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Idolos do Coração e Feira das Vaidades

Livro: Idolos do Coração e Feira das Vaidades Página 3

Autor - Fonte: David Powlison

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...igas, o “temor de homens” que gera desejo inordenado de um homem como essencial para sua sobrevivência, e assim por diante. Cada um desses ídolos (e conseqüentes comportamentos, pensamentos e emoções) é “lógico” dentro do “sistema de idolatria”, uma Feira de Vaidades em miniatura, de diversões e ameaças, em que ambos vivem. Seus ídolos são algumas vezes modelados, ensinados e estimulados pela(s) outra(s) pessoa(s) envolvida(s): suas queixas e sua ira espelham e servem de lente de aumento um para o outro; seus companheiros de bar e suas amigas reforçam suas respectivas iras e autopiedades. Os ídolos algumas vezes são reativos e compensatórios: ele reage às suas exigências com a bebida e ela reage à bebida tentando salvá-lo e transformá-lo. A Feira das Vaidades é uma tentadora vida de. inferno na terra! 8 Comento aqui só o impacto das influências sociais “negativas”, que nos comunicam seus ídolos e provocam nossos corações à produção de ídolos se você ira-se contra mim, eu aprendo de você alguma coisa sobre a suprema importância de fazer as coisas da minha maneira, assim como alguns truques e técnicas para conquistar o que quero. Também, instintivamente, tento gerar ídolos como compensação, defesa ou escape. Nossa tendência é de pagar o mal com o mal. Posso igualmente comentar sobre o impacto das influências sociais “positivas” – em Bunyan e na vida – que comunicam fé, estimulam a fé em nossos cor...
ções e trazem arrependimento da idolatria. O caminho bíblico para lidar com os “inimigos”, pagando o mal com o bem, é aprendido de outros e produzido no coração. 9 Sociólogos, antropólogos e historiadores da psiquiatria demonstram como muitos sintomas e todos os rótulos de diagnósticos são presos à cultura. Isto é especialmente verdadeiro com respeito a problemas funcionais (em oposição aos problemas distintamente orgânicos) que compreendem a maior parte da miséria humana e do mau comportamento. Esta observação relativizante significa que rótulos de diagnósticos não são “científicos” nem “verdades objetivas”. Os rótulos são as vezes heuristicamente úteis se os reconhecermos como são: simples ordens taxonômicas de observações. Mas rótulos são elementos dentro de esquemas de valores e interpretação. Porque as categorias de diagnósticos são filosófica e teologicamente “carregados”, um cristão que procure ser honesto para com o sistema de valores e interpretação da Bíblia, precisa gerar categorias bíblicas e aproximar-se das categorias seculares com extremo ceticismo. 10 Feedback Loop é uma expressão da língua inglesa que significa a consistente retroalimentação de um dado impulso. Por exemplo, o sinal de um microfone colocado em frente ao seu alto-falante, é retroalimentado pela reprodução de seu próprio sinal ampliado, causando finalmente o que conhecemos como microfonia. O autor usa o termo com o sentido de comportamentos que servem de estímulos a comportamento iguais e ampliados (NT). [ 5 ] três _____________________________________________________________________________ Imitações Espirituais Ídolos imitam aspectos da identidade e do caráter de Deus, como se vê no trecho anterior: juiz, salvador, fonte de bênçãos, barreira contra o pecado, objeto de confiança, autor da vontade a que obedecer etc. cada ídolo neste bloco que se junta ao sistema faz falsas promessas e dá falsos avisos: “se apenas. então.”. Por exemplo, os comportamentos “capacitadores” da esposa mostram seu papel idólatra de salvadora. Seu ídolo promete e adverte: “se apenas puder oferecer a coisa certa e fazer o melhor, então seu marido mudará. Mas se você não cuidar das coisas por ele, então o desastre ocorrerá”. E porque tanto as promessas quanto as advertências são mentiras, o culto a cada ídolo resulta numa ressaca de miséria e maldição. Ídolos mentem, escravizam e matam. Estão continuamente insinuando-se pela voz daquele que sempre foi mentiroso, senhor de escravos e assassino desde o princípio. Estão sob a imediata ira de Deus que, frequentemente impede que tais coisas dêem certo em Seu mundo11. A simples figura da idolatria – um adorador prostrado ante a imagem de madeira, metal ou pedra – é poderosamente explanada na Bíblia. Idolatria torna-se um conceito com o qual compreender as razões intrínsecas da motivação individua...
sentido de comportamentos que servem de estímulos a comportamento iguais e ampliados (NT). [ 5 ] três _____________________________________________________________________________ Imitações Espirituais Ídolos imitam aspectos da identidade e do caráter de Deus, como se vê no trecho anterior: juiz, salvador, fonte de bênçãos, barreira contra o pecado, objeto de confiança, autor da vontade a que obedecer etc. cada ídolo neste bloco que se junta ao sistema faz falsas promessas e dá falsos avisos: “se apenas. então.”. Por exemplo, os comportamentos “capacitadores” da esposa mostram seu papel idólatra de salvadora. Seu ídolo promete e adverte: “se apenas puder oferecer a coisa certa e fazer o melhor, então seu marido mudará. Mas se você não cuidar das coisas por ele, então o desastre ocorrerá”. E porque tanto as promessas quanto as advertências são mentiras, o culto a cada ídolo resulta numa ressaca de miséria e maldição. Ídolos mentem, escravizam e matam. Estão continuamente insinuando-se pela voz daquele que sempre foi mentiroso, senhor de escravos e assassino desde o princípio. Estão sob a imediata ira de Deus que, frequentemente impede que tais coisas dêem certo em Seu mundo11. A simples figura da idolatria – um adorador prostrado ante a imagem de madeira, metal ou pedra – é poderosamente explanada na Bíblia. Idolatria torna-se um conceito com o qual compreender as razões intrínsecas da motivação individual e do condicionamento social. Os ídolos do coração conduzem-nos a abandonar a Deus de muitas maneiras. Manifestam-se e expressam-se em qualquer lugar, nos mínimos detalhes na vida interior e exterior. Tais ídolos do coração cabem como a mão na luva com respeito aos bens de consumo oferecidos pela Feira das Vaidades da vida social. Os convites e as ameaças da nossa existência social seduzem-nos à deserção e encaminham-nos em direção à idolatria. Estes temas dão uma perspectiva fundamental sobre as “más novas” que permeiam a Bíblia. Em suma, os pecados comportamentais são sempre retratados na Bíblia como “motivados” ou governados por um “deus” ou “deuses”. O problema com a motivação humana, a questão de aliança prática, com Deus ou qualquer substituto, é freqüente e propriamente retratada como o problema da idolatria. A idolatria é um problema profundamente enraizado no coração humano e poderosamente impingido sobre nós pelo ambiente social. Isto traz-nos exatamente ao segundo tipo de pergunta mencionada no início. Esta segunda questão é a do aconselhamento. Como concatenar as três coisas seguintes? Primeiro, as pessoas são responsáveis por seus comportamentos pecaminosos. Quer os chamemos de pecado, problemas pessoais, ou vidas disfuncionais, as pessoas são responsáveis pelas coisas destrutivas que pensam, sentem e fazem12. Se sou violento ou medroso, este é o meu problema. 11 É óbvio que, se a idolat...
l e do condicionamento social. Os ídolos do coração conduzem-nos a abandonar a Deus de muitas maneiras. Manifestam-se e expressam-se em qualquer lugar, nos mínimos detalhes na vida interior e exterior. Tais ídolos do coração cabem como a mão na luva com respeito aos bens de consumo oferecidos pela Feira das Vaidades da vida social. Os convites e as ameaças da nossa existência social seduzem-nos à deserção e encaminham-nos em direção à idolatria. Estes temas dão uma perspectiva fundamental sobre as “más novas” que permeiam a Bíblia. Em suma, os pecados comportamentais são sempre retratados na Bíblia como “motivados” ou governados por um “deus” ou “deuses”. O problema com a motivação humana, a questão de aliança prática, com Deus ou qualquer substituto, é freqüente e propriamente retratada como o problema da idolatria. A idolatria é um problema profundamente enraizado no coração humano e poderosamente impingido sobre nós pelo ambiente social. Isto traz-nos exatamente ao segundo tipo de pergunta mencionada no início. Esta segunda questão é a do aconselhamento. Como concatenar as três coisas seguintes? Primeiro, as pessoas são responsáveis por seus comportamentos pecaminosos. Quer os chamemos de pecado, problemas pessoais, ou vidas disfuncionais, as pessoas são responsáveis pelas coisas destrutivas que pensam, sentem e fazem12. Se sou violento ou medroso, este é o meu problema. 11 É óbvio que, se a idolat...

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