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Psicologia do Inconsciente

Livro: Psicologia do Inconsciente

Autor - Fonte: Carl Gustav Jung

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...FICHA CATALOGRÁFICA CIP-Brasil. Catalogação-na-fonte Sindicato Nacional dos Editores de Livros, RJ. Jung, Carl Gustav, 1875-1961. J92p Psicologia do inconsciente /C G Jung; tradução de Maria Luiza Appy. Petrópolis, Vozes, 1980. (Obras completas de C. G. Jung, v.7, t.l). Traàução de: Zwei Schriften Über Analytische Psychologie: Über die Psychologie des Unbewusten. Bibliografia. 1. Psicanálise — Estudo de casos. 2. Subconsciente. I. Título. II. Série. CDD — 154.2 616.8917 78-0241 CDU — 159.964.2 COMISSÃO RESPONSÁVEL PELA ORGANIZAÇÃO DO LANÇAMENTO DAS OBRAS COMPLETAS DE C. G. JUNG EM PORTUGUÊS: Dr. Léon Bonaventure Dr. Frei Leonardo Boff Dra. Dora Mariana Ribeiro Ferreira da Silva Dra. Jette Bonaventure PSICOLOGIA DO INCONSCIENTE C.G.Jung Tradução de MARIA LUÍZA APPY 2º edição © 1971, Walter Verlag, AG, Olten Título do original alemão: Zwei Schriften über Analytische Psychologie (7. Band) über die Psychologie des Unbewusten (1. Schrift) DIREITOS EXCLUSIVOS DE PUBLICAÇÃO EM LÍNGUA PORTUGUESA EDITORA VOZES LTDA. Rua Frei Luís, 100 25.600 Petrópolis, RJ Brasil Prefácio à 1ª edição ESTE pequeno trabalho 1 surgiu no momento em que, a pedido do editor, comecei a rever, para ser reeditado, o artigo Neue Bahnen der Psychologie (Novos rumos da Psicologia), publicado em 1912 no Raschersches Jahrbuch (Anuário de Rascher). O trabalho apresentado aqui...
, portanto, aquele mesmo, modificado na sua forma e ampliado. No artigo em questão, limitava-se a mostrar um aspecto essencial da interpretação psicológica introduzida por Freud. Com as numerosas e impor¬tantes modificações sofridas nos últimos anos pela psicologia do inconsciente, fui obrigado a alargar consideravelmente o âm¬bito daquele primeiro artigo. Vários trechos sobre Freud foram reduzidos e substituídos por considerações tiradas da psicolo¬gia de Adler. Além disso, dentro da orientação geral e na me¬dida em que coubesse nos limites deste trabalho, introduzi os meus próprios pontos de vista. Devo prevenir o leitor de que a complexidade da matéria vai exigir um grande esforço de paciência e atenção. Também quero deixar bem claro que este trabalho não pretende encerrar o assunto nem esgotar os ar-gumentos. Isso demandaria exaustivas teses científicas sobre cada um dos problemas específicos aqui abordados. Quem qui¬ser aprofundar-se nas questões levantadas, deverá recorrer à literatura especializada. Minha intenção é simplesmente dar alguma orientação sobre as mais recentes interpretações da essência da psicologia do inconsciente. Por considerar o pro¬blema do inconsciente de extrema importância e atualidade e Por saber que diz respeito intimamente a todos e a cada um de nós, julguei oportuno colocá-lo ao alcance do público leigo e culto, impedindo que fosse condenado a desaparecer na inacessibilidade de uma revista científica especializada, levando uma existência formal numa obscura estante de biblioteca. 1- Die Psychologie der unbewussten Prozesse, 1917. Nada mais apropriado do que os processos psicológicos que acom-panham a guerra atual — notadamente a anarquização inacre¬ditável dos critérios em geral, as difamações recíprocas, os surtos imprevisíveis de vandalismo e destruição, a maré indizível de mentiras e a incapacidade do homem de deter o de¬mônio sanguinário para obrigar o homem que pensa a encarar o problema do inconsciente caótico e agitado, debaixo do mun¬do ordenado da consciência. Esta Guerra Mundial mostra im-placavelmente que o homem civilizado ainda é um bárbaro. Ao mesmo tempo, prova que um açoite de ferro está à espera, caso ainda se tenha a veleidade de responsabilizar o vizinho pelos seus próprios defeitos. A psicologia do indivíduo corres¬ponde à psicologia das nações. As nações fazem exatamente o que cada um faz individualmente; e do modo como o indivíduo age, a nação também agirá. Somente com a transformação da atitude do indivíduo é que começará a transformar-se a psico¬logia da nação. Até hoje, os grandes problemas da humanidade nunca foram resolvidos por decretos coletivos, mas somente pela renovação da atitude do indivíduo. Em tempo algum, meditar sobre si mesmo foi uma necessidade tão imperiosa e a única coisa certa, como nesta catastrófica época contempo¬rânea. Mas quem se questiona a si mesmo depara...
fica especializada, levando uma existência formal numa obscura estante de biblioteca. 1- Die Psychologie der unbewussten Prozesse, 1917. Nada mais apropriado do que os processos psicológicos que acom-panham a guerra atual — notadamente a anarquização inacre¬ditável dos critérios em geral, as difamações recíprocas, os surtos imprevisíveis de vandalismo e destruição, a maré indizível de mentiras e a incapacidade do homem de deter o de¬mônio sanguinário para obrigar o homem que pensa a encarar o problema do inconsciente caótico e agitado, debaixo do mun¬do ordenado da consciência. Esta Guerra Mundial mostra im-placavelmente que o homem civilizado ainda é um bárbaro. Ao mesmo tempo, prova que um açoite de ferro está à espera, caso ainda se tenha a veleidade de responsabilizar o vizinho pelos seus próprios defeitos. A psicologia do indivíduo corres¬ponde à psicologia das nações. As nações fazem exatamente o que cada um faz individualmente; e do modo como o indivíduo age, a nação também agirá. Somente com a transformação da atitude do indivíduo é que começará a transformar-se a psico¬logia da nação. Até hoje, os grandes problemas da humanidade nunca foram resolvidos por decretos coletivos, mas somente pela renovação da atitude do indivíduo. Em tempo algum, meditar sobre si mesmo foi uma necessidade tão imperiosa e a única coisa certa, como nesta catastrófica época contempo¬rânea. Mas quem se questiona a si mesmo depara invariavel¬mente com as barreiras do inconsciente, que contém justamente aquilo que mais importa conhecer. Küsnacht—Zurich, dezembro de 1916 O autor Prefácio à 2» edição Muito me alegra que este pequeno estudo apareça numa se¬gunda edição em tão curto espaço de tempo — e isso apesar do seu conteúdo, que deve ser de difícil compreensão para muitos. Reedito-o inalterado em sua essência, salvo modificações e aperfeiçoamentos insignificantes. Tenho consciência, po¬rém, de que, para colocá-lo mais facilmente ao alcance de todos, será preciso ampliar o debate, devido à dificuldade e à novidade excepcionais do assunto, principalmente no que se refere aos últimos capítulos. Um maior aprofundamento das linhas básicas neles contidas ultrapassaria os limites de uma divulgação mais ou menos popular, de forma que prefiro dis¬cutir essas questões com a devida minúcia em outro livro, que se encontra em fase preparatória.2 2. Psychologische Typen, Obras completas, Vol. 6. O número de cartas que recebi após a publicação da pri¬meira edição prova que o interesse do grande público pelos problemas da alma humana é muito maior do que eu espe¬rava. O despertar desse interesse deve provir, em grande parte, do abalo em nossa consciência provocado pela Guerra Mundial. O espetáculo dessa catástrofe faz com que o homem, sentindo-se totalmente impotente, se volte para si mesmo, olhe para dentro e, como tudo vacila, busque algo que...
invariavel¬mente com as barreiras do inconsciente, que contém justamente aquilo que mais importa conhecer. Küsnacht—Zurich, dezembro de 1916 O autor Prefácio à 2» edição Muito me alegra que este pequeno estudo apareça numa se¬gunda edição em tão curto espaço de tempo — e isso apesar do seu conteúdo, que deve ser de difícil compreensão para muitos. Reedito-o inalterado em sua essência, salvo modificações e aperfeiçoamentos insignificantes. Tenho consciência, po¬rém, de que, para colocá-lo mais facilmente ao alcance de todos, será preciso ampliar o debate, devido à dificuldade e à novidade excepcionais do assunto, principalmente no que se refere aos últimos capítulos. Um maior aprofundamento das linhas básicas neles contidas ultrapassaria os limites de uma divulgação mais ou menos popular, de forma que prefiro dis¬cutir essas questões com a devida minúcia em outro livro, que se encontra em fase preparatória.2 2. Psychologische Typen, Obras completas, Vol. 6. O número de cartas que recebi após a publicação da pri¬meira edição prova que o interesse do grande público pelos problemas da alma humana é muito maior do que eu espe¬rava. O despertar desse interesse deve provir, em grande parte, do abalo em nossa consciência provocado pela Guerra Mundial. O espetáculo dessa catástrofe faz com que o homem, sentindo-se totalmente impotente, se volte para si mesmo, olhe para dentro e, como tudo vacila, busque algo que...

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