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Nossos Filhos São Espíritos

Livro: Nossos Filhos São Espíritos

Autor - Fonte: Hermínio C. Miranda

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...Hermínio C. Miranda 2 ÍNDICE DEDICATÓRIA APRESENTAÇÃO HISTORINHA DE UM LIVRO INESPERADO CAPÍTULO 1 = OLHOS DE VER E OLHOS DE OLHAR CAPÍTULO 2 = COISAS PARA DESAPRENDER CAPÍTULO 3 = COMO REORDENAR O PENSAMENTO CAPÍTULO 4 = RESPONSABILIDADE CAPÍTULO 5 = UM FRASCO DE VENENO CAPÍTULO 6 = HOJE OU DAQUI A MUITOS HALLEYS? CAPÍTULO 7 = NASCER É QUE É O PROBLEMA, E NÃO MORRER CAPÍTULO 8 = PARA QUE NASCEMOS? CAPÍTULO 9 = REFLEXÕES SOBRE A ADOÇÃO CAPÍTULO 10 = “BEM, VAMOS LA!” CAPÍTULO 11 = MISTÉRIOS DO PROCESSO DE COMUNICAÇÃO CAPÍTULO 12 = É CONVERSANDO QUE NOS ENTENDEMOS CAPÍTULO 13 = EXPERIÊNCIAS E OBSERVAÇÕES DE UMA JOVEM MÃE CAPÍTULO 14 = SÓ ESQUECEMOS AQUILO QUE SABEMOS CAPÍTULO 15 = PESSOAS QUE SE LEMBRAM DO ESQUECIDO CAPÍTULO 16 = NÃO É TRAGICO SER MÉDIUM CAPÍTULO 17 = DOM BIAL E SEU AMIGO BLATFORT CAPÍTULO 18 = A DEBATIDA INFLUÊNCIA DO MEIO CAPÍTULO 19 = FILHOS DEFICIENTES CAPÍTULO 20 = DRAMÁTICO DEPOIMENTO DE UM ESPÍRITO CAPÍTULO 21 = A MENINA QUE CHORAVA NA CALÇADA CAPÍTULO 22 = NÃO É PRECISO “TORCER O PEPINO” CAPÍTULO 23 = PRESENÇA DE DEUS CAPÍTULO 24 = COMO CONVERSAR COM DEUS CAPÍTULO 25 = O PÓS-ESCRITO QUE VIROU CAPÍTULO CAPÍTULO 26 = DO ESTADO SÓLIDO AO GASOSO CAPÍTULO 27 = “ATÉ UM DIA!” CAPÍTULO 28 = O OFÍCIO DE VIVER CAPÍTULO 29 = DIPLOMA DE PAI 3 DEDICATÓRIA Os pais que me desculpem, mas este livro é dedicado, por óbvias razões, às mães. Não menos ...
bvia é a escolha de Inez para receber, em nome de vocês todas, este singelo testemunho de carinho e apreço. Sem ela não teria sido possível desenvolver, com êxito, o projeto de trazer da dimensão invisível três espíritos que queríamos como nossos filhos, a fim de partilharem conosco o privilégio da vida. 4 APRESENTAÇÃO Há mais de três décadas acompanhamos os escritos de Hermínio Miranda. Situamo-lo entre os melhores escritores espíritas, o que lhe dá um natural espaço alicerçado em seu qualitativo trabalho, cujos reflexos não ficarão somente no hoje, mas, também, no amanhã e no depois. Nestas despretensiosas linhas, à guisa de prefácio, estamos informando aos leitores, sem intenções de elogios pessoais, um valoroso livro que foi pontilhado em sugestivas e bem-elaboradas observações diante dos acontecimentos da vida. Daí o autor ter dado bastante ênfase aos fatos da infância e às memórias pretéritas. O livro do nosso Hermínio é eloqüente, porqüanto atinge o social, e mais do que útil, porque busca explicação nas razões de nossa própria vida. As suas palavras, em positivas demonstrações, conclamam à reconstrução da fé, visando seus puros conceitos; alguns movimentos religiosos que deviam enaltecê-la, levaram-na quase a ruína. A meta do livro é mais profunda que as idéias por si só ventiladas; sua ajustada descrição permitirá ao leitor alcançar os horizontes de suas demarcações psicológicas. As conceituações simples e clarificantes são um chamamento adequado no burilamento das veredas de nossas necessidades terrenas. O autor escreve, tão-somente, com proveito para o leitor. E um dom que lhe pertence, conquistado em suas múltiplas vivências. Seus pensamentos estão colimados em atenciosas e harmonizadas propostas, a fim de reativarem a ética diante das falências sociais e mesmo religiosas dos tempos atuais. A personalidade da criança foi traduzida em seus princípios espirituais, o que possibilita uma visão mais precisa da finalidade humana. Em todos os parágrafos percebe-se linfa cativante, construtiva e sempre renovadora, propiciando atencioso convite ao conhecimento e, mais do que tudo, adverte-nos das responsabilidades contidas no caminho infindo da evolução. Os relatos plenos de vida nos fazem compreender, nas razões da psicologia profunda, as raízes do inconsciente ou espírito com suas sugestões telegráficas ao intelecto físico —a zona consciente ou personalidade. O valor do autor está na procura constante de um alvo — o conhecimento dos fatos espirituais que participam do nosso dia-a-dia e que muitos ainda desconhecem e não lhes dão presença; entretanto, são importantes elos na linha de nossas vidas. O conteúdo da obra, a parecer entrecortado pelos títulos, possui rica seqüência de bem-arrumadas idéias dando-lhes finalidade. Se observarmos, com atenção, os capítulos do livro, apesar de seus próprios...
As conceituações simples e clarificantes são um chamamento adequado no burilamento das veredas de nossas necessidades terrenas. O autor escreve, tão-somente, com proveito para o leitor. E um dom que lhe pertence, conquistado em suas múltiplas vivências. Seus pensamentos estão colimados em atenciosas e harmonizadas propostas, a fim de reativarem a ética diante das falências sociais e mesmo religiosas dos tempos atuais. A personalidade da criança foi traduzida em seus princípios espirituais, o que possibilita uma visão mais precisa da finalidade humana. Em todos os parágrafos percebe-se linfa cativante, construtiva e sempre renovadora, propiciando atencioso convite ao conhecimento e, mais do que tudo, adverte-nos das responsabilidades contidas no caminho infindo da evolução. Os relatos plenos de vida nos fazem compreender, nas razões da psicologia profunda, as raízes do inconsciente ou espírito com suas sugestões telegráficas ao intelecto físico —a zona consciente ou personalidade. O valor do autor está na procura constante de um alvo — o conhecimento dos fatos espirituais que participam do nosso dia-a-dia e que muitos ainda desconhecem e não lhes dão presença; entretanto, são importantes elos na linha de nossas vidas. O conteúdo da obra, a parecer entrecortado pelos títulos, possui rica seqüência de bem-arrumadas idéias dando-lhes finalidade. Se observarmos, com atenção, os capítulos do livro, apesar de seus próprios e inconfundíveis assuntos, possuem um encadeamento, cujo conjunto traduz uma autêntica saga. O bom escriba conseguiu, de suas historietas, transformá-las em belas e harmoniosas canções; por falarem à nossa alma, as baladas compuseram uma sinfonia. Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 1989. Jorge Andréa dos Santos 5 HISTORINHA DE UM LIVRO INESPERADO OS LIVROS, COMO AS PESSOAS, os bichos, os países, as cidades e os povos têm sempre uma história. Pode até nem ser uma empolgante aventura como a do povo hebreu, mas há sempre o que contar sobre eles. Este, por exemplo, surgiu inesperadamente. Pelo menos eu não contava com ele, nem o tinha na minha programação. Quem o sugeriu foi um amigo muito querido ao meu coração. Sem mais nem menos, no correr da conversa, ele me perguntou certa vez: — Por que você não escreve um livro sobre a criança? Tomado de surpresa, não tive muito o que dizer naquele momento. Criança? Eu? E eu entendo de criança? Só mais tarde percebi que, sim, era bem possível que eu conseguisse escrever um texto sobre crianças. Por que não? A essa altura, a maquininha de pensar já estava rodando em silêncio. Quando me sentei para escrever, parece que o livrinho já estava pronto em alguma misteriosa gaveta da mente. Ele foi surgindo quietinho e se passando para o papel. Em pouco mais de um mês estava pronto. Outra surpresa me estava reservada: o livro teve uma acolhida generosa por parte de leitores e leitoras. Ao cheg...
e inconfundíveis assuntos, possuem um encadeamento, cujo conjunto traduz uma autêntica saga. O bom escriba conseguiu, de suas historietas, transformá-las em belas e harmoniosas canções; por falarem à nossa alma, as baladas compuseram uma sinfonia. Rio de Janeiro, 24 de janeiro de 1989. Jorge Andréa dos Santos 5 HISTORINHA DE UM LIVRO INESPERADO OS LIVROS, COMO AS PESSOAS, os bichos, os países, as cidades e os povos têm sempre uma história. Pode até nem ser uma empolgante aventura como a do povo hebreu, mas há sempre o que contar sobre eles. Este, por exemplo, surgiu inesperadamente. Pelo menos eu não contava com ele, nem o tinha na minha programação. Quem o sugeriu foi um amigo muito querido ao meu coração. Sem mais nem menos, no correr da conversa, ele me perguntou certa vez: — Por que você não escreve um livro sobre a criança? Tomado de surpresa, não tive muito o que dizer naquele momento. Criança? Eu? E eu entendo de criança? Só mais tarde percebi que, sim, era bem possível que eu conseguisse escrever um texto sobre crianças. Por que não? A essa altura, a maquininha de pensar já estava rodando em silêncio. Quando me sentei para escrever, parece que o livrinho já estava pronto em alguma misteriosa gaveta da mente. Ele foi surgindo quietinho e se passando para o papel. Em pouco mais de um mês estava pronto. Outra surpresa me estava reservada: o livro teve uma acolhida generosa por parte de leitores e leitoras. Ao cheg...

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