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Vidas em Versos

Livro: Vidas em Versos

Autor - Fonte: Pablo de Salamanca

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...SOBRE O MÉDIUM Pablo de Salamanca nasceu no Rio de Janeiro em 1968. Possui formação de nível superior em engenharia, tendo-se graduado em 1991. Iniciou seu desenvolvimento mediúnico em 1993, psicografando a partir de 1994. Iniciou o primeiro livro psicografado em 1999, tendo-o terminado em 2001, obra intitulada “Sabedoria em Versos”, cujo autor espiritual foi o “menino Poetinha”. Concretizou o segundo livro mediúnico, “Depoimentos do Além”, em 2005, sendo um conjunto de mensagens de vários autores espirituais. Este trabalho atual, “Vidas em Versos”, foi finalizado em dezembro de 2005, tendo como autor espiritual o “menino Poetinha”. Atualmente, Pablo trabalha na execução de outros livros, que deverão vir à tona brevemente. AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, aos bons mentores espirituais pelo amparo e proteção. Pai e mãe, muito obrigado pelo amor e sacrifício desinteressados. Sou profundamente grato, também, aos muitos amigos materiais que de forma indireta contribuíram para a execução desta obra. Estes são tantos, que prefiro não citá-los, para evitar cometer uma injustiça com alguém. Agradeço especialmente a Terezinha S. do Carmo, pois colaborou diretamente para o término deste livro. DIREITOS AUTORAIS Atenção! Esta obra possui direitos autorais devidamente registrados. Embora ela esteja sendo oferecida gratuitamente, através de download, pelo site www.espiritualistas.org , ela só poderá ser reprod...
zida, sem finalidades comerciais, com a autorização do “autor” (médium), após contato através do e-mail contato@espiritualistas.org , quando será permitido citar esta obra em parte ou no todo, desde que denominando o “autor” e a home page que mantém este livro na Internet. ÀS EDITORAS Caso alguma editora se interesse em publicar esta obra em papel, favor comunicar-se com Pablo de Salamanca, através do site www.espiritualistas.org , pelo endereço eletrônico contato@espiritualistas.org . 2 INTRODUÇÃO No dia 29 de abril de 1999, eu chegava em casa cansado, após um dia de trabalho estafante. Sentia-me até um pouco tonto, resolvendo tomar um banho imediatamente. Em seguida, senti-me melhor e comecei a arrumar algumas coisas de meu quarto. Enquanto arrumava, comecei a ouvir alguém que recitava versos. Procurei prestar atenção e percebi que aquela voz provinha de dentro de minha cabeça. Eu estava realmente surpreso, pois embora já tivesse psicografado muitas mensagens anteriormente, nunca havia imaginado receber poesias através da via mediúnica. Sentei-me e busquei uma folha de papel para escrever a poesia, o que fiz com certa dificuldade, por causa da ansiedade. Procurei relaxar alguns momentos e passei a ouvir uma estória: “Apenas um menino. Pés descalços. Felicidade de graça. Luz. Caminhando pelo mundo vivia a rimar. Observando as flores, insetos, gotas d’água sob o sol, tudo era motivo para rimar. Na harmonia da natureza, procurava espelhar suas palavras. Deviam elas refletir a alegria que vem do Pai Maior. Aquela alegria que os homens, os adultos, haviam perdido. Ele esperava nunca perder o dom de ser feliz. Por isso, vivia a rimar. Perdera seus pais muito cedo e uma família de fazendeiros o acolhera, dando em troca um pouco de carinho, muito trabalho e um teto.” Após a breve narrativa, que pude anotar numa folha, tive uma visão de um menino de cabelos claros, que trajava roupas humildes. Sua vida começou a se desenrolar, como um filme acelerado, na minha mente. O garoto tornou-se adolescente e começou a ser segregado dentro de sua comunidade, pois era analfabeto, órfão e sempre se comunicava através de rimas. Tornou-se homem e era considerado anormal. Seu sustento provinha de tarefas braçais que realizava na região onde nascera, e, pela incompreensão da maioria, acabou por preferir manter-se um tanto afastado das pessoas, embora eu tenha percebido que ele possuía grande paz interior, sempre apresentando um semblante feliz. Solicitei à entidade que desse seu nome. Após um curto tempo, pude ouvir apenas a palavra “Poetinha”. Entendi que ele não desejava se identificar, ficando com uma forte impressão de que voltaria muitas vezes, provavelmente passando-me mensagens em forma de poesia, o que de fato ocorreu ao longo de um período de mais de um ano. Depois deste período, percebi que as suas mensagens poderiam ser úteis às pessoas no seu dia-a-dia, poi...
procurava espelhar suas palavras. Deviam elas refletir a alegria que vem do Pai Maior. Aquela alegria que os homens, os adultos, haviam perdido. Ele esperava nunca perder o dom de ser feliz. Por isso, vivia a rimar. Perdera seus pais muito cedo e uma família de fazendeiros o acolhera, dando em troca um pouco de carinho, muito trabalho e um teto.” Após a breve narrativa, que pude anotar numa folha, tive uma visão de um menino de cabelos claros, que trajava roupas humildes. Sua vida começou a se desenrolar, como um filme acelerado, na minha mente. O garoto tornou-se adolescente e começou a ser segregado dentro de sua comunidade, pois era analfabeto, órfão e sempre se comunicava através de rimas. Tornou-se homem e era considerado anormal. Seu sustento provinha de tarefas braçais que realizava na região onde nascera, e, pela incompreensão da maioria, acabou por preferir manter-se um tanto afastado das pessoas, embora eu tenha percebido que ele possuía grande paz interior, sempre apresentando um semblante feliz. Solicitei à entidade que desse seu nome. Após um curto tempo, pude ouvir apenas a palavra “Poetinha”. Entendi que ele não desejava se identificar, ficando com uma forte impressão de que voltaria muitas vezes, provavelmente passando-me mensagens em forma de poesia, o que de fato ocorreu ao longo de um período de mais de um ano. Depois deste período, percebi que as suas mensagens poderiam ser úteis às pessoas no seu dia-a-dia, pois a mim elas trouxeram estímulos para realizar modificações interiores, de forma a me tornar um ser humano mais solidário e compreensivo. Então, passei a pensar fortemente em publicá-las na forma de um pequeno livro (“Sabedoria em Versos”), o que se concretizou posteriormente. No dia 19 de Janeiro de 2001, um mentor espiritual aproximou-se, ditando-me um resumo mais completo da vida que o “Poetinha” teve na Terra, o qual transcrevo na íntegra em seguida. 3 O PEQUENO POETA Num dia incomum, no qual o sol parecia ter uma luz mais brilhante, e o céu um tom de azul mais profundo, nasceu um menino. Mais um ser chegava ao mundo, para o duro aprendizado da vida material. Era filho de humildes colonos de fazenda não muito rica, num vilarejo localizado no sopé de uma montanha. Sua infância era igual a de qualquer criança pobre, marcada por brinquedos feitos de sabugo de milho ou de madeira rústica. Aos três anos de idade, quando ainda ensaiava as primeiras palavras, perdeu seus pais devido a uma peste que assolou a região. O menino, desde então, ficara mudo. Fora poupado pela peste, mas não pelo dissabor da ausência dos pais. Os donos da fazenda, penalizados pela ocorrência, resolveram adotar a bela criança de cabelos claros. Com o passar do tempo, acharam que o menino estava irremediavelmente mudo. Já contava com cinco anos e nada falava. Porém, prestava muita atenção às conversas dos adultos e parecia entender tudo. Numa ocasião e...
s a mim elas trouxeram estímulos para realizar modificações interiores, de forma a me tornar um ser humano mais solidário e compreensivo. Então, passei a pensar fortemente em publicá-las na forma de um pequeno livro (“Sabedoria em Versos”), o que se concretizou posteriormente. No dia 19 de Janeiro de 2001, um mentor espiritual aproximou-se, ditando-me um resumo mais completo da vida que o “Poetinha” teve na Terra, o qual transcrevo na íntegra em seguida. 3 O PEQUENO POETA Num dia incomum, no qual o sol parecia ter uma luz mais brilhante, e o céu um tom de azul mais profundo, nasceu um menino. Mais um ser chegava ao mundo, para o duro aprendizado da vida material. Era filho de humildes colonos de fazenda não muito rica, num vilarejo localizado no sopé de uma montanha. Sua infância era igual a de qualquer criança pobre, marcada por brinquedos feitos de sabugo de milho ou de madeira rústica. Aos três anos de idade, quando ainda ensaiava as primeiras palavras, perdeu seus pais devido a uma peste que assolou a região. O menino, desde então, ficara mudo. Fora poupado pela peste, mas não pelo dissabor da ausência dos pais. Os donos da fazenda, penalizados pela ocorrência, resolveram adotar a bela criança de cabelos claros. Com o passar do tempo, acharam que o menino estava irremediavelmente mudo. Já contava com cinco anos e nada falava. Porém, prestava muita atenção às conversas dos adultos e parecia entender tudo. Numa ocasião e...

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