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Almas em Desfile

Livro: Almas em Desfile

Autor - Fonte: Francisco Cândido Xavier

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...Sim, em toda parte e em todos os dias, há desfile de almas. A vida garante a exibição. E cada pedaço do mundo é recanto de passarela por onde transitam as criaturas, dando mostras de si mesmas. Almas que se arrastam. Almas que lutam. Almas que riem. Almas que choram. Caro amigo: Se você gostou deste livro e tem condições de comprá-lo, faça-o pois assim estará ajudando a diversas instituições de caridade, que é para onde os direitos autorais da obra são destinados. Que Jesus o abençoe. Muita Paz. 2 ALMAS EM DESFILE. 3 NA TRILHA HUMANA . 4 PRIMEIRA PARTE. 5 1 - A FAMA DE RICO. 6 2 - A EVOCAÇÃO DO COMENDADOR. 8 3 - A FORÇA DO EXEMPLO .10 4 - O ACHADO.12 5 - PROTEÇÃO ESPIRITUAL.16 6 - RENOVAÇÃO.17 7 - O TESOURO OCULTO .19 8 - EM LIVROS ESPÍRITAS.21 9 - O TELEFONEMA.23 10 - O CASO PITANGA .24 11 - PROVAÇÃO.28 12 - CÓLERA.29 13 - O MÉDICO E O FISCAL .30 14 - ONDE ESTARÁ ?.32 15 - O SOFRIMENTO ALHEIO.33 16 - PROMESSAS.36 17 - CLARA.37 18 - A TIRA DE PAPEL.41 19 - OS VIRA LATAS.43 20 - PRISÃO OU ABSOLVIÇÃO.45 21 - DOIS MESES ANTES.46 22 - PARA QUE DISCUTIR ?.49 23 - O FUNCIONÁRIO CONDENADO.51 24 - O ASSALTO DA LISONJA .56 25 - CAROLINA E AGENOR .57 26 - GRAÇAS A DEUS.59 SEGUNDA PARTE.62 1 - EVITANDO O CRIME.63 2 - O GOLPE DE VENTO.65 3 - PODIA SER PIOR.67 4 - O CASO DE APRÍGIO.68 5 - O PORTEIRO E O ALMIRANTE .72 6 - QUINZE MINUTOS .74 7 - O DISFARCE.77 8 - A JÓIA.79 9 - COMO NÃO.81 10 - O MASCA...
ADO.82 11 - FALTA DE CARIDADE.87 12 - TENTAÇÕES.89 13 - O LIVRE PENSADOR.91 14 - ASSIM MESMO.93 15 - NUNCA MAIS VOLTOU .94 16 - NÃO PERDOAR.96 17 - PICA- PAU .98 18 - COMIGO, NÃO .106 19 - ASSISTÊNCIA MÚTUA.107 20 - RESTABELECIDO.110 21 - A CONFISSÃO DO ZELADOR .112 22 - ANTES DE CHEGAR.114 23 - TESOURO ENTERRADO .116 24 - FELIZ SEM SABER.120 25 - A DOR DE CABEÇA.121 26 - AO PÉ DO OUVIDO.123 3 Partilhando igualmente a marcha, caminha corretamente. Não recues, nem te apresses. Observa os companheiros, sem espanto e sem crítica, a fim de que a lição de cada um te sirva ao aprendizado. Toda vez que te inclines para esse ou aquele caminheiro, estende o coração e as mãos, em forma de entendimento e de amor, porque todas as filas prosseguem adiante, com encontro marcado no túnel da morte. E do túnel da morte cada alma em desfile surgirá no Outro Lado para receber, no Posto de Pedágio do Destino, segundo o próprio merecimento. Hilário Silva Uberaba, 29 de agosto de 1960 4 NA TRILHA HUMANA Movimentando rápidas pinceladas, Hilário Silva, neste livro, um retratista de corações, conclamando-nos a sentir e refletir. (1) Com o emprego de tintas fracas ou fortes, revela quadros diversos, apresentando o que ele próprio nomeia como sendo um desfile de almas. E as telas se destacam. O esforço premiado aparece junto à queda na invigilância. O avisa evangélico surge na estrada que a ignorância sombreia. Quem se ilude respira o ambiente de quem se esclarece. Há espíritos que caem, ao lado de espíritos que se levantam. É a trilha humana com os seus sonhos e esperanças, flores e espinhos, alegrias e sofrimentos. Mas por farol bendito fulgura a Doutrina Espírita, amparando e educando os caminheiros, em nome de Jesus. Ainda assim, o que ressalta de cada página é o imperativo da com preensão fraterna para que não venhamos a tombar em nossas próprias deficiências. Hilário, pois, trazendo a lume o episódio que arranca ao livro da vida, não tem outro intuito senão o de afirmar que todos nós — os viajores dia experiência — precisamos do alimenta amor, no prato da compaixão. EMMANUEL Uberaba, 29 de agosto de 1960. (1) A convite do Espírito de Hilário Silva, os médiuns Waldo Vieira e Francisco Cândido Xavier receberam respectivamente a primeira e a segunda parte deste livro. 5 PRIMEIRA PARTE MÉDIUM : WALDO VIEIRA 6 1 - A FAMA DE RICO O coronel Manoel Rabelo, influente fazendeiro no Brasil Central, fora acometido de paralisia nas pernas. Vivia no leito, rodeado pelos filhos atentos. Muito carinho. Assistência contínua. No decurso da doença veio a conhecer a Doutrina Espírita, que lhe abriu novos horizontes à vida mental. Pouco a pouco desprendia-se da idéia de posse. Para que morrer com fama de rico? Queria agora a paz, a bênção da paz. Viúvo, dono de expressiva fortuna e prevendo a desencarnação próxima, chamou os quatro filhos adultos e r...
o ambiente de quem se esclarece. Há espíritos que caem, ao lado de espíritos que se levantam. É a trilha humana com os seus sonhos e esperanças, flores e espinhos, alegrias e sofrimentos. Mas por farol bendito fulgura a Doutrina Espírita, amparando e educando os caminheiros, em nome de Jesus. Ainda assim, o que ressalta de cada página é o imperativo da com preensão fraterna para que não venhamos a tombar em nossas próprias deficiências. Hilário, pois, trazendo a lume o episódio que arranca ao livro da vida, não tem outro intuito senão o de afirmar que todos nós — os viajores dia experiência — precisamos do alimenta amor, no prato da compaixão. EMMANUEL Uberaba, 29 de agosto de 1960. (1) A convite do Espírito de Hilário Silva, os médiuns Waldo Vieira e Francisco Cândido Xavier receberam respectivamente a primeira e a segunda parte deste livro. 5 PRIMEIRA PARTE MÉDIUM : WALDO VIEIRA 6 1 - A FAMA DE RICO O coronel Manoel Rabelo, influente fazendeiro no Brasil Central, fora acometido de paralisia nas pernas. Vivia no leito, rodeado pelos filhos atentos. Muito carinho. Assistência contínua. No decurso da doença veio a conhecer a Doutrina Espírita, que lhe abriu novos horizontes à vida mental. Pouco a pouco desprendia-se da idéia de posse. Para que morrer com fama de rico? Queria agora a paz, a bênção da paz. Viúvo, dono de expressiva fortuna e prevendo a desencarnação próxima, chamou os quatro filhos adultos e repartiu entre eles os seus bens. Terras, sítios, casas e animais, avaliados em seis milhões de cruzeiros, foram divididos escrupulosamente. Com isso, porém, veio a reviravolta. Donos de riqueza própria, os filhos se fizeram distantes e indiferentes. Muito embora as rogativas paternas, as visitas eram raras e as atenções inexistentes. Rabelo, muito triste e quase completamente abandonado, perguntava a si mesmo se não havia cometido precipitação ou imprudência. Os filhos não eram espíritas e mostravam irresponsabilidade completa. Nessa conjuntura, apareceu-lhe antigo e inesperado devedor. O Coronel Antônio Matias, seu amigo da mocidade, veio desobrigar-se de empréstimo vultuoso, que havia tomado sob palavra, e pagou-lhe dois milhões de cruzeiros em cédulas de contado. Na presença de dois filhos, Rabelo colocou o dinheiro em cofre forte, ao pé da cama. Sobreveio o imprevisto. Os quatro filhos voltaram às antigas manifestações de ternura. Revezavam-se junto dele. Papas de aveia. Caldos de galinha. Frutas e vitaminas. Mantinham os cobertores quentes e fiscalizavam a passagem do vento pelas janelas. Raramente Rabelo ficava algumas horas sozinho. 7 E, assim, viveu ainda dois anos, desencarnando em grande serenidade. Exposto o cadáver à visitação pública, fecharam-se os filhos no quarto do morto e, abrindo aflitamente o cofre, somente encontraram lá um bilhete escrito e assinado pela vigorosa letra paterna, entre as páginas de surrad...
epartiu entre eles os seus bens. Terras, sítios, casas e animais, avaliados em seis milhões de cruzeiros, foram divididos escrupulosamente. Com isso, porém, veio a reviravolta. Donos de riqueza própria, os filhos se fizeram distantes e indiferentes. Muito embora as rogativas paternas, as visitas eram raras e as atenções inexistentes. Rabelo, muito triste e quase completamente abandonado, perguntava a si mesmo se não havia cometido precipitação ou imprudência. Os filhos não eram espíritas e mostravam irresponsabilidade completa. Nessa conjuntura, apareceu-lhe antigo e inesperado devedor. O Coronel Antônio Matias, seu amigo da mocidade, veio desobrigar-se de empréstimo vultuoso, que havia tomado sob palavra, e pagou-lhe dois milhões de cruzeiros em cédulas de contado. Na presença de dois filhos, Rabelo colocou o dinheiro em cofre forte, ao pé da cama. Sobreveio o imprevisto. Os quatro filhos voltaram às antigas manifestações de ternura. Revezavam-se junto dele. Papas de aveia. Caldos de galinha. Frutas e vitaminas. Mantinham os cobertores quentes e fiscalizavam a passagem do vento pelas janelas. Raramente Rabelo ficava algumas horas sozinho. 7 E, assim, viveu ainda dois anos, desencarnando em grande serenidade. Exposto o cadáver à visitação pública, fecharam-se os filhos no quarto do morto e, abrindo aflitamente o cofre, somente encontraram lá um bilhete escrito e assinado pela vigorosa letra paterna, entre as páginas de surrad...

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