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A Mediunidade em Época de Transição

Livro: A Mediunidade em Época de Transição

Autor - Fonte: Saara Nousiainen

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...Saara Nousiainen A hora é de decisões e de atitudes. Ou cuidamos para que nossos “materiais” espirituais e vivenciais estejam em condições de ser aproveitados na nova construção, ou nos conformamos em ser atirados fora, ficando a aguardar novas primaveras no bojo do tempo, tendo em vista o crescimento que, neste momento de transição, é exigido de todos nós. Podemos entender também que situação semelhante acontece com relação à mediunidade, ou melhor, à sua prática. Daí este convite para refletirmos juntos, avaliarmos, repensarmos e buscarmos novos e melhores caminhos. Conforme alertam irmãos maiores, há muitas coisas a mudar, outras a reforçar e outras ainda a eliminar para que as comunicações entre os dois mundos venham a cumprir mais amplamente as suas sublimes finalidades. Sem qualquer intenção de orientar, tendo em vista a nossa insuficiência, queremos apenas alertar, amparados nas informações e exortações provenientes da dimensão espiritual. Vamos então refletir juntos? Práticas espíritas Poderíamos comparar as práticas espíritas a uma carroça puxada pelos progressistas, tendo na retaguarda os ortodoxos pisando fundo no freio. Na verdade, tal composição é importante para que essa carroça não corra depressa demais, podendo perder-se nos descaminhos. Mas como todo excesso é prejudicial, entendemos que os do freio estão pisando fundo demais, travando um progresso mais que necessário. Então vamos e...
contrar um movimento espírita atuando, em muitas das suas ações, no mesmo formato de 40 anos atrás. Se, conforme a codificação do Espiritismo, já estamos ensaiando os primeiros 2 passos nessa transição de “provas e expiações” para “mundo de regeneração”, devemos lembrar que transição pede mudanças. Assim, o que é necessário fazer? Permanecer como antes ou participar ativamente para que ela se dê mais depressa e de forma mais fácil? Surge então uma pergunta: o que é necessário mudar? Certamente as carências são muitas, mas vamos tratar neste opúsculo especialmente daquelas que se referem à mediunidade, cujas práticas pouco evoluíram nos últimos quarenta anos. Vamos pinçar alguns trechos do prefácio do livro Lírios de Esperança, psicografado por Wanderley S. Oliveira, no qual Dona Maria Modesto Cravo* fala sobre a mediunidade em período de transição: “Apesar da luz dos conhecimentos espíritas, o tesouro espiritual das informações não tem sido suficiente para despertar muitos adeptos a uma nova ordem de atitudes e idéias face aos desafios da ordem presente.” “O intercâmbio interdimensional nesse contexto, que poderia servir de fortaleza aos mais auspiciosos projetos de liberdade e ascensão, em inumeráveis casos, não passa de enxada afiada em plena semeadura à espera do lavrador que a deseje manejar a contento.” “(.) A história é a mãe da cultura, e a cultura é o conjunto das noções que os homens aceitam como referências para se conduzirem em seus grupos. A cultura espírita, em torno das questões mediúnicas, responde por uma mentalidade que inspira práticas e posturas nem sempre ajustadas aos reclames do tempo espiritual da transição. Transição é o tempo mental da renovação, a hora do recomeço e da reavaliação. Nesse cenário, os aprendizes da mediunidade serão aferidos com rigor. Muita coragem e sacrifício serão exigidos de quem realmente anseia servir sob novos e mais apropriados regimes, nesse tempo de contínuas mudanças.” Essas palavras de D. Modesta podem parecer de muita exigência para os candidatos a uma mediunidade em níveis mais avançados, mas importa lembrar que, geralmente, os médiuns acima referidos são espíritos que vêm conseguindo liberar-se de graves envolvimentos com ações contrárias ao bem, em vivências passadas. Muitos deles ainda trazem, na acústica da alma, recordações a subirem para o consciente, de forma vaga, mas que indicam a necessidade de maior doação e das renúncias que forem necessárias à priorização da sua tarefa mediúnica. Já outros assumem tais tarefas sem maiores compromissos do passado, mas como uma poderosa alavanca para o próprio crescimento, ou ainda, simplesmente, por amor e dedicação à causa. São pessoas conscientes da necessidade inadiável de trabalhar pela libertação e asseio psíquico da Terra. 3 Dona Modesta continua: “(.) Indispensável rom...
s homens aceitam como referências para se conduzirem em seus grupos. A cultura espírita, em torno das questões mediúnicas, responde por uma mentalidade que inspira práticas e posturas nem sempre ajustadas aos reclames do tempo espiritual da transição. Transição é o tempo mental da renovação, a hora do recomeço e da reavaliação. Nesse cenário, os aprendizes da mediunidade serão aferidos com rigor. Muita coragem e sacrifício serão exigidos de quem realmente anseia servir sob novos e mais apropriados regimes, nesse tempo de contínuas mudanças.” Essas palavras de D. Modesta podem parecer de muita exigência para os candidatos a uma mediunidade em níveis mais avançados, mas importa lembrar que, geralmente, os médiuns acima referidos são espíritos que vêm conseguindo liberar-se de graves envolvimentos com ações contrárias ao bem, em vivências passadas. Muitos deles ainda trazem, na acústica da alma, recordações a subirem para o consciente, de forma vaga, mas que indicam a necessidade de maior doação e das renúncias que forem necessárias à priorização da sua tarefa mediúnica. Já outros assumem tais tarefas sem maiores compromissos do passado, mas como uma poderosa alavanca para o próprio crescimento, ou ainda, simplesmente, por amor e dedicação à causa. São pessoas conscientes da necessidade inadiável de trabalhar pela libertação e asseio psíquico da Terra. 3 Dona Modesta continua: “(.) Indispensável romper conceitos, vencer barreiras intelectuais e ter a ousadia para esculpir os novos modelos de relação intermundos, retirando a mediunidade do dogmatismo que aprisiona o raciocínio humano, e da tristeza que estorcega o coração como se os médiuns cumprissem severa sanção.” “Sem exageros, vivemos um tempo em que as comportas mediúnicas, a despeito de estarem em plena movimentação, não permitem que a linfa cristalina da imortalidade goteje com a necessária abundância por suas frestas, para dessedentar o homem aprisionado ao deserto das paixões materiais.” “Vivemos uma nova proibição mosaica como a do Velho Testamento! Proibição essa mais nociva que a dos velhos textos hebreus, porque não se faz por decretos formais, passíveis de serem revogados, mas sob a coação impiedosa do preconceito sutil, das convenções estéreis e de sofismas aprisionantes – hábitos de difícil extirpação da mente humana.” “Um clamor ao serviço abnegado e consciente na regeneração da humanidade em ambas as esferas de vida, formação de frentes corajosas de amor, tarefas maiores de libertação e asseio psíquico da Terra. Eis os desafios delegados pelo Cristo a todos que O amam. Desafios que, em muitas oportunidades, são substituídos pela atitude impensada da acomodação.” “Enquanto inúmeros aprendizes da mediunidade optam pelo fascínio da mordomia para servirem, preferindo o serviço mediúnico distante do sacrifício e nos braço...
per conceitos, vencer barreiras intelectuais e ter a ousadia para esculpir os novos modelos de relação intermundos, retirando a mediunidade do dogmatismo que aprisiona o raciocínio humano, e da tristeza que estorcega o coração como se os médiuns cumprissem severa sanção.” “Sem exageros, vivemos um tempo em que as comportas mediúnicas, a despeito de estarem em plena movimentação, não permitem que a linfa cristalina da imortalidade goteje com a necessária abundância por suas frestas, para dessedentar o homem aprisionado ao deserto das paixões materiais.” “Vivemos uma nova proibição mosaica como a do Velho Testamento! Proibição essa mais nociva que a dos velhos textos hebreus, porque não se faz por decretos formais, passíveis de serem revogados, mas sob a coação impiedosa do preconceito sutil, das convenções estéreis e de sofismas aprisionantes – hábitos de difícil extirpação da mente humana.” “Um clamor ao serviço abnegado e consciente na regeneração da humanidade em ambas as esferas de vida, formação de frentes corajosas de amor, tarefas maiores de libertação e asseio psíquico da Terra. Eis os desafios delegados pelo Cristo a todos que O amam. Desafios que, em muitas oportunidades, são substituídos pela atitude impensada da acomodação.” “Enquanto inúmeros aprendizes da mediunidade optam pelo fascínio da mordomia para servirem, preferindo o serviço mediúnico distante do sacrifício e nos braço...

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