Whats: (11) 9 9191 6085

VÍDEO: POR QUE NOS PARECE QUE NADA DA CERTO

Você está em: Página inicial / Espiritualidade / A colheita Página 4
A colheita

Livro: A colheita Página 4

Autor - Fonte: JERRY B. JENKINS

Ir para a página:
...ele. Suba novamente a bordo. Vou agir como se sua explosão de raiva nunca. - Não irei a lugar nenhum antes de encontrar minha mulher! Deixe-me falar com Mac. - O piloto McCullum está ocupado. Posso transmitir-lhe o seu recado. - Mac é capaz de pilotar essa coisa sem as duas mãos. Agora me deixe falar com ele. - Se você não quiser passar seu recado, então, capitão Steele. - Está bem, o senhor venceu. Diga a Mac que. - O momento não é apropriado para abandonar o protocolo, capitão Steele. Um subordinado que acabou de ser perdoado deve dirigir-se a seu superior. - Está bem, potentado Carpathia, diga a Mac para vir me buscar se eu não conseguir sair daqui até às 22 horas. - E, se você conseguir sair, o abrigo fica a três quarteirões e meio a noroeste do local onde era a sede da Comunidade Global. Você precisará desta senha: "Operação Ira". - O quê? - Carpathia sabia que isso ia acontecer? - Você entendeu, capitão Steele. Cameron "Buck" Williams caminhou cuidadosamente por entre os entulhos próximos à abertura de ventilação onde ouvira a voz clara e forte do rabino Tsion Ben-Judá, que estava preso no abrigo subterrâneo. Tsion assegurou-lhe que não sofrera nenhum ferimento; só estava assustado e com uma sensação de claustrofobia. O local era pequeno demais mesmo que a igreja não tivesse desabado em cima dele. Sem ter condições de sair dali, a não ser que alguém cavasse um túnel até 10 ele, em breve o rabino sentir-se-...
a como um animal enjaulado. Se Tsion estivesse em perigo iminente, Buck teria cavado um túnel com as mãos para libertá-lo. Mas agora ele teria de agir como um médico fazendo uma triagem e decidir quem necessitava de sua ajuda com mais urgência. Depois de afirmar a Tsion que voltaria, Buck dirigiu-se para a casa secreta com o objetivo de encontrar sua mulher. Para atravessar no meio dos escombros da igreja, a única que ele frequentara, Buck teve de rastejar-se e passar novamente pelos restos mortais da querida Loretta. Que amiga ela havia sido, primeiro de Bruce Barnes, que estava morto, e depois dos remanescentes do Comando Tribulação. O grupo começara com quatro pessoas: Rayford, Chloe, Bruce e Buck. Amanda veio depois. Tsion passou a fazer parte após a morte de Bruce. Será que agora o grupo estaria reduzido apenas a Buck e Tsion? Buck não queria pensar nisso. Ele encontrou seu relógio grudado de lama, asfalto e um caco de vidro do pára-brisa do carro. Ao limpar o mostrador de cristal na perna da calça, aquela mistura de lama, asfalto e caco de vidro rasgou o tecido e fez um corte em seu joelho. O relógio marcava nove horas da manhã em Monte Prospect, e Buck ouviu o som de uma sirene aérea, outro de sirene que avisa a chegada de tornados e um terceiro de sirene de veículos de emergência - um deles estava próximo; os demais vinham de lugares distantes. Ouviam-se também gritos agudos, berros, soluços, motores funcionando. Será que ele conseguiria viver sem Chloe? Buck havia tido uma segunda chance; sua presença ali tinha um propósito. Ele queria estar perto do amor de sua vida, e orou para que ela não tivesse ido para o céu antes dele, apesar de saber que essa era uma atitude egoísta. Ao olhar para baixo, Buck viu um inchaço em sua bochecha esquerda. Como o local não doera nem sangrara, ele havia entendido que o corte devia ser pequeno, mas agora aquele ferimento começou a preocupá-lo. Ele enfiou a mão no bolso da camisa e pegou seus óculos de sol de lentes espelhadas. Uma delas estava esmigalhada. No reflexo da outra, ele viu a figura de um mendigo de cabelos desgrenhados, olhos aterrorizados e boca aberta como se lhe faltasse o ar. O corte não estava sangrando, mas parecia profundo. Não havia tempo para cuidar dele. Buck esvaziou o bolso da camisa e só deixou ali a armação dos óculos - um presente de Chloe. Dirigiu-se para o Range Rover, passando com cuidado por cima de vidros, pregos e tijolos como se fosse um homem idoso tentando equilibrar-se. Passou pelo carro de Loretta e pelo que restara dela, determinado a não voltar a ver aquela cena. De repente, a terra moveu-se, e ele cambaleou. O carro de Loretta, que ele não conseguira fazer sair do lugar momentos antes, rolou e desapareceu. O chão do estacionamento abriu-se. Buck deitou-se de bruços no chão e olhou dentro da fenda recémaberta. O carro destroçado estava apoiado em cima de uma tubulação de água a cerc...
conseguiria viver sem Chloe? Buck havia tido uma segunda chance; sua presença ali tinha um propósito. Ele queria estar perto do amor de sua vida, e orou para que ela não tivesse ido para o céu antes dele, apesar de saber que essa era uma atitude egoísta. Ao olhar para baixo, Buck viu um inchaço em sua bochecha esquerda. Como o local não doera nem sangrara, ele havia entendido que o corte devia ser pequeno, mas agora aquele ferimento começou a preocupá-lo. Ele enfiou a mão no bolso da camisa e pegou seus óculos de sol de lentes espelhadas. Uma delas estava esmigalhada. No reflexo da outra, ele viu a figura de um mendigo de cabelos desgrenhados, olhos aterrorizados e boca aberta como se lhe faltasse o ar. O corte não estava sangrando, mas parecia profundo. Não havia tempo para cuidar dele. Buck esvaziou o bolso da camisa e só deixou ali a armação dos óculos - um presente de Chloe. Dirigiu-se para o Range Rover, passando com cuidado por cima de vidros, pregos e tijolos como se fosse um homem idoso tentando equilibrar-se. Passou pelo carro de Loretta e pelo que restara dela, determinado a não voltar a ver aquela cena. De repente, a terra moveu-se, e ele cambaleou. O carro de Loretta, que ele não conseguira fazer sair do lugar momentos antes, rolou e desapareceu. O chão do estacionamento abriu-se. Buck deitou-se de bruços no chão e olhou dentro da fenda recémaberta. O carro destroçado estava apoiado em cima de uma tubulação de água a cerca de três metros abaixo da terra. Os pneus furados apontavam para cima como se fossem pés inchados de um andarilho. Enrolado como uma frágil bola em cima dos escombros do carro estava o corpo de Loretta, uma santa da tribulação. Provavelmente a terra tremeria novamente. Alcançar o corpo de Loretta seria uma missão impossível. Se ele também tivesse de encontrar Chloe morta, seria melhor que Deus o atirasse para baixo da terra junto com o carro de Loretta. Buck levantou-se devagar, dando-se conta de repente do quanto aquele sobe-e-desce provocado pelo terremoto afetara suas articulações e músculos. Ele examinou os estragos de seu carro. Apesar de ter rolado e colidido de todos os lados, o carro parecia estar em boas condições de rodagem. A porta do lado do motorista não abria. Cacos de vidro do pára-brisa espalhavam-se por todo o interior do carro, e o banco traseiro estava quebrado de um dos lados. Um pneu tinha sofrido um corte até as cintas de aço, mas não se esvaziara completamente. Onde estariam o telefone e o laptop de Buck? Ele os deixara em cima do banco da frente e torcia para que não tivessem sido atirados para fora do carro no momento da catástrofe. Buck abriu a porta do lado do passageiro e examinou o chão do carro. Nada. Olhou por baixo dos bancos traseiros. Nada. Em um canto do carro, aberto e com uma das dobradiças da tela quebrada, estava o seu laptop. O telefone foi encontrado dentro da bolsa interna de uma das portas. B...
a de três metros abaixo da terra. Os pneus furados apontavam para cima como se fossem pés inchados de um andarilho. Enrolado como uma frágil bola em cima dos escombros do carro estava o corpo de Loretta, uma santa da tribulação. Provavelmente a terra tremeria novamente. Alcançar o corpo de Loretta seria uma missão impossível. Se ele também tivesse de encontrar Chloe morta, seria melhor que Deus o atirasse para baixo da terra junto com o carro de Loretta. Buck levantou-se devagar, dando-se conta de repente do quanto aquele sobe-e-desce provocado pelo terremoto afetara suas articulações e músculos. Ele examinou os estragos de seu carro. Apesar de ter rolado e colidido de todos os lados, o carro parecia estar em boas condições de rodagem. A porta do lado do motorista não abria. Cacos de vidro do pára-brisa espalhavam-se por todo o interior do carro, e o banco traseiro estava quebrado de um dos lados. Um pneu tinha sofrido um corte até as cintas de aço, mas não se esvaziara completamente. Onde estariam o telefone e o laptop de Buck? Ele os deixara em cima do banco da frente e torcia para que não tivessem sido atirados para fora do carro no momento da catástrofe. Buck abriu a porta do lado do passageiro e examinou o chão do carro. Nada. Olhou por baixo dos bancos traseiros. Nada. Em um canto do carro, aberto e com uma das dobradiças da tela quebrada, estava o seu laptop. O telefone foi encontrado dentro da bolsa interna de uma das portas. B...

Ir para a página:

WhatsApp: (11) 9 9191 6085
Busca Google