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Afrodisíacos com sabedoria

Livro: Afrodisíacos com sabedoria

Autor - Fonte: J. R. R. ABRAHÃO
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... AFRODISÍACOS COM SABEDORIA
Afrodisíacos podem ter muitas definições, dependendo sempre do relator do
assunto.
Procurarei abordar o tema como terapeuta holístico, atividade que exerço há alguns
anos, e pesquisador do tema, coisa que faço há mais de uma década.
Podemos classificar os afrodisíacos, inicialmente, do meu ponto de vista, em dois
grupos bastante distintos:
a) Sensoriais;
b) Psicoativos.
Como Sensoriais, podemos incluir todos os “suportes” visuais (fetiches), auditivos
(a palavra certa dita na hora exata), olfatórios (aromas) e gustativos (paladares).
O grande problema com esse grupo de Afrodisíacos é que, o mesmo “agente” instigante
para uns, pode ser um elemento de bloqueio para outros. Daí torna-se Anafrodisíaco, ou
seja, tira o desejo sexual.
Já os Psicoativos funcionam de maneira totalmente distinta: provocam uma
alteração na mente do usuário.
É claro que, ao ler essa definição, o Leitor imediatamente lembrará do conceito de “drogas
de expansão da mente”, sejam psicodélicas, alucinógenas, depressivas ou euforiantes.
E os Afrodisíacos SÃO “drogas que provocam estados alterados de consciência”.
Como o LSD-25, a Maconha, o Peyote ou o Mescalito, mas que provocam outro tipo de
“estado alterado de consciência”: a exacerbação da sexualidade ou da libido.
Talvez o leitor fique intrigado com essa definição, não vendo nada em comum entre
o temível (ou fantástico) Ácido Lisérgico e a inocent
Catuaba.
Creiam, as semelhanças são em maior número que as diferenças!
Primeiramente, deveremos buscar entender o motivo pelo qual alguém consome
qualquer droga psicoativa.
As drogas psicoativas sempre foram, em geral, usadas ritualisticamente.
E isso tanto nas sociedades primitivas quanto nas modernas.
Esse uso ritual era, e é, basicamente, definível pelas metas desejadas por seus
praticantes.
E essas metas são quatro, segundo o hinduísmo clássico:
- para aumento do poder pessoal, entendimento intelectual, melhoria na situação da vida ou
melhor enfoque do “eu”;
- para ajudar outras pessoas, especialmente quando se desenvolve um trabalho do tipo
classificado como uma das práticas de cura energética, espiritual e assemelhadas;
- para transcendência, obtenção da união mística, de iluminação ou a liberação das três
ilusões básicas: espaço, tempo e ego;
- para diversão, prazer sensual ou sensorial e experiência pura.
Assim, partindo desses parametros, observamos que os Afrodisíacos enquadram-se
mais adequadamente na quarta categoria: drogas psicoativas utilizadas para se obter prazer,
diversão e experiência pura.
Esse é o motivo pelo qual os Afrodisíacos sempre foram vistos com simpatia até mesmo
dentro de sociedades primitivas, que reservavam as drogas psicoativas alucinógenas para
uso exclusivo dos xamãs e feiticeiros, mas liberavam o uso de Afrodisíacos para todos os
membros.
Há, é óbvio, diferenças notáveis entre os diversos tipos de drogas psicoativas, sendo
os dois extremos representados pelos Afrodisíacos e pelos alucinógenos.
Para começar, a grande diferença que há entre os alucinógenos e os Afrodisíacos é
que os primeiros permitem (ou auxiliam) estados alterados do tipo místico ou mágico,
enquanto os últimos facilitam (ou induzem a) estados alterados do tipo ecstático, ou seja,
para a busca da expansão da mente pelo caminho Tântrico, isto é, do êxtase sexual.
Mas as semelhanças não param por aí.
Os Afrodisíacos, da mesma forma que qualquer droga usada invasivamente (inalada,
fumada, injetada, ingerida ou “posta para dentro” de qualquer outra forma) pode causar
hábito, também chamado de dependência psíquica. Obviamente algumas drogas (não
importa qual o efeito final) podem causar (e causam) uma dependência física, além da
psíquica (como o tabaco, o crack e a heroína, para citar alguns exemplos bem conhecidos).
Mas, normalmente, os Afrod ...

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