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VÍDEO: POR QUE NOS PARECE QUE NADA DA CERTO

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Alma e Vida

Livro: Alma e Vida

Autor - Fonte: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

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...FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER Ditada pelo Espírito Maria Dolores 2 INDICE Regresso De Simão Pedro Reportagem Servir Mais A Alegria De Jesus Convite De Irmã No Correio Da Luz A Árvore E A Fonte Petição E Resposta Esse Alguém Sonho E Vida Cantiga Da Tolerância Gente Nossa Provação De Um Homem Cantiga Da Dor Perdoa E Serve Jesus E A Caridade Riqueza Mais Alta Espinhos Alvorada Do Reino De Alma Para Alma Caravana Redenção E Amor Agradecimento Família E Vida Nesga De Prova Cantando Agradecemos Festa De Amor O Caminho Do Reino Arte E Vida Lembrança Íntima Amor E Vida Oração No Tempo Pelo trabalho, a experiência terrestre se transforma em cântico de alegria. Aparecida 3 REGRESSO DE SIMÃO PEDRO Maria Dolores Simão Pedro desperta, além da vida humana. Retoma, pouco a pouco, as forças da memória Terminara, por fim, a luta insana Do flagelo por grande pesadelo Recorda a cruz do fim, levantada ao avesso, Que aceitara na Terra por vitória. Sabe que está no Além, pensando em recomeço Do próprio apostolado. Onde estaria o Mestre Sempre Amado? E os outros companheiros De ânimo nobre e forte, Que o haviam no mundo, precedido, Sob a perseguição sem pausa e sem sentido, Ao encontro da morte. A brisa da manhã suave e cristalina Trazia-lhe perfume ao leito novo e alvo. Indagara Simão: “Que surpresa teria?”. Tocou o próprio corpo, achou-se são e salvo E chorava, enlevado, em suprema alegria. Alguns ins...
antes mais e ouviu, enternecidamente, Cânticos de louvor e saudação; Alguém surgiu à porta, de repente, Envolto em doce luz A doar-lhe conforto e proteção. Pedro entendeu quem era a bradou-lhe: “Jesus!”. Erguendo-se, em seguida, Leve e ágil, gritou: “Ave, Senhor da Vida!.”. Cristo abeirou-se dele, a enlaça-lo sorrindo, Depois vieram outros companheiros, Instrutores, amigos, mensageiros, Do júbilo fazendo o festival mais lindo. Pedro enxergou, feliz, os vergéis exteriores. Eram jardins imensos, Recheados de flores. Em profunda euforia, O ditoso Simão Tomou a si a mão Que Jesus lhe estendia E disse, quase em pranto: - Senhor; estou cansado, Não mais me distancies de teu lado. Trago comigo a dor Dos que moram no mundo, Aquele imenso caos, cada vez mais profundo, De penúria, fadiga e sofrimento. Não desejo perder as luzes que hoje alcanço, Permite-me, Senhor ficar contigo, Neste celeste abrigo. 4 Necessito de paz, de socorro e descanso. Ao mundo de onde venho, Pelas tribulações padecidas no lenho, Não mais quero voltar. Desejo aqui viver contigo, neste lar. Mas Jesus apontou-lhe o imenso espaço à frente E falou-lhe a sorrir: - Fica, Simão, se estás contente. Estes sítios são teus, Tanto quanto de todos os irmãos Que serviram, na Terra, à bondade de Deus. Cristo fez pausa e, logo após, Explicou: “Quanto a mim, Não posso repousar; A construção do bem é o meu lugar. Ouve, Simão!. Enquanto Houver na Terra um só gemido Numa gota de pranto, Enquanto houver no mundo um coração caído, Devo esforçar-me por permanecer No trabalho do amor que é meu dever. Mas, descansa, Simão!. Ver-nos-emos depois, Nunca houve distância entre nós dois “.”. Afastou-se Jesus, Entretanto, Simão fitando o Excelso Amigo, Bradou sem vacilar: - Senhor, eu vou contigo!. No passo firme do Divino Mestre, Ambos se retiraram das Alturas, Buscando a direção das faixas obscuras Da vastidão terrestre. Na retaguarda, em paz, ficou a multidão De almas angelicais, numa doce canção, Cujo estribilho recordava Esta expressão de luz dos hinos galileus: - “Louvado seja o amor!. Bendito seja Deus!.”. 5 REPORTAGEM Maria Dolores Reportagens!. Tantas vejo, Entre pessoas e fatos, Revelando altos contatos No campo da informação!. São estudos de armamentos, Informes de grandes vultos, Entrevistas de homens cultos, Assuntos de ocasião. Lendo as letras das cidades, Busquei as periferias, Tentando outras companhias Que desejava escutar; Pareceu-me estar num mundo, Desvairado e diferente, Onde existe tanta gente Entre a revolta e o pesar. Vi pobre mãe a estender-me, No auge do desconforto, Triste seio semimorto E uma criança a gemer, - Minha irmã, - ela disse, - Que dizer do que me ocorre, Grito e ninguém me socorre, Vendo meu filho a morrer. Numa choupana de lata, Falou cansado ancião: - Explicar-me? Por que não? Note a mágoa que senti....
r na Terra um só gemido Numa gota de pranto, Enquanto houver no mundo um coração caído, Devo esforçar-me por permanecer No trabalho do amor que é meu dever. Mas, descansa, Simão!. Ver-nos-emos depois, Nunca houve distância entre nós dois “.”. Afastou-se Jesus, Entretanto, Simão fitando o Excelso Amigo, Bradou sem vacilar: - Senhor, eu vou contigo!. No passo firme do Divino Mestre, Ambos se retiraram das Alturas, Buscando a direção das faixas obscuras Da vastidão terrestre. Na retaguarda, em paz, ficou a multidão De almas angelicais, numa doce canção, Cujo estribilho recordava Esta expressão de luz dos hinos galileus: - “Louvado seja o amor!. Bendito seja Deus!.”. 5 REPORTAGEM Maria Dolores Reportagens!. Tantas vejo, Entre pessoas e fatos, Revelando altos contatos No campo da informação!. São estudos de armamentos, Informes de grandes vultos, Entrevistas de homens cultos, Assuntos de ocasião. Lendo as letras das cidades, Busquei as periferias, Tentando outras companhias Que desejava escutar; Pareceu-me estar num mundo, Desvairado e diferente, Onde existe tanta gente Entre a revolta e o pesar. Vi pobre mãe a estender-me, No auge do desconforto, Triste seio semimorto E uma criança a gemer, - Minha irmã, - ela disse, - Que dizer do que me ocorre, Grito e ninguém me socorre, Vendo meu filho a morrer. Numa choupana de lata, Falou cansado ancião: - Explicar-me? Por que não? Note a mágoa que senti. Sou cego, mas tive casa, Com mesa rica e seleta, Dei o que eu tinha a uma neta E a neta largou-me aqui. Foi num telheiro afastado Que encontrei mais adiante A irmã quase agonizante Com febre alta a pedir: - Minha irmã rogue, em meu nome, À pessoa que me aceite Um pires de pão com leite Para que eu possa dormir. Mais além, outra mulher, Transportava, a curtos passos, Um filho morto nos braços Para dá-lo a um rabecão: Ela chamava, - “Oh! Meu Deus, Se entreguei meu filho à morte, Quem será meu braço forte, Nas horas de privação?!. Entrevistas, reportagens?. 6 Em serviço, trago esta. Não tem o gosto de festa, Nem verbo renovador; Traduz apenas convite Ao trabalho, em qualquer hora, Para darmos a quem chora Uma centelha de amor. 7 SERVIR MAIS Maria Dolores Alma querida, não fales De mágoa e ressentimento, Ante o impacto violento Da dor, onde quer que vás; Esquece-te e prossigamos No esforço de nosso nível, Agindo, quanto possível, Para o sustento da paz. Além das áreas de angústia Em que a penúria domina, A prova se descortina Onde sobram teto e pão: Muito conforto que anotas Traz a lágrima escondida E o ouro que enfeita a vida Muitas vezes surge em vão. O progresso se agiganta, Continente a continente, A cultura exige frente, Quer o gênio mais lugar; Levantam-se arranha-céus, O cérebro ganha altura, Mas ouve-se a desventura Do sentimento a chorar. Casas nobres abrem alas Para a vitória do...
Sou cego, mas tive casa, Com mesa rica e seleta, Dei o que eu tinha a uma neta E a neta largou-me aqui. Foi num telheiro afastado Que encontrei mais adiante A irmã quase agonizante Com febre alta a pedir: - Minha irmã rogue, em meu nome, À pessoa que me aceite Um pires de pão com leite Para que eu possa dormir. Mais além, outra mulher, Transportava, a curtos passos, Um filho morto nos braços Para dá-lo a um rabecão: Ela chamava, - “Oh! Meu Deus, Se entreguei meu filho à morte, Quem será meu braço forte, Nas horas de privação?!. Entrevistas, reportagens?. 6 Em serviço, trago esta. Não tem o gosto de festa, Nem verbo renovador; Traduz apenas convite Ao trabalho, em qualquer hora, Para darmos a quem chora Uma centelha de amor. 7 SERVIR MAIS Maria Dolores Alma querida, não fales De mágoa e ressentimento, Ante o impacto violento Da dor, onde quer que vás; Esquece-te e prossigamos No esforço de nosso nível, Agindo, quanto possível, Para o sustento da paz. Além das áreas de angústia Em que a penúria domina, A prova se descortina Onde sobram teto e pão: Muito conforto que anotas Traz a lágrima escondida E o ouro que enfeita a vida Muitas vezes surge em vão. O progresso se agiganta, Continente a continente, A cultura exige frente, Quer o gênio mais lugar; Levantam-se arranha-céus, O cérebro ganha altura, Mas ouve-se a desventura Do sentimento a chorar. Casas nobres abrem alas Para a vitória do...

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