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A Alma nos Animais

Livro: A Alma nos Animais

Autor - Fonte: Ernesto Bozzano

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...Conteúdo resumido A literatura registra, ainda que de forma esparsa, diversos casos de fenômenos paranormais envolvendo animais de espécies variadas – em especial cães, cavalos e gatos –, cujas aparições post-morten provocaram espanto e perplexidade. Nesta obra Ernesto Bozzano apresenta mais de uma centena de casos de fenômenos supranormais, classificando-os conforme o tipo de fenômeno, e baseia-se em uma fundamentação científica para demonstrar a sobrevivência da psique animal em relação à morte do corpo físico, assim como ocorre nos seres humanos. A sua pesquisa é estruturada em duas grandes diretrizes: a capacidade de clarividência de alguns animais em manifestações de seres desencarnados e os casos de aparição post-mortem de fantasmas de animais, percebida por seres humanos e mesmo por animais vivos. Sumário Razões para ler Ernesto Bozzano . 5 Introdução As manifestações metapsíquicas e os animais . 8 Primeira categoria Alucinações telepáticas em que o animal é o agente. 11 Segunda categoria Alucinações telepáticas em que o animal é o percipiente . 45 Terceira categoria Animal e homem percebem alucinações telepáticas coletivamente . 49 Quarta categoria Visões de Espíritos ocorridas sem coincidência telepática e percebidas por homens e por animais. 63 Quinta categoria Animais e pressentimentos de morte. 86 Primeiro subgrupo Manifestações de morte percebidas coletivamente por homens e por ani...
ais . 87 Segundo subgrupo Aparições de animais sob a forma premonitório-simbólica. 90 Terceiro subgrupo Pressentimentos de morte em que animais são percipientes. 92 Sexta categoria Animais e fenômenos de assombração. 100 Primeiro subgrupo Animais que percebem coletivamente com o homem as manifestações de assombração . 100 Segundo subgrupo Aparições de animais em locais assombrados . 113 Sétima categoria Materializações de animais . 129 Oitava categoria Aparições de fantasmas de animais identificados . 140 Conclusões À espera do veredicto da Ciência . 167 Apêndice Obras de Ernesto Bozzano . 178 Razões para ler Ernesto Bozzano “Todos os seres da criação são filhos do Pai e irmãos do homem. Deus quer que auxiliemos aos animais, se necessitarem de ajuda. Toda criatura em desamparo tem o mesmo direito à proteção”. Francisco de Assis Um homem experimenta a solidão mesmo junto de outras pessoas – não há tristeza maior que a desses solitários –, mas quem desfruta a companhia de um animal de estimação jamais se sentirá só. Um cão alegra e diverte as crianças e se torna o esteio moral de idosos esquecidos pelos seus. Não é menos fascinante a companhia de um gato. Esses felinos são capazes de exprimir sentimentos e emoções – afeto, alegria, fome, sede, irritação, medo – de modo a sempre se fazerem compreender. Uma coincidência muito interessante é que nos gatos e nos seres humanos a parte do cérebro responsável pelas emoções é a mesma. No reino animal o quociente de inteligência do gato só é superado pelo de alguns símios, como os chimpanzés. Aliás, a estrutura cerebral do gato é mais semelhante à do homem do que a deste com a dos cães. Há pelo menos quatro milênios, no Antigo Egito, os gatos já eram animais domésticos e, mais, objetos de uma adoração como se deuses fossem. Naquela época, matar um gato constituía crime punível com pena de morte. Mais recentemente, o cientista alemão Wilhelm Von Humboldt (1767-1835) escreveu que “o grau de civilização de um povo se mede pela forma com a qual trata os animais”; Léon Tolstoi (1828-1910), romancista russo, afirmou: “Maltratar animais é uma demonstração de covardia e ignorância”. Embora não sejam dotados da capacidade de raciocinar – expressam apenas sentimentos e emoções – alguns animais são capazes de demonstrar afeto e fidelidade de uma forma tão sincera e permanente que enternecem alguns dos corações mais empedernidos. Certos cães protagonizaram, em todas as épocas, episódios inesquecíveis de heroísmo e dedicação a seus donos. A literatura registra – desde Esopo, na Grécia Antiga, a Ernesto Bozzano, nos tempos modernos – incontáveis casos em que animais desempenham papéis notáveis, muitas vezes de um modo misterioso e inexplicável. Esta obra de Ernesto Bozzano – originalmente intitulada, em italiano, Animali e Manifestaz...
o cérebro responsável pelas emoções é a mesma. No reino animal o quociente de inteligência do gato só é superado pelo de alguns símios, como os chimpanzés. Aliás, a estrutura cerebral do gato é mais semelhante à do homem do que a deste com a dos cães. Há pelo menos quatro milênios, no Antigo Egito, os gatos já eram animais domésticos e, mais, objetos de uma adoração como se deuses fossem. Naquela época, matar um gato constituía crime punível com pena de morte. Mais recentemente, o cientista alemão Wilhelm Von Humboldt (1767-1835) escreveu que “o grau de civilização de um povo se mede pela forma com a qual trata os animais”; Léon Tolstoi (1828-1910), romancista russo, afirmou: “Maltratar animais é uma demonstração de covardia e ignorância”. Embora não sejam dotados da capacidade de raciocinar – expressam apenas sentimentos e emoções – alguns animais são capazes de demonstrar afeto e fidelidade de uma forma tão sincera e permanente que enternecem alguns dos corações mais empedernidos. Certos cães protagonizaram, em todas as épocas, episódios inesquecíveis de heroísmo e dedicação a seus donos. A literatura registra – desde Esopo, na Grécia Antiga, a Ernesto Bozzano, nos tempos modernos – incontáveis casos em que animais desempenham papéis notáveis, muitas vezes de um modo misterioso e inexplicável. Esta obra de Ernesto Bozzano – originalmente intitulada, em italiano, Animali e Manifestazioni Metapsichici (Os Animais e as Manifestações Metapsíquicas), publicada em 1923 e traduzida neste volume sob o título A Alma nos Animais – apresenta uma criteriosa pesquisa em torno da fenomenologia paranormal envolvendo animais. Cerca de 130 casos foram analisados e classificados pelo autor com a máxima isenção, na medida do possível, deixando ao leitor a prerrogativa de tirar conclusões. Bozzano não oculta sua condição de espiritista, especialmente nos trechos finais do livro, mas administra sua exposição com exemplar elegância científica, sem tentar fazer do leitor um prosélito. A propósito, esta edição apresenta 29 notas explicativas, muitas das quais elaboradas com esse viés, qual seja o de contextualizar alguns conceitos eventualmente estranhos ao leitor. Nascido em Gênova, Itália, no dia 9 de janeiro de 1862, onde também morreu, em 24 de junho de 1943, Bozzano interessou-se inicialmente, ainda na adolescência, pelo pensamento filosófico do inglês Herbert Spencer (1820-1903) e pela filosofia positivista do francês Augusto Comte (1798-1857), depois, até o fim da vida, em sentido diametralmente oposto, dedicou-se à pesquisa da fenomenologia metapsíquica: aparições, clarividência, levitação, psicometria, materialização, telepatia, premonição, etc. Concentrou-se, por fim, no estudo da “Ciência da alma”. Este é um de seus livros mais significativos, em que busca evidências a favor da tese da existê...
ioni Metapsichici (Os Animais e as Manifestações Metapsíquicas), publicada em 1923 e traduzida neste volume sob o título A Alma nos Animais – apresenta uma criteriosa pesquisa em torno da fenomenologia paranormal envolvendo animais. Cerca de 130 casos foram analisados e classificados pelo autor com a máxima isenção, na medida do possível, deixando ao leitor a prerrogativa de tirar conclusões. Bozzano não oculta sua condição de espiritista, especialmente nos trechos finais do livro, mas administra sua exposição com exemplar elegância científica, sem tentar fazer do leitor um prosélito. A propósito, esta edição apresenta 29 notas explicativas, muitas das quais elaboradas com esse viés, qual seja o de contextualizar alguns conceitos eventualmente estranhos ao leitor. Nascido em Gênova, Itália, no dia 9 de janeiro de 1862, onde também morreu, em 24 de junho de 1943, Bozzano interessou-se inicialmente, ainda na adolescência, pelo pensamento filosófico do inglês Herbert Spencer (1820-1903) e pela filosofia positivista do francês Augusto Comte (1798-1857), depois, até o fim da vida, em sentido diametralmente oposto, dedicou-se à pesquisa da fenomenologia metapsíquica: aparições, clarividência, levitação, psicometria, materialização, telepatia, premonição, etc. Concentrou-se, por fim, no estudo da “Ciência da alma”. Este é um de seus livros mais significativos, em que busca evidências a favor da tese da existê...

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