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VÍDEO: POR QUE NOS PARECE QUE NADA DA CERTO

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O Segredo da Libélula

Livro: O Segredo da Libélula

Autor - Fonte: Scott Blum

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...A Busca de um Homem Pelo Sentido da Vida Tradução: Mirian Ibanez 2009 PREFÁCIO Muitas pessoas me perguntam se esta historia é real ou ficção, e essa pergunta é sempre difícil responder. A verdade, para mim, não se limita ao mundo físico; em vez disso, representa uma energia que circula nos intervalos entre o tempo e o espaço, num furtivo rio de intenções. E a energia contida nestas páginas é tão real como qualquer luz que vejo, canção que ouço ou fruto que já provei. É verdade que usei um artifício de ficção para entrelaçar as palavras em uma trama que seja fácil apreciar, assim como também é verdade que muitos dos eventos descritos aqui aconteceram de fato, de modo que muitas pessoas podem se identificar com eles. Para mim, porém, isso é irrelevante, porque a energia subjacente - e ela sempre está ali - é a minha verdade. Que você se divirta lendo a minha verdade e que ela o inspire a ouvir a sua! Capítulo 1 Ele era o sem-teto mais feliz que conheci. Seu sorriso era caloroso e amigável. Os cabelos, compridos até os ombros, eram iguais à emaranhada barba ruiva. Embora parecesse estar usando as mesmas roupas marrons maltrapilhas desde o dia anterior e cheirasse como se não tomasse banho havia uma semana, algo em seus olhos azul-claros me deixou à vontade. Enquanto carregava minhas compras pelo estacionamento até minha vaga, li o cartão que ele estava segurando: Receba sempre com gratidão. Seu sorriso expandiu-se intencional...
ente quando passei por ele, e assim que olhei para baixo percebi que havia um pequeno cachorro negro dormindo a seus pés. Quando estava bem próximo do homem, sussurrei para mim mesmo: Isso é irônico. - O que é irônico? - ele perguntou. Surpreso, dei mais um passo, esperando dar a impressão de não ter ouvido o que ele dissera. - O que é irônico? - ele repetiu. Parei e virei-me devagar. Embaraçado, respondi: - É irônico que você esteja dando um conselho sobre como receber, quando está pedindo dinheiro. - Não estou pedindo nada - ele sorriu com satisfação. - Agora mesmo, estou dando. Mordi a isca, sem pensar. - Então, quando é que vai me dar alguma coisa? - Já lhe dei, mas você não aceitou da maneira como lhe foi oferecido. - Ah. acho que se enganou. Você não me deu nada. Talvez esteja me confundindo com outra pessoa. - Não, não o confundi com ninguém! - ele estava visivelmente irritado. - Por favor, vá embora. Estou muito ocupado - ele disse. Olhei ao redor e não havia ninguém nas proximidades. - Por favor, vá embora agora mesmo - ele repetiu e virou para o outro lado. Sem graça, carreguei minhas compras ladeira acima, até meu apartamento. Não sabia o que podia ter dito para ofendê-lo, mas ele não deixou nenhuma dúvida de que não ficara satisfeito com meu comportamento. Quando cheguei em casa, ainda estava bastante perturbado com o acontecido. Tentei me livrar daquela sensação, convencendo-me de que ele provavelmente me confundira com outra pessoa. Queria esquecer tudo e voltar ao meu cotidiano normal, mas não conseguia. Em geral, não me importo com o que as pessoas pensam de mim, mas tive uma estranha conexão com aquele homem e não queria perder aquilo. Menos de uma hora depois, peguei minha carteira e voltei ladeira abaixo. Não sabia muito bem o que ia dizer, mas tinha de tentar. Fiquei aliviado ao ver seu cabelo ruivo emaranhado e o cachorrinho assim que me aproximei da cooperativa em que havia feito as compras. Quando cheguei perto, vi que ele tinha um novo cartaz, no qual li: Quero uma laranja. O que você quer? Sorri e pensei que se tratava de uma boa idéia para um gesto de paz. Fui até a loja e comprei a melhor laranja-baía que encontrei e ainda peguei umas miudezas que não havia tido condições de carregar da vez anterior. Tão logo atravessei as portas duplas de vidro em direção ao exterior, atirei a laranja para ele, decidido a ter uma nova chance. - Aqui está - falei, quando a fruta saiu da minha mão. - Obrigado! - Ele sorriu, e parecia genuinamente agradecido pela laranja. - Essa foi a melhor coisa que me aconteceu durante todo o dia. Na mesma hora, suas palavras fizeram com que eu me sentisse melhor, e assim decidi ser um pouco brincalhão. - Então você pode me ajudar a conseguir o que quero? - Dei uma risadinha de satisfação. - Claro que posso! - E como pode fazer isso? - Você pode tornar real qualquer coisa que queira. - Ah. mesmo? Então por q...
onfundira com outra pessoa. Queria esquecer tudo e voltar ao meu cotidiano normal, mas não conseguia. Em geral, não me importo com o que as pessoas pensam de mim, mas tive uma estranha conexão com aquele homem e não queria perder aquilo. Menos de uma hora depois, peguei minha carteira e voltei ladeira abaixo. Não sabia muito bem o que ia dizer, mas tinha de tentar. Fiquei aliviado ao ver seu cabelo ruivo emaranhado e o cachorrinho assim que me aproximei da cooperativa em que havia feito as compras. Quando cheguei perto, vi que ele tinha um novo cartaz, no qual li: Quero uma laranja. O que você quer? Sorri e pensei que se tratava de uma boa idéia para um gesto de paz. Fui até a loja e comprei a melhor laranja-baía que encontrei e ainda peguei umas miudezas que não havia tido condições de carregar da vez anterior. Tão logo atravessei as portas duplas de vidro em direção ao exterior, atirei a laranja para ele, decidido a ter uma nova chance. - Aqui está - falei, quando a fruta saiu da minha mão. - Obrigado! - Ele sorriu, e parecia genuinamente agradecido pela laranja. - Essa foi a melhor coisa que me aconteceu durante todo o dia. Na mesma hora, suas palavras fizeram com que eu me sentisse melhor, e assim decidi ser um pouco brincalhão. - Então você pode me ajudar a conseguir o que quero? - Dei uma risadinha de satisfação. - Claro que posso! - E como pode fazer isso? - Você pode tornar real qualquer coisa que queira. - Ah. mesmo? Então por que você não faz isso? - Faço todos os dias. - Então por que continua sendo um sem-teto? - Por que você pensa que sou um sem-teto? Minha nossa!, pensei. Definitivamente teria de prestar muita atenção ao que ia dizer se tivesse mesmo a intenção de ficar mais tempo com ele. - O que você concretiza - perguntei, tentando arduamente mudar de assunto. - Hoje concretizei uma laranja. Dei risada. - Tudo que você fez foi escrever um aviso dizendo que queria uma laranja. - E você me deu uma. Portanto, claramente tive êxito na concretização. - Ele sorriu com orgulho. - Então, se eu quiser um milhão de dólares, tudo que tenho de fazer é um aviso dizendo "Dê-me um milhão de dólares" e alguém simplesmente vai me oferecer essa quantia? - Você acredita que vai acontecer? - Claro que não! Não há nenhuma chance de alguém ler um aviso desses e resolver me dar toda essa grana! - Então você já respondeu à própria pergunta. - Ou seja. você concorda. que não pode fazer com que qualquer coisa que queira apareça, de repente, de algum lugar. - Não. Apenas concordo que você não acredita que essa seja a maneira correta de tornar real a quantia de um milhão de dólares. Na verdade, fazer com que algo se manifeste não tem nada a ver com fazer um esforcinho à toa e falhar. Tem que ver, isso sim, com alinhar as metas ao destino para que ambos se tornem uma coisa só. É preciso acreditar sem nenhuma dúvida e agir de imediato, senão será apenas per...
ue você não faz isso? - Faço todos os dias. - Então por que continua sendo um sem-teto? - Por que você pensa que sou um sem-teto? Minha nossa!, pensei. Definitivamente teria de prestar muita atenção ao que ia dizer se tivesse mesmo a intenção de ficar mais tempo com ele. - O que você concretiza - perguntei, tentando arduamente mudar de assunto. - Hoje concretizei uma laranja. Dei risada. - Tudo que você fez foi escrever um aviso dizendo que queria uma laranja. - E você me deu uma. Portanto, claramente tive êxito na concretização. - Ele sorriu com orgulho. - Então, se eu quiser um milhão de dólares, tudo que tenho de fazer é um aviso dizendo "Dê-me um milhão de dólares" e alguém simplesmente vai me oferecer essa quantia? - Você acredita que vai acontecer? - Claro que não! Não há nenhuma chance de alguém ler um aviso desses e resolver me dar toda essa grana! - Então você já respondeu à própria pergunta. - Ou seja. você concorda. que não pode fazer com que qualquer coisa que queira apareça, de repente, de algum lugar. - Não. Apenas concordo que você não acredita que essa seja a maneira correta de tornar real a quantia de um milhão de dólares. Na verdade, fazer com que algo se manifeste não tem nada a ver com fazer um esforcinho à toa e falhar. Tem que ver, isso sim, com alinhar as metas ao destino para que ambos se tornem uma coisa só. É preciso acreditar sem nenhuma dúvida e agir de imediato, senão será apenas per...

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