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Obsessão - Passe e Doutrinação

Livro: Obsessão - Passe e Doutrinação

Autor - Fonte: J. Herculano Pires

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...OBSESSÃO: I. O sentido da vida – pag. 7 II. As dimensões da vida – pag. 8 III. Freud e Kardec – pag. 8 IV. Inconsciente e memória subliminar – pag. 9 V. Infecção e infestação – pag. 10 VI. O tratamento mediúnico – pag. 11 VII. A cura da obsessão – pag. 11 VIII.Roteiro da desobsessão – pag. 12 IX. Psiquiatria e espiritismo – pag. 14 X. Tratamento médico – pag. 15 O PASSE: I. O passe – pag. 18 II. Magia e religião – pag. 19 III. A técnica do passe – pag. 20 IV. Passe à distância – pag. 21 V. Passe de auxílio mediúnico – pag. 22 VI. Preparação para o passe – pag. 22 VII. Transfusão fluídica – pag. 23 VIII.A ciência do passe – pag. 24 A DOUTRINAÇÃO: I. A doutrinação – pag. 27 II. Psicologia da doutrinação – pag. 29 III. Os recémdesencarnados – pag. 31 IV. Santos, diabos e cléricos – pag. 32 V. A teledoutrinação – pag. 34 5 – OBSESSÃO, PASSE E DOUTRINAÇÃO Informações Preliminares A obsessão se caracteriza pela ação de entidades espirituais inferiores sobre o psiquismo humano. Kardec distinguiu, em suas pesquisas, três graus do processo obsessivo: obsessão simples, subjugação e fascinação. No primeiro grau a infestação espiritual atinge a mente causando perturbações mentais; no segundo grau ampliase aos centros da afetividade e da vontade, afetando os sentimentos e o sistema psicomotor, levando o obsedado a atitudes e gestos estranhos e tiques nervo...
os; no terceiro grau afeta a própria consciência da vítima, desencadeando processos alucinatórios. As causas da obsessão decorrem de vários fatores, dos quais os mais freqüentes são: problemas reencarnatórios, tendências viciosas, egoísmo excessivo, ambições desmedidas, aversão a certas pessoas, ódio, sentimentos de vingança, futilidade, vaidade exagerada, apego ao dinheiro e assim por diante. Essas disposições da criatura atraem espíritos afins que a envolvem e são aceitos por ela como companheiros invisíveis. Os espíritos obsessores não são os únicos culpados da obsessão. Geralmente o maior culpado é a vítima. Na Antigüidade a obsessão era tratada com violência. As práticas do exorcismo, até hoje vigentes no Judaísmo e no Catolicismo, destinamse a afastar o demônio de maneira agressiva e violenta. No Espiritismo o método empregado é o da persuasão progressiva do obsessor e do obsedado. É o que se chama de doutrinação, ou seja, esclarecimento de ambos à luz da Doutrina Espírita. Não se usa nenhum ingrediente especial. Empregase apenas a prece e a conversação persuasiva. Esclarecido o obsedado, atingese o obsessor, que ficam, por assim dizer, vacinados contra novas ocorrências obsessivas. 6 – J. Her culano Pires OBSESSÃO 7 – OBSESSÃO, PASSE E DOUTRINAÇÃO O que é a Obsessão? ORIENTAÇÃO PARA O TRATAMENTO DOS CASOS DE OBSESSÃO I – O SENTIDO DA VIDA Por que e para que vivemos? A resposta a esta pergunta é de importância para compreendermos o problema da obsessão. Segundo o Espiritismo, vivemos para desenvolver as potencialidades psíquicas de que todos somos dotados. Nossa existência terrena tem por fim a transcendência, ou seja, a superação constante da nossa condição humana. Desde o nascimento até o nosso último dia passamos pelas experiências que desenvolvem as nossas aptidões inatas, em todos os sentidos. A criança recémnascida cresce dia a dia, desenvolve o seu organismo, aprende a comunicarse com os outros, a falar e a raciocinar, a querer e a agir para conseguir o que quer. Transcende a condição em que nasceu e passa para as fases superiores da infância, entrando depois na adolescência e depois na mocidade, na madureza e na velhice. Ao fazer todo esse trajeto ela desenvolveu suas forças orgânicas e psíquicas, sua afetividade, sua capacidade de compreender o que se passa ao seu redor e seu poder de dominar as circunstâncias. Isso é transcender, elevarse acima da condição em que nasceu. É para isso que vivemos. E isso nos mostra que o sentido da vida é transcendência. Hoje, a Filosofia Existencial sustenta esse mesmo princípio no campo filosófico. Os existencialistas consideram o homem como um projecto, ou seja, um ser projetado na existência como uma flecha em direção a um alvo, que é a transcendência. Mas no Espiritismo as existências são muitas e sucessivas, de maneira que em cada existência...
sta pergunta é de importância para compreendermos o problema da obsessão. Segundo o Espiritismo, vivemos para desenvolver as potencialidades psíquicas de que todos somos dotados. Nossa existência terrena tem por fim a transcendência, ou seja, a superação constante da nossa condição humana. Desde o nascimento até o nosso último dia passamos pelas experiências que desenvolvem as nossas aptidões inatas, em todos os sentidos. A criança recémnascida cresce dia a dia, desenvolve o seu organismo, aprende a comunicarse com os outros, a falar e a raciocinar, a querer e a agir para conseguir o que quer. Transcende a condição em que nasceu e passa para as fases superiores da infância, entrando depois na adolescência e depois na mocidade, na madureza e na velhice. Ao fazer todo esse trajeto ela desenvolveu suas forças orgânicas e psíquicas, sua afetividade, sua capacidade de compreender o que se passa ao seu redor e seu poder de dominar as circunstâncias. Isso é transcender, elevarse acima da condição em que nasceu. É para isso que vivemos. E isso nos mostra que o sentido da vida é transcendência. Hoje, a Filosofia Existencial sustenta esse mesmo princípio no campo filosófico. Os existencialistas consideram o homem como um projecto, ou seja, um ser projetado na existência como uma flecha em direção a um alvo, que é a transcendência. Mas no Espiritismo as existências são muitas e sucessivas, de maneira que em cada existência terrena atingimos um novo grau de transcendência. As pesquisas parapsicológicas atuais sobre a reencarnação confirmam esse princípio. O fato de vivermos muitas vidas na Terra, e não apenas uma, mostra que temos no inconsciente uma armazenagem de lembranças e conhecimentos, aspirações, frustrações e traumas muito maior que a descoberta por Freud. É bom anotar na memória este dado importante: quando Kardec descobriu as manifestações do inconsciente, através de suas pesquisas 8 – J. Her culano Pires sobre os fenômenos anímicos, Freud tinha apenas um ano de idade. Isso não desmerece Freud, que não conhecia as pesquisas de Kardec, mas nos prova a segurança das pesquisas espíritas do psiquismo humano. A concepção espírita da vida humana na Terra não é imaginária, mas real, baseada em pesquisas científicas. Os que consideram o Espiritismo como uma doutrina supersticiosa, gerada pela ignorância, revelam ser mais ignorantes do que poderiam pensar de si mesmos. A Doutrina Espírita está hoje comprovada cientificamente pelos cientistas mais avançados. Dizemos isto para mostrar aos leitores que o sentido da vida, a que nos referimos, não é uma hipótese, mas uma realidade. Se não compreendermos que a vida é transcendência, crescimento, elevação e desenvolvimento constante e comprovado do ser espiritual que somos, não poderemos encarar com naturalidade o problema da obsessão e lutar para resolvêlo. II – AS DIMENSÕES DA V...
terrena atingimos um novo grau de transcendência. As pesquisas parapsicológicas atuais sobre a reencarnação confirmam esse princípio. O fato de vivermos muitas vidas na Terra, e não apenas uma, mostra que temos no inconsciente uma armazenagem de lembranças e conhecimentos, aspirações, frustrações e traumas muito maior que a descoberta por Freud. É bom anotar na memória este dado importante: quando Kardec descobriu as manifestações do inconsciente, através de suas pesquisas 8 – J. Her culano Pires sobre os fenômenos anímicos, Freud tinha apenas um ano de idade. Isso não desmerece Freud, que não conhecia as pesquisas de Kardec, mas nos prova a segurança das pesquisas espíritas do psiquismo humano. A concepção espírita da vida humana na Terra não é imaginária, mas real, baseada em pesquisas científicas. Os que consideram o Espiritismo como uma doutrina supersticiosa, gerada pela ignorância, revelam ser mais ignorantes do que poderiam pensar de si mesmos. A Doutrina Espírita está hoje comprovada cientificamente pelos cientistas mais avançados. Dizemos isto para mostrar aos leitores que o sentido da vida, a que nos referimos, não é uma hipótese, mas uma realidade. Se não compreendermos que a vida é transcendência, crescimento, elevação e desenvolvimento constante e comprovado do ser espiritual que somos, não poderemos encarar com naturalidade o problema da obsessão e lutar para resolvêlo. II – AS DIMENSÕES DA V...

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