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A Escravidão no Brasil - Os Pensamentos de Um Espírita

Livro: A Escravidão no Brasil - Os Pensamentos de Um Espírita

Autor - Fonte: Dr. Adolfo Bezerra de Memezes

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...AO PUBLICO. Às questões sociaôs, do mesmo modo que as políticas, não podem ser, ePnvenièn|émen|eCresoiviclas senão pela diiculsão. . E do choque das idéas que sae a luz da verdade. E no desencontro, das opiniões individuas, que se pódè basear a synthese de um verdadeiro systecha, que aproveite a humanidade. * * Nenhuma questão, segundo penso,' reclama tão seria- , mente a attenção de, quem se; interessa pelo bem estar je futuro do paiz, corao a da emancipação da escravatura. Os maiores interesses, e interesses de todas as ordens, lhe estão intimamente ligados, e. reclamão uma solução tão prompt», quanto Maduramente reflectida. Apesar .de ^recolhido ao remaaso,*da vida privada/ eu *não perdi os estimules do cidadão brasileiro ; e como tal não posso ser indifferente ao engrandecimento^ moral é á prosperidade da meu,paiz. E pois, roubei algumas horas do trabalho que devo aos misteres da vida, para dedical-o ao/i estudo «da,magna questão que resolve os destiuos da minha terra natal. A natureza nos ensina como não são1 somente os grandes os que m>is efficazmente concorrera para os commodos •da vida social. t ,••. ' ,f » Bem pequena é a fojrmiga, e nenhum animal a excede, entretanto, em, diligencia e na^proficuidade dos esforços que emprega para o bem commum. Esta consideração me deu animo e coragem para inscrever o meu obscuro ndme no livro 'glorioso do&»que pleiteãQ a causa da emancipação; O, meu p...
queno e imperfeito trabalho não leva pretençãode saber, nem mesmo de acertar ; é um motivo para discussão e nada mais. > Tal como é, porém,, eu me animo a offerecel-o aos meus concidadãos, porque > a minha intenção., é bôa, e 'em casos táesé a intenção que,se deve terem conta. A escravidão no Brasil—e as medidas que convém tomar para' extingu.il-a, s em danino para a nação» . Fundo, no seio.da speiedade brasileira, tem penetrado as raízes malditas dò; cancro da escravidão. Legado funesto de tempos barbarescos, em que e próprio Aristóteles punha a philosophia a seu serviço, e ps sábios Brahamanes fazifo o céo intervir em Sua confirmação-, essa lepi;à social tém resistido a todas as revoluções salutares que reconstruirão o mundo segundoa lei,de Christo, e segundo os principies de 1789. Çondemnada pela religião santa da Cruz, que consagra 0 dogma íheffavel^-daegualdadé de todos os homens em Deus; • Çondemnada pela civilisaçãedo século XIX, que-firmou o grande prinxjipipH«-da egualdade de todos os homens perante a lei;. M' " ': i Çondemnada, finalmente, pela economia política, quá demonstra*cdmo o braço livre produz mais e. é mais efficaz e industria do que p braço escravo : essa lamentável abwrração de espirito humano ainda é çondemnada pela moral, cujas leis não se compadecem com os sentimentos depravados de uma raça embrutecifla; e reclamão em nome da familia e da sociedade a sua rehabilitação pela pureza dos costumes e pela pratica, do bem. . O escravo, entre nós, e onde quer que existe, é considerado não como pessoa, mas como cousa 1 Para quem o possue, eHe nao éniais que uma propriedade, "bens da fortuna,"dos quaes procura tirar todo o pro- * veito, todo o lucro possível | _ 6 - A educação desse simulacro de gente, limitarse a algum ofíiciP mechanico, quep torne mais "productivo, mais rendoso a seu senhor 1 Nem os princípios mais geraes, nem as noções as mais simples e comesinhas da moral e da religião, sem ps qtíaes a humanidade se avilta até as condições dos brutos, procura o deshumanp, senh-pr plantar, nessas almàs,;a quem o Éâptismd abre as portas do céo, e os soffrimentòs cfão dííèito^ !bemaventurança ; mas que são condemnadps, talvez, a perdição eterna pelos instinctos brutaes que- borbulhão em todp p espirito, para o qual nãoexiste nem a contensão moral, nejm a contensão religiosa. • E nocntanto, o Salvador do mundo não derramou seu precioso sangue somente pelos filhos da* fortuna, ou pelos senhores da terra ; mas também, e principalmente, pelos desgraçados, pelos que chorão, pelos* que tem fome è sede de justiça. «i- ; Tão deshumâno modo de crearv de educar e de tratar o escravo, não produz somente o mal horrendo do jembrutecn mente eda degradação jríoral de uma raça humana ; acarreta também comsigo os maiores e os mais invencíveis perigos que podem ameaçar a paz e...
litação pela pureza dos costumes e pela pratica, do bem. . O escravo, entre nós, e onde quer que existe, é considerado não como pessoa, mas como cousa 1 Para quem o possue, eHe nao éniais que uma propriedade, "bens da fortuna,"dos quaes procura tirar todo o pro- * veito, todo o lucro possível | _ 6 - A educação desse simulacro de gente, limitarse a algum ofíiciP mechanico, quep torne mais "productivo, mais rendoso a seu senhor 1 Nem os princípios mais geraes, nem as noções as mais simples e comesinhas da moral e da religião, sem ps qtíaes a humanidade se avilta até as condições dos brutos, procura o deshumanp, senh-pr plantar, nessas almàs,;a quem o Éâptismd abre as portas do céo, e os soffrimentòs cfão dííèito^ !bemaventurança ; mas que são condemnadps, talvez, a perdição eterna pelos instinctos brutaes que- borbulhão em todp p espirito, para o qual nãoexiste nem a contensão moral, nejm a contensão religiosa. • E nocntanto, o Salvador do mundo não derramou seu precioso sangue somente pelos filhos da* fortuna, ou pelos senhores da terra ; mas também, e principalmente, pelos desgraçados, pelos que chorão, pelos* que tem fome è sede de justiça. «i- ; Tão deshumâno modo de crearv de educar e de tratar o escravo, não produz somente o mal horrendo do jembrutecn mente eda degradação jríoral de uma raça humana ; acarreta também comsigo os maiores e os mais invencíveis perigos que podem ameaçar a paz e a felicidade das famílias. 0 esoravp embrutecido pela educação que recebe e pela vida que leva, não conheça o que seja honra, nem o.que seja dever; não conhece a repressão raoraU só obedece a repressão material. Resulta dahi que a prostituição, coro todo o Cortejo de vicios humanos,, é a condição dá mulher escrava ;^e que o pdio e o desejo 'ardente, insaciável de vingança, é o sentimento mais forte do coração do negro,para com a raça branca em geral, e para com sèu senhor em particular. }-." • Da educação da mocidade, e principalmente da sua educação moral, é que depende a felicidade da família ea grandeza das nações. ', •> , E que futuro se póderespêrar de um povo*onde meninos nascem, crescem e vivem no mais intimo contacto com essa raça prostituída j-çompàrticipando da vida e dôs costumes de seus pães, ao mesmo tempo que dos costumes e da vida de seus escravos; vendo e ouvindo destes as praticas as mais torces e as palavras as mais descomedidàs?! V / Se um, se alguns, se muitos abráção de preferencia os tfãè^é^cô^tilttesjpátebíiosí és práticas e exemplos de? seus escravos;, a maípr parte ha de sahir iuqninada dessas praticas e dessesexemplos pejtóciõ^s/pofqüe *w>íí<áe ^ Úmida e o '^ià^^^^p^^i^^^ii^^xA^miQ do que.o .bom Afemífdêr que õ'exemplo máo é sempre contagioso, acréscfe "-que'o cotítà^ío ;éi tanto mais pernicioso quanto se ihnòcúla em: um coração tenro p inexperie...
a felicidade das famílias. 0 esoravp embrutecido pela educação que recebe e pela vida que leva, não conheça o que seja honra, nem o.que seja dever; não conhece a repressão raoraU só obedece a repressão material. Resulta dahi que a prostituição, coro todo o Cortejo de vicios humanos,, é a condição dá mulher escrava ;^e que o pdio e o desejo 'ardente, insaciável de vingança, é o sentimento mais forte do coração do negro,para com a raça branca em geral, e para com sèu senhor em particular. }-." • Da educação da mocidade, e principalmente da sua educação moral, é que depende a felicidade da família ea grandeza das nações. ', •> , E que futuro se póderespêrar de um povo*onde meninos nascem, crescem e vivem no mais intimo contacto com essa raça prostituída j-çompàrticipando da vida e dôs costumes de seus pães, ao mesmo tempo que dos costumes e da vida de seus escravos; vendo e ouvindo destes as praticas as mais torces e as palavras as mais descomedidàs?! V / Se um, se alguns, se muitos abráção de preferencia os tfãè^é^cô^tilttesjpátebíiosí és práticas e exemplos de? seus escravos;, a maípr parte ha de sahir iuqninada dessas praticas e dessesexemplos pejtóciõ^s/pofqüe *w>íí<áe ^ Úmida e o '^ià^^^^p^^i^^^ii^^xA^miQ do que.o .bom Afemífdêr que õ'exemplo máo é sempre contagioso, acréscfe "-que'o cotítà^ío ;éi tanto mais pernicioso quanto se ihnòcúla em: um coração tenro p inexperie...

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