représentations collectives. 2. De opificio ntuiuli. index, v. verbete. 3. Adversas omnes haereses. 2, 6 [p. 126]. 4. [SCOTT, Hermética I. p. 140; a luz arquetípica,] 5.11, IV [MIGNE, P.G. - L. Ill col. 144; os arquétipos imateriais]. 6. II, IV (MIGNE, ap. dl., col. 595 ). 7`.Dedivi`fsis quaesrioitibtis, LXXX1I1, XL VI col 49 [Idéias,,, elas mesmas não são forma¬das . contidas no saber divino]. "Arquétipo c utilizado pcios alquimistas de modo semelhante No Γ/Îic/nii« ai«™.t de HERNIES TRISMEGlSTOínjíí/fíwirc/ie/jjráfm. 1613. IV. p. 718): ".ut Dcusomncm divinitatis suao thcsaunim. in se tanquamardictypo abscond im m . codem modo Saturnus occulte corporum melallicorum símulaclira in se circumfercns ." [como Deus oculta cmsi lodosos tesouros de sua divindade. tal como um arquétipo .assim do mesmo modo Satur¬no traz envolvido em si secretamente o simulacro de corpos metálicos] Em VIGENERUS (Trac-Mli(.fJeigi!eelsakm:TlieatrumcÍ!eiiikiitii, 1661. VI, cap, 4, p. 3)omundoé"adarcKclypisuisi-miiitudinem factus ` [criado segundo a imagem de seu arquétipo], sendo por isso chamado de ``magnus homo" [grande homem] Chomo max im us" em SWE...
ENBORG), 16 usado por LÉ V Y-BRUHL para designar as figuras simbólicas da cosmo-visão primitiva, poderia também ser aplicado aos conteúdos inconscien¬tes, uma vez que ambos têm praticamente o mesmo significado. Os ensi¬namentos tribais primitivos tratam de arquétipos de um modo peculiar. Na realidade, eles não são mais conteúdos do inconsciente, pois já se transformaram em fórmulas conscientes, transmitidas segundo a tradi¬ção, geralmente sob forma de ensinamentos esotéricos. Estes são uma expressão típica para a transmissão de conteúdos coletivos, originaria-mente provindos do inconsciente. Outra forma bem conhecida de expressão dos arquétipos é encontra-da no mito e no conto de fada. Aqui também, no entanto, se trata de for¬mas cunhadas de um modo específico e transmitidas através de longos períodos de tempo. O conceito de "archetypus" só se aplica indireta¬mente às représentations collectives, na medida em que designar ape¬nas aqueles conteúdos psíquicos que ainda não foram submetidos a qualquer elaboração consciente. Neste sentido, representam, portanto, um dado animico imediato. Como tal, o arquétipo difere sensivelmente da fórmula historicamente elaborada. Especialmente em níveis mais al¬tos dos ensinamentos secretos, os arquétipos aparecem sob uma forma que revela seguramente a influência da elaboração consciente, a qual julga e avalia. Sua manifestação imediata, como a encontramos em so¬nhos e visões, é muilo mais individual, incompreensível e ingênua do que nos mitos, por exemplo. O arquétipo representa essencialmente um conteúdo inconsciente, o qual se modifica através de sua conscientização epercepçâo, assumindo matizes que variam de acordo com a consciência individual na qual se manifesta1*. O significado do termo "archetypus" fica sem dúvida mais claro quando se refaciona com o mito, o ensinamento esotérico e o conto de fada. O assunto se complica, porém, se tentarmos fundamentá-lo psico¬logicamente. Até hoje os estudiosos da mitologia contentavam-se em re¬correr a idéias solares, lunares, meteorológicas, vegetais, etc. O fato de que os mitos são antes de mais nada manifestações da essência da alma foi negado de modo absoluto até nossos dias. O homem primitivo não se interessa pelas explicações objetivas do óbvio, mas, por outro lado, tem uma necessidade imperativa, ou melhor, a sua alma inconsciente é impe¬lida irresistível mente a assimilar toda experiência externa sensorial a 8. Para sermos exatos devemos distinguir entre "arquétipo" c "idéias arqticsípicas". O ar¬quétipo represen ia um modelo hipotético abstrato. cotnoo/Mjf/e™ ofbehaviai conhecido na bio¬logia. V. a respeito [JUNG], Ttieoreiiwlie Überlegungen zum Wesen des Psychischen, 17 acontecimentos anímicos. Para o primitivo não basta ver o Sol nascer e declinar; esta observação exterior deve corresponder - para eíe - a um aeontiicimentu anímico, isto c. o Soi d...
mais individual, incompreensível e ingênua do que nos mitos, por exemplo. O arquétipo representa essencialmente um conteúdo inconsciente, o qual se modifica através de sua conscientização epercepçâo, assumindo matizes que variam de acordo com a consciência individual na qual se manifesta1*. O significado do termo "archetypus" fica sem dúvida mais claro quando se refaciona com o mito, o ensinamento esotérico e o conto de fada. O assunto se complica, porém, se tentarmos fundamentá-lo psico¬logicamente. Até hoje os estudiosos da mitologia contentavam-se em re¬correr a idéias solares, lunares, meteorológicas, vegetais, etc. O fato de que os mitos são antes de mais nada manifestações da essência da alma foi negado de modo absoluto até nossos dias. O homem primitivo não se interessa pelas explicações objetivas do óbvio, mas, por outro lado, tem uma necessidade imperativa, ou melhor, a sua alma inconsciente é impe¬lida irresistível mente a assimilar toda experiência externa sensorial a 8. Para sermos exatos devemos distinguir entre "arquétipo" c "idéias arqticsípicas". O ar¬quétipo represen ia um modelo hipotético abstrato. cotnoo/Mjf/e™ ofbehaviai conhecido na bio¬logia. V. a respeito [JUNG], Ttieoreiiwlie Überlegungen zum Wesen des Psychischen, 17 acontecimentos anímicos. Para o primitivo não basta ver o Sol nascer e declinar; esta observação exterior deve corresponder - para eíe - a um aeontiicimentu anímico, isto c. o Soi deve representar em sua trajetória o destino de um deus ou herói que, no fundo, habita unicamente a alma do homem. Todos os acontecimentos mítologizados da natureza, tais como o verão e o inverno, as fases da lua, as estações chuvosas, etc, não são de modo algum alegorias9 destas, experiências objetivas, mas sim, expres¬sões simbólicas do drama interno e inconsciente da alma, que a consciên¬cia humana consegue apreender através de projeção - isto é, espelhadas nos fenômenos da natureza. A projeção é tão radical que foram necessá¬rios vários milênios de civilização para desligá-la de algum modo de seu objeto exterior. No caso da astrologia, por exemplo, chegou-se a consi¬derar esta antiqüíssima scientia intuitiva como absolutamente herética, por não conseguir separar das estrelas a caracterologiapsicológica. Mes¬mo hoje, quem acredita ainda na astrologia, sucumbe quase invariavel-mente à antiga superstição da influência dos astros. Ε todo aquele que é capaz de calcular um horóscopo deveria saber que desde os dias de HIPARCO DE ALEXANDRIA o ponto vernal é fixado em 0o de Áries e assim todo horóscopo se baseia num zodíaco arbitrário, porque desde essa época o ponto vernal avançou gradativamente para os graus iniciais de Peixes devido à precessão dos equinócios. O homem primitivo é de uma tal subjetividade que é de admirar-se o fato de não termos relacionado antes os mitos com os acontecimentos anímicos. Seu conhecime...
eve representar em sua trajetória o destino de um deus ou herói que, no fundo, habita unicamente a alma do homem. Todos os acontecimentos mítologizados da natureza, tais como o verão e o inverno, as fases da lua, as estações chuvosas, etc, não são de modo algum alegorias9 destas, experiências objetivas, mas sim, expres¬sões simbólicas do drama interno e inconsciente da alma, que a consciên¬cia humana consegue apreender através de projeção - isto é, espelhadas nos fenômenos da natureza. A projeção é tão radical que foram necessá¬rios vários milênios de civilização para desligá-la de algum modo de seu objeto exterior. No caso da astrologia, por exemplo, chegou-se a consi¬derar esta antiqüíssima scientia intuitiva como absolutamente herética, por não conseguir separar das estrelas a caracterologiapsicológica. Mes¬mo hoje, quem acredita ainda na astrologia, sucumbe quase invariavel-mente à antiga superstição da influência dos astros. Ε todo aquele que é capaz de calcular um horóscopo deveria saber que desde os dias de HIPARCO DE ALEXANDRIA o ponto vernal é fixado em 0o de Áries e assim todo horóscopo se baseia num zodíaco arbitrário, porque desde essa época o ponto vernal avançou gradativamente para os graus iniciais de Peixes devido à precessão dos equinócios. O homem primitivo é de uma tal subjetividade que é de admirar-se o fato de não termos relacionado antes os mitos com os acontecimentos anímicos. Seu conhecime...

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