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Um Dia em Marduk

Livro: Um Dia em Marduk

Autor - Fonte: Pedro Ernesto Stilpen E Lázaro Sanches de Oliveira

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...Pedro Ernesto Stilpen E Lázaro Sanches de Oliveira INTRODUÇÃO No nosso primeiro livro sobre a transcomunicação instrumental (TCI), o ALÔ ALÉM, escrito durante o ano de 1997, as vozes nos alertaram que nenhum assunto já abordado poderia ser considerado concluído. Aliás, será que algum livro pode conter tudo sobre um determinado tema? Sentimos que uma seqüência pedia para vir à luz, e até perguntamos sobre que ponto deveríamos escrever, e a resposta veio: ”AMOR”. Cáspite, não teria Shakespeare esgotado o assunto? OK, tudo faremos pela vitória e contamos com a nossa torcida. Para quem não está ainda familiarizado com o fenômeno das vozes, sugerimos a leitura do livro “PONTE ENTRE O AQUI E O ALÉM”, de Hildegard Schäfer, editado pela Pensamento. O livro contém farto material técnico sobre os aparelhos usados, transfotos, mensagens recebidas pelos computadores, um histórico com dados biográficos, fotos dos pioneiros e tudo o mais. Ou então, é claro, o próprio ALÔ ALÉM, o primeiro livro digital desta dimensão sobre a TCI, encontrado em todas as boas pages do ramo. Batizamos este segundo livro de “UM DIA EM MARDUK”. Se deu certo com Hollywood tem de dar com a gente. Marduk, diga-se de passagem, é o nome do planeta de onde vem a maioria das vozes, já que a outra fonte é a Terra mesmo. O partido que tomamos é o compromisso com a verdade e, por definição, “verdade” é o que as vozes nos dizem. O leitor va...
entender que a nossa posição é de completa sujeição ao que nos é dito, ainda que o nosso 2 raciocínio nos indique o oposto. A interferência de alguma entidade zombeteira pode até falsear a “verdade”, mas contamos com uma barreira energética montada pelos nossos mentores. Cremos nisto! Para isentar o livro dos pesquisadores Stil e Lázaro, tentamos evitar tanto quanto possível, o filtro das nossas opiniões, da nossa formação religiosa. No entanto, as peças precisam ser reorganizadas de algum modo lógico. UM DIA EM MARDUK é o resultado disto tudo. O método foi o de organizar as perguntas em grupos de dez, e só escrever o artigo correspondente quando todas elas estivessem respondidas (ou quando uma delas eliminasse as outras). Por vezes, uma resposta abria uma cascata de perguntas, inseridas no mesmo grupo ou reorganizadas em novos grupos. Vimos que algumas respostas já se encontravam em outros livros, mesmo os de transcomunicação instrumental (TCI), e isto só fortalece o trabalho dos outros pesquisadores. No final deste livro, em anexo (1), apresentamos as anotações de todas as vozes paranormais ouvidas em cada sessão de TCI. A tentação do sensacionalismo está em cada esquina, não só pela comprovação definitiva da sobrevivência após o desencarne, como também pela possibilidade de contatar as mais variadas personalidades. Na TCI não temos a necessidade da presença de um guru (um guia ou líder espiritual que à sua volta congrega seguidores, às vezes fanáticos) ou mesmo de aparelhos inacessíveis. Aqui quase tudo é possível, e se alguma idéia lhe ocorrer é porque ela nasceu em algum ponto do espaço e do tempo. Esperamos que a nossa viagem pelas páginas deste livro possa lhe servir de inspiração. AGRADECIMENTOS 3 Ao Cris, com a sua proverbial colaboração silenciosa; Às entidades, as quais tentamos a paciência ao limite; À Fiorella e ao seu mentor Antariano, que nos orientaram em pontos obscuros; Ao Boni, Hudson e toda a legião de internautas, pela força; Ao Fernando Hugo Oliveira pelos toques d’além-mar; E ao leitor pelo prestígio. PREPARE O SEU CORAÇÃO Não tenha dúvidas: em TCI, cada vez que ouvimos uma voz, humana, com entonação, respondendo de maneira lógica exatamente a pergunta que acabamos de formular, é como se fosse a primeira. A gente rebobina a fita, e lá está a voz intrusa, teimando em desafiar a nossa pobre lógica cotidiana. E se a fonte for uma pessoa conhecida, que já nos conformáramos em perder do convívio, aí então a emoção alça vôo ao infinito. O que está por trás dos bastidores dessa experiência única é a certeza da tão cantada e nunca acreditada imortalidade da alma. Já foi dito que choramos a nossa própria morte nos enterros; tirando uma ponta de exagero, há um rabicho de verdade na afirmativa. Pois bem, a TCI é a chance de afastar qualquer sombra de dúvida. A realidade do aparecim...
à sua volta congrega seguidores, às vezes fanáticos) ou mesmo de aparelhos inacessíveis. Aqui quase tudo é possível, e se alguma idéia lhe ocorrer é porque ela nasceu em algum ponto do espaço e do tempo. Esperamos que a nossa viagem pelas páginas deste livro possa lhe servir de inspiração. AGRADECIMENTOS 3 Ao Cris, com a sua proverbial colaboração silenciosa; Às entidades, as quais tentamos a paciência ao limite; À Fiorella e ao seu mentor Antariano, que nos orientaram em pontos obscuros; Ao Boni, Hudson e toda a legião de internautas, pela força; Ao Fernando Hugo Oliveira pelos toques d’além-mar; E ao leitor pelo prestígio. PREPARE O SEU CORAÇÃO Não tenha dúvidas: em TCI, cada vez que ouvimos uma voz, humana, com entonação, respondendo de maneira lógica exatamente a pergunta que acabamos de formular, é como se fosse a primeira. A gente rebobina a fita, e lá está a voz intrusa, teimando em desafiar a nossa pobre lógica cotidiana. E se a fonte for uma pessoa conhecida, que já nos conformáramos em perder do convívio, aí então a emoção alça vôo ao infinito. O que está por trás dos bastidores dessa experiência única é a certeza da tão cantada e nunca acreditada imortalidade da alma. Já foi dito que choramos a nossa própria morte nos enterros; tirando uma ponta de exagero, há um rabicho de verdade na afirmativa. Pois bem, a TCI é a chance de afastar qualquer sombra de dúvida. A realidade do aparecimento de vozes inteligentes tem o dom de calar os materialistas de plantão, pois até eles podem duplicar esse fenômeno com a maior facilidade. Então, de onde vêm? Segundo capítulo: é o inconsciente coletivo (outra hipótese sem a menor comprovação), ou a força mental do transcomunicador (para negar a TCI até esta hipótese é colocada em questão), farsa (experimente você mesmo, e verá que não), invasão de ETs (de certo modo isto pode ser.), vozes do demônio (um demônio que recomenda Jesus). Ora, vamos! Que tal perguntarmos para as próprias vozes? A resposta é sempre a mesma: ou a entidade está bem ao lado do pesquisador (vide “Ghost”), ou em um planeta chamado Marduk, a “dois espaços e três tempos de distância”. Não nos pergunte o que quer dizer, pois a nossa prisão tridimensional nos veda a clareza da constatação. 4 Sempre comparamos essa situação com a dificuldade de duas criaturas em duas dimensões em compreender um ser de três dimensões, digamos, uma esfera. Vamos supor que uma reta e um triângulo estejam passeando por uma folha de papel, quando passa a esfera. A reta diz, espantada: ___ “Olha, triângulo, surgiu ali um ponto. E ele está crescendo na forma de um círculo.” ___ “É mesmo, reta, veja! O círculo está crescendo, crescendo. E agora está diminuindo. Virou um ponto.” ___ “E sumiu. O que terá sido isso?” Deixemos as duas pobres figuras boquiabertas, porque a nossa tentativa de...
ento de vozes inteligentes tem o dom de calar os materialistas de plantão, pois até eles podem duplicar esse fenômeno com a maior facilidade. Então, de onde vêm? Segundo capítulo: é o inconsciente coletivo (outra hipótese sem a menor comprovação), ou a força mental do transcomunicador (para negar a TCI até esta hipótese é colocada em questão), farsa (experimente você mesmo, e verá que não), invasão de ETs (de certo modo isto pode ser.), vozes do demônio (um demônio que recomenda Jesus). Ora, vamos! Que tal perguntarmos para as próprias vozes? A resposta é sempre a mesma: ou a entidade está bem ao lado do pesquisador (vide “Ghost”), ou em um planeta chamado Marduk, a “dois espaços e três tempos de distância”. Não nos pergunte o que quer dizer, pois a nossa prisão tridimensional nos veda a clareza da constatação. 4 Sempre comparamos essa situação com a dificuldade de duas criaturas em duas dimensões em compreender um ser de três dimensões, digamos, uma esfera. Vamos supor que uma reta e um triângulo estejam passeando por uma folha de papel, quando passa a esfera. A reta diz, espantada: ___ “Olha, triângulo, surgiu ali um ponto. E ele está crescendo na forma de um círculo.” ___ “É mesmo, reta, veja! O círculo está crescendo, crescendo. E agora está diminuindo. Virou um ponto.” ___ “E sumiu. O que terá sido isso?” Deixemos as duas pobres figuras boquiabertas, porque a nossa tentativa de...

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