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Universo e Vida

Livro: Universo e Vida

Autor - Fonte: Hernani T. Sant’Anna

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...Hernani T. Sant’Anna Pelo Espírito ÁUREO FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA DEPARTAMENTO EDITORIAL Rua Souza Valente, 17 20941-040 – Rio - RJ – Brasil ÍNDICE I — Novas dimensões do conhecimento II — Ante a grandeza da vida III — Atrios da protoconsciôncia IV — Consciência e responsabilidade V — Energia e Evolução 1 — Energia mental 2 — Radiações luminosas 3 — Transformadores de energia 4 — Tempo e velocidade 5 —Ciência e vida 6 — Idéias e emoções 7 — Infecção e purgação 8 — Mente e sexo 9 — Profecia e livre-arbítrio 10 — Processos de alimentação 11 — Equilíbrio vital 12 — Virtude e conhecimento 13 — Sistemas e sóis 14 — Problemas de sintonia 15 — O poder das Trevas 16 — Comando mental 17 — Sombra e luz 18 — Fluido magnético 19 — Ação mentomagnética 20 — Fluido cósmico VI — Antes do Cristo VII — O Filho do Homem VIII — O Divino Legado IX — Depois do Cristo X — O caminho percorrido XI — O Terceiro Legado XII — No porvir Universo e Vida Hernani T. Sant’Anna 2 "UNIVERSO E VIDA" "Visto que muitos intentaram narrar ordenadamente as coisas que se hão verificado entre nós outros, tal como nô-las transmitiram os que desde o princípio foram testemunhas oculares e servidores da Palavra, decidi, eu também, depois de haver investigado diligentemente tudo desde as origens, dar-te-ás por escrito, ilustre Teófilo, na devida ordem, para que con...
eças a solidez dos ensinos que recebeste." (LUCAS, 1:1 a 4.) Escrever prefácios para obras de editoração da Casa de Ismael tem-se-nos constituído tarefa honrosa e espiritualmente gratificante, nos últimos anos, por força da responsabilidade que assumimos ao lançar ou reeditar livros realmente marcantes, neste fim de século, em nome da venerável instituição que presidimos. "Universo e Vida", de Áureo (psicografia de Hernani T. Sant’Anna), por inúmeras razões que preferimos silenciar, conservando-as, quase todas, no escrínio do coração, é empreendimento que nos merece afetuosos cuidados. A elaboração da obra foi dificílima e correu riscos enormes, tantas foram as tentativas de impedir-lhe a divulgação plena. Os "aborrecidos da luz", que outros não são senão os que se opõem, acobertados pelas ardilosidades do Mundo Invisível negativo, aos esforços desenvolvidos no sentido de dotar a Humanidade da instrumentalidade precisa à sua mais fácil orientação na jornada terrena, não pouparam o médium nem deixaram de armar-lhe situações que ele houve de superar ao preço de muitas vigílias, dores e sacrifícios. Mas, se não faltaram dias de acerbas lutas, não rarearam também os de compensadoras satisfações e momentos de grandes vitórias, porque o Bem vence sempre. Ultrapassadas as mais sérias barreiras magnéticas e superadas penosas agruras, o trabalho mediúnico foi reencetado e os capítulos voltaram a ser recebidos em condições adequadas, embora não sem novos testemunhos de perseverança e de idealismo do medianeiro. A 9 de julho de 1979 foram-nos remetidos os três últimos capítulos, do total de doze, do livro de Áureo, alguns deles já publicados em "Reformador". Um dos grandes méritos da obra que apresento ao público estudioso das letras espíritas mediúnicas é o que consiste em haver conseguido o seu Autor Espiritual, eloqüentemente, encadear os argumentos lógicos de Allan Kardec, "Sua Voz" (de "A Grande Síntese"), J.-B. Roustaing, Emmanuel e André Luiz, dentre outros, com fulcro nos mais recentes enunciados da Ciência, na Filosofia e no Evangelho de Jesus-Cristo, a respeito de algumas problemáticas pouco estudadas e vastamente discutidas. A par de conhecimentos que foram reunidos e conciliados em robustas e cristalinas súmulas, sínteses magistrais do conhecimento científico, filosófico e histórico, Áureo soube transmitirnos igualmente transcendentais conceituações das realidades extrafísicas, tradições e fatos da historiografia de Além-Túmulo e valiosas revelações. Os leitores de "Reformador", habituados com as páginas de Áureo, se conhecem alguns destes escritos, agora enfeixados em livro, ignoram, todavia, muitos dos que reservamos para apresentação nesta oportunidade, dada a conveniência de sua leitura na ordem ditada pelo Autor Espiritual. Universo e Vida Hernani T. Sant’Anna 3 Falamos em eloqüente encadeamento de argumentos l...
ições adequadas, embora não sem novos testemunhos de perseverança e de idealismo do medianeiro. A 9 de julho de 1979 foram-nos remetidos os três últimos capítulos, do total de doze, do livro de Áureo, alguns deles já publicados em "Reformador". Um dos grandes méritos da obra que apresento ao público estudioso das letras espíritas mediúnicas é o que consiste em haver conseguido o seu Autor Espiritual, eloqüentemente, encadear os argumentos lógicos de Allan Kardec, "Sua Voz" (de "A Grande Síntese"), J.-B. Roustaing, Emmanuel e André Luiz, dentre outros, com fulcro nos mais recentes enunciados da Ciência, na Filosofia e no Evangelho de Jesus-Cristo, a respeito de algumas problemáticas pouco estudadas e vastamente discutidas. A par de conhecimentos que foram reunidos e conciliados em robustas e cristalinas súmulas, sínteses magistrais do conhecimento científico, filosófico e histórico, Áureo soube transmitirnos igualmente transcendentais conceituações das realidades extrafísicas, tradições e fatos da historiografia de Além-Túmulo e valiosas revelações. Os leitores de "Reformador", habituados com as páginas de Áureo, se conhecem alguns destes escritos, agora enfeixados em livro, ignoram, todavia, muitos dos que reservamos para apresentação nesta oportunidade, dada a conveniência de sua leitura na ordem ditada pelo Autor Espiritual. Universo e Vida Hernani T. Sant’Anna 3 Falamos em eloqüente encadeamento de argumentos lógicos. Querendo tornar mais preciso o raciocínio, diremos, com palavras de Pascal ("Pensamentos", nº 16, tradução de Sérgio Milliet, Editor Victor Civita, "Abril Cultural", lª edição, S. Paulo (SP), 1973), que: "A eloqüência é a arte de dizer as coisas de maneira: 1º que aqueles a quem falamos possam entendê-las sem dificuldade e com prazer; 2º que nelas se sintam interessados, a ponto de serem impelidos mais facilmente pelo amor-próprio a refletir sobre elas. Consiste, portanto, em uma correspondência que procuramos estabelecer entre o espírito e o coração daqueles a quem falamos, por um lado, e, por outro, entre os pensamentos e as expressões de que nos servimos; o que pressupõe termos estudado muito bem o mecanismo do coração do homem a fim de conhecer-lhe as molas e encontrar, em seguida, as proporções certas do discurso que desejamos ajustar-lhe. Cumpre colocarmo-nos no lugar dos que devem ouvir-nos, e experimentar também em nosso próprio coração a forma dada ao discurso, para ver se um se adapta ao outro e se podemos ter a certeza de que o ouvinte será forcado a render-se. Ê preciso, na medida do possível, confinarmo-nos dentro da naturalidade mais singela; não fazermos grande o que é pequeno, nem pequeno o que é grande. Não basta que uma coisa seja bela, é necessário que seja adequada ao assunto, que nada tenha de mais, nem que nada lhe falte." No contexto e nas proporções e objetivo do trabalho, a que Áure...
ógicos. Querendo tornar mais preciso o raciocínio, diremos, com palavras de Pascal ("Pensamentos", nº 16, tradução de Sérgio Milliet, Editor Victor Civita, "Abril Cultural", lª edição, S. Paulo (SP), 1973), que: "A eloqüência é a arte de dizer as coisas de maneira: 1º que aqueles a quem falamos possam entendê-las sem dificuldade e com prazer; 2º que nelas se sintam interessados, a ponto de serem impelidos mais facilmente pelo amor-próprio a refletir sobre elas. Consiste, portanto, em uma correspondência que procuramos estabelecer entre o espírito e o coração daqueles a quem falamos, por um lado, e, por outro, entre os pensamentos e as expressões de que nos servimos; o que pressupõe termos estudado muito bem o mecanismo do coração do homem a fim de conhecer-lhe as molas e encontrar, em seguida, as proporções certas do discurso que desejamos ajustar-lhe. Cumpre colocarmo-nos no lugar dos que devem ouvir-nos, e experimentar também em nosso próprio coração a forma dada ao discurso, para ver se um se adapta ao outro e se podemos ter a certeza de que o ouvinte será forcado a render-se. Ê preciso, na medida do possível, confinarmo-nos dentro da naturalidade mais singela; não fazermos grande o que é pequeno, nem pequeno o que é grande. Não basta que uma coisa seja bela, é necessário que seja adequada ao assunto, que nada tenha de mais, nem que nada lhe falte." No contexto e nas proporções e objetivo do trabalho, a que Áure...

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