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Um Dia em Marduk

Livro: Um Dia em Marduk Página 2

Autor - Fonte: Pedro Ernesto Stilpen E Lázaro Sanches de Oliveira

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...adivinhar não pode ser melhor do que a delas. Podemos nos considerar as pessoas mais felizes na Terra da Geometria, pois a esfera decidiu falar conosco. Mais adiante vamos ver que Marduk está longe de ser o nosso ponto final na jornada da evolução. Apesar de todas as facilidades que eles têm em relação ao deficiente sistema carne-e-osso, o caminho além deles se perde na eternidade. Certa vez o nosso professor de Matemática nos explicou assim a noção de infinito. Digamos que alguém se proponha a atravessar a rua de modo singular, sempre avançando a metade do caminho que falta. Quando ele chegará do outro lado? Num número infinito de dias. Por essas e outras é que muita gente odeia a Matemática. Quantas vezes se repete a emoção? Entre os dias 27 de Novembro de 1996 e 24 de Janeiro de 1998, ou seja, em quase quatorze meses de contatos com o Além, via TCI, o Lázaro já havia classificado 1.462 vozes audíveis e compreensíveis, e deixado de lado outras tantas que pudessem deixar alguma dúvida. Numa das últimas reuniões de 1997, uma voz feminina ficou vinte minutos acompanhando o que o Stil dizia com “AH”, “SEI”, “HUM”, como que o incentivando a falar. O número de intervenções foi tanto, que não houve como computá-las. Uma exacerbação do fenômeno! A maior parte das falas se reduz a monossílabos, especialmente SIM, NÃO, É.; mas sempre surgem frases completas, como da avó do Stil: “AINDA BEM, AQUELA CASA ERA...
MUITO FRIA!”, modificando uma fala de seu filho (e pai do Stil), que lamentava ter perdido a casa de Petrópolis onde passara a infância. 5 Ao invés de colecionarmos essas declarações de ordem pessoal, nos ocorreu tentar entender, mesmo na condição de retas e triângulos que somos, o dia-a-dia em Marduk. Nunca nos conformamos com algumas declarações em relação à não-existência do tempo. Uma lógica primitiva nos faz crer que sem o tempo estabelece-se a imobilidade, e alguns eventos se fariam impossíveis. Por exemplo, uma fala como “MEU FILHO” exige um tempo para existir, ou então, todas as falas pronunciadas desde o início dos tempos se reduziriam a um som instantâneo e inaudível. Sem o tempo não há evolução, vida, conceitos, coisa alguma que necessite de um princípio, meio e fim. Ainda bem que eles mesmo confirmaram numa frase: “TEMPO? É CLARO QUE EXISTE”. Ufa! Ainda bem. O trabalho que o oposto iria nos dar para a decodificação desse pilar básico nos ocuparia pelas próximas cem encarnações, pelo menos. E este livro nem precisaria ser escrito, porque você já o teria lido! Leia os artigos minuciosamente, para tirar as próprias conclusões. O esforço para não intervirmos no resultado é enorme, mas sempre escapa um conceito ou outro na tarefa de juntar as peças. O puzzle será necessariamente, resultado do aprendizado pessoal nessa e nas prévias encarnações, podendo ser bem diferente do seu quadro. Não fique aí passivo, esperando as conclusões mastigadinhas. Vá à luta. Experimente. JOVEM PARA SEMPRE Forever young. I wanna be forever young. (do eterno hit parade) A literatura espírita acena aos bem comportados com um “paraíso”, um jardim das delícias onde cessa o sofrimento, o corpo regride à juventude, não há doenças, necessidades físicas, hecatombes ou acidentes. Kardec, Divaldo e o querido Chico têm material volumoso para quem quiser se aprofundar no assunto. Essa série de perguntas foi feita para entendermos o quanto de material e de espiritual se 6 constituem os habitantes de Marduk. A nossa aposta é a de que eles são o que chamamos de espíritos, tal e qual. Uma resposta nos colocou nessa linha de pesquisa. Respondendo a “vocês nos visitam abandonando os seus corpos físicos, como nas viagens astrais?”, tivemos uma voz masculina: “NÃO”. Para bom entendedor. Sabemos que o professor Raudive, Carlos de Almeida e outras entidades de Marduk nos visitam regularmente, inclusive através de médiuns como a idônea D. Célia Silva. Ainda assim, insistimos: Pergunta 1- Os corpos dos habitantes de Marduk são molecularmente constituídos como os nossos corpos? Resposta- NÃO. NÃO. NÃO. NÃO. Conclusão- Nada de atribuir o mesmo funcionamento para ambos os casos. Hum. Será? Pergunta 2- Os corpos deterioram, ou sofrem o efeito do tempo? Voz masculina- SIM. DEPENDE. Conclusão- Ei, esta é nova! O gato escondido deixa...
fique aí passivo, esperando as conclusões mastigadinhas. Vá à luta. Experimente. JOVEM PARA SEMPRE Forever young. I wanna be forever young. (do eterno hit parade) A literatura espírita acena aos bem comportados com um “paraíso”, um jardim das delícias onde cessa o sofrimento, o corpo regride à juventude, não há doenças, necessidades físicas, hecatombes ou acidentes. Kardec, Divaldo e o querido Chico têm material volumoso para quem quiser se aprofundar no assunto. Essa série de perguntas foi feita para entendermos o quanto de material e de espiritual se 6 constituem os habitantes de Marduk. A nossa aposta é a de que eles são o que chamamos de espíritos, tal e qual. Uma resposta nos colocou nessa linha de pesquisa. Respondendo a “vocês nos visitam abandonando os seus corpos físicos, como nas viagens astrais?”, tivemos uma voz masculina: “NÃO”. Para bom entendedor. Sabemos que o professor Raudive, Carlos de Almeida e outras entidades de Marduk nos visitam regularmente, inclusive através de médiuns como a idônea D. Célia Silva. Ainda assim, insistimos: Pergunta 1- Os corpos dos habitantes de Marduk são molecularmente constituídos como os nossos corpos? Resposta- NÃO. NÃO. NÃO. NÃO. Conclusão- Nada de atribuir o mesmo funcionamento para ambos os casos. Hum. Será? Pergunta 2- Os corpos deterioram, ou sofrem o efeito do tempo? Voz masculina- SIM. DEPENDE. Conclusão- Ei, esta é nova! O gato escondido deixa o rabinho da existência do tempo de fora! De certo modo, há mesmo uma modificação “física” do Lado de Lá. Certamente se referia ao rejuvenescimento (nos casos do desencarne com idade avançada) ou do envelhecimento (quando chegam muito jovens), muitas vezes citados. Tivemos a oportunidade de captar a chegada de um bebê em Marduk, na verdade uma adulta que sofreu algum tipo de mutação pelo caminho. No nosso livro Alô Além, transformado no primeiro livro digital do mundo sobre TCI graças à cooperação dos amigos internautas, esse evento é abordado mais profundamente (“Um bebê numa noite de chuva”). Pergunta 3- Alguém morre em Marduk? Voz masculina- NEM SEMPRE. Conclusão- Usamos o nome “morte” para definir com exatidão o fenômeno. A resposta nos leva a uma bifurcação, um caminho (ao pé da letra) indicando que se referiam à segunda morte (dissolução do perispírito), e o segundo complementado com a próxima pergunta. Pergunta 4- Como se parte daí para uma reencarnação? Voz feminina- ESTÁ NA HORA. JÁ CHEGOU. 7 Conclusão- Marduk não é, segundo as vozes, um planeta de passagem, um espaço umbralino. No entanto, se necessário, provavelmente por missão, alguma entidade seja convidada a reencarnar. O modo com que a pergunta foi respondida é que nos plantou algumas minhocas na cabeça. Pergunta 5- Alguém sofre contusões em Marduk? Resposta- SIM. SIM. Conclusão- Aqui parece que temos um nó daqueles. Quem...
o rabinho da existência do tempo de fora! De certo modo, há mesmo uma modificação “física” do Lado de Lá. Certamente se referia ao rejuvenescimento (nos casos do desencarne com idade avançada) ou do envelhecimento (quando chegam muito jovens), muitas vezes citados. Tivemos a oportunidade de captar a chegada de um bebê em Marduk, na verdade uma adulta que sofreu algum tipo de mutação pelo caminho. No nosso livro Alô Além, transformado no primeiro livro digital do mundo sobre TCI graças à cooperação dos amigos internautas, esse evento é abordado mais profundamente (“Um bebê numa noite de chuva”). Pergunta 3- Alguém morre em Marduk? Voz masculina- NEM SEMPRE. Conclusão- Usamos o nome “morte” para definir com exatidão o fenômeno. A resposta nos leva a uma bifurcação, um caminho (ao pé da letra) indicando que se referiam à segunda morte (dissolução do perispírito), e o segundo complementado com a próxima pergunta. Pergunta 4- Como se parte daí para uma reencarnação? Voz feminina- ESTÁ NA HORA. JÁ CHEGOU. 7 Conclusão- Marduk não é, segundo as vozes, um planeta de passagem, um espaço umbralino. No entanto, se necessário, provavelmente por missão, alguma entidade seja convidada a reencarnar. O modo com que a pergunta foi respondida é que nos plantou algumas minhocas na cabeça. Pergunta 5- Alguém sofre contusões em Marduk? Resposta- SIM. SIM. Conclusão- Aqui parece que temos um nó daqueles. Quem...

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