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Manual Teórico e Prático de Radiestesia

Livro: Manual Teórico e Prático de Radiestesia Página 3

Autor - Fonte: Dr. E. Saevarius

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...o, pela aplicação dos métodos radiestésicos, o agricultor ou o lavrador podem adquirir os meios que lhes permitirão melhorar suas terras, aumentar suas colheitas e fomentar uma vigorosa arremetida progressista no desenvolvimento econômico de sua própria situação, criando ao redor de suas atividades um ambiente novo, capaz de acabar com as rotinas e os erros do passado. Reservamos um capítulo especial destinado à descrição de uma descoberta nossa que trata de um novo método de prospecção, no qual fizemos entrar o jogo de "fichas", em substituição ao das amostras-testemunhas; mesmo em questões terapêuticas, chegamos a substituir por fichas de nomes os remédios, as doenças e até os pacientes. Com esse novo método, conseguem-se resultados surpreendentes que causam admiração. Terminamos nosso trabalho com um estudo teórico sobre as girações do pêndulo, conforme encaramos - segundo o nosso juízo - as causas que intervêm nos seus movimentos e que determinam, independentemente do operador, o sentido das girações. 1ª. PARTE CAPÍTULO I INSTRUMENTOS Os instrumentos de que se valem os radiestesistas nos seus trabalhos são: a Forquilha ou Varinha e o Pêndulo. O emprego de um ou de outro desses instrumentos não é de todo indiferente. Para uns, ou em certas pesquisas, a forquilha é preferida, ao passo que noutras o pêndulo tem a prioridade. Mas pode-se adiantar que, conforme a prática e a escolha do operador, o emprego de um ou outro de...
ses instrumentos não altera o resultado das pesquisas; ao contrário, em muitos casos o emprego alternado de ambos os instrumentos permite melhor "controle". A Forquilha ou Varinha A forquilha consiste numa haste flexível, tendo a forma indicada pelo seu nome. A qualidade da madeira é indiferente, com exceção das essências resinosas e os sambucus. Pode também ser confeccionada com duas varinhas ligadas por uma de suas extremidades, por meio de um fio de linho, cânhamo, seda ou algodão (Fig. 1), não sendo este último muito recomendado devido às suas qualidades negativas. Os braços ou hastes devem possuir de 30 a 35 centímetros aproximadamente; as forquilhas tiradas de galhos naturais, para maior duração, devem ser de um galho tríplice, suprimindo-se o central (Fig.2). As forquilhas podem ser também de metal, aço ou cobre. Existem forquilhas de arame de aço ou de cobre, enrolado em aspiral, ou, ainda, de madeira ou qualquer outro material, tendo nos seus braços um enrolamento de arame (Fig. 3). O enrolamento do solenóide tem por fim aumentar a sensibilidade do instrumento. Na forquilha dos radiestesistas americanos, de arame em aspiral, as extremidades são fixadas num pedaço de madeira ou de cortiça (Fig. 4). Cada operador deverá ter forquilha própria e especial para manuseio. Muitos são os radiestesistas que utilizam forquilhas de sua invenção. Aproveitamos esta oportunidade para lembrar as forquilhas de afamados radiestesistas, tais como: Turene, Henry de France, Dr. J. Regnault, Henri Mager e outros. Todas elas são confeccionadas com barbatanas de baleia, que, juntamente com as forquilhas de madeira, são as mais usadas (galho de pau natural trifurcado, suprimindo-se o central e as duas varinhas de vime, ou de qualquer outra madeira flexível, com dois braços unidos por um fio de linho ou de cânhamo). Há ainda forquilhas de "ebonite", com ou sem ligadura, e as de cores, especiais para determinados trabalhos. Como se deve segurar a Forquilha Segura-se pelas duas extremidades livres, com a palma da mão voltada para cima, mantendo as extremidades entre o polegar e a falangeta do indicador, com os demais dedos sustentando os braços das hastes (Fig. 5). Os que praticam o uso da forquilha preferem segurá-Ia com a extremidade dos dedos (Fig. 6), vendo nesse processo melhores resultados, pois assim a forquilha apresenta a vantagem de reduzir a "crispação" inicial. Os braços do operador devem permanecer ligeiramente afastados do corpo, e os antebraços estendidos para diante com os cotovelos tendendo a aproximar-se um pouco; a ponta da forquilha, dirigida numa posição apenas acima da horizontal. Outra posição consiste em ter os braços levantados, mantendo a ponta da forquiIha à altura dos olhos, as duas extremidades das hastes acima das partes das mãos que ligam os polegares aos indicadores e as mãos voltadas e abertas. Para alguns, esta posição torna o instru...
tas, tais como: Turene, Henry de France, Dr. J. Regnault, Henri Mager e outros. Todas elas são confeccionadas com barbatanas de baleia, que, juntamente com as forquilhas de madeira, são as mais usadas (galho de pau natural trifurcado, suprimindo-se o central e as duas varinhas de vime, ou de qualquer outra madeira flexível, com dois braços unidos por um fio de linho ou de cânhamo). Há ainda forquilhas de "ebonite", com ou sem ligadura, e as de cores, especiais para determinados trabalhos. Como se deve segurar a Forquilha Segura-se pelas duas extremidades livres, com a palma da mão voltada para cima, mantendo as extremidades entre o polegar e a falangeta do indicador, com os demais dedos sustentando os braços das hastes (Fig. 5). Os que praticam o uso da forquilha preferem segurá-Ia com a extremidade dos dedos (Fig. 6), vendo nesse processo melhores resultados, pois assim a forquilha apresenta a vantagem de reduzir a "crispação" inicial. Os braços do operador devem permanecer ligeiramente afastados do corpo, e os antebraços estendidos para diante com os cotovelos tendendo a aproximar-se um pouco; a ponta da forquilha, dirigida numa posição apenas acima da horizontal. Outra posição consiste em ter os braços levantados, mantendo a ponta da forquiIha à altura dos olhos, as duas extremidades das hastes acima das partes das mãos que ligam os polegares aos indicadores e as mãos voltadas e abertas. Para alguns, esta posição torna o instrumento mais sensível, mas é cansativa em demasia. Há operadores que substituem a forquilha por uma simples varinha de madeira de 70 a 80 centímetros de comprimento aproximadamente, mantida em equilíbrio, descansando apenas sobre os indicadores de cada mão aberta (Fig. 7). Ao caminhar nessa posição, dará um movimento de vaivém às mãos, aproximando-as e afastando-as com vivacidade. Ao passar por ciina de uma corrente de água ou de uma corrente elétrica, a varinha girará sobre si mesma e tomará uma posição perpendicular à corrente. Confessamos não ter experimentado esse processo. Observação importante: Recomenda-se, tanto ao rabdomante quanto ao radiestesista, que em seus trabalhos não transportem quaisquer metais: anéis, correntes, relógios, moedas etc. que possam constituir "testemunhas ou filtros". É também conveniente para o vedor que haja algo cingindo-lhe os braços ou as pernas, ou ainda qualquer outra parte do corpo, mormente se estiver em contato com a pele. Causas que impedem os movimentos da Forquilha Às vezes, essas causas, geralmente momentâneas, podem ser atribuídas ao ambiente; mas, se permanente, a causa provém do instrumento cuja construção é defeituosa. Essas condições perturbadoras serão facilmente evitadas. Não se apresentam, se for usado um instrumento próprio, comprovado e isento de qualquer defeito, acompanhado das devidas precauções. As luvas de pele ou de couro não são obstáculo, porém d...
mento mais sensível, mas é cansativa em demasia. Há operadores que substituem a forquilha por uma simples varinha de madeira de 70 a 80 centímetros de comprimento aproximadamente, mantida em equilíbrio, descansando apenas sobre os indicadores de cada mão aberta (Fig. 7). Ao caminhar nessa posição, dará um movimento de vaivém às mãos, aproximando-as e afastando-as com vivacidade. Ao passar por ciina de uma corrente de água ou de uma corrente elétrica, a varinha girará sobre si mesma e tomará uma posição perpendicular à corrente. Confessamos não ter experimentado esse processo. Observação importante: Recomenda-se, tanto ao rabdomante quanto ao radiestesista, que em seus trabalhos não transportem quaisquer metais: anéis, correntes, relógios, moedas etc. que possam constituir "testemunhas ou filtros". É também conveniente para o vedor que haja algo cingindo-lhe os braços ou as pernas, ou ainda qualquer outra parte do corpo, mormente se estiver em contato com a pele. Causas que impedem os movimentos da Forquilha Às vezes, essas causas, geralmente momentâneas, podem ser atribuídas ao ambiente; mas, se permanente, a causa provém do instrumento cuja construção é defeituosa. Essas condições perturbadoras serão facilmente evitadas. Não se apresentam, se for usado um instrumento próprio, comprovado e isento de qualquer defeito, acompanhado das devidas precauções. As luvas de pele ou de couro não são obstáculo, porém d...

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