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Percepções

Livro: Percepções

Autor - Fonte: PABLO DE SALAMANCA

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...2a Edição - 2012 Revisada conforme o novo Acordo Ortográfico PABLO DE SALAMANCA 2011 SOBRE O AUTOR Pablo de Salamanca nasceu no Rio de Janeiro em 1968. Possui formação de nível superior em engenharia, graduando-se em 1991. Realizou mestrado a partir de 1992, defendendo sua tese em 1994. Ainda na sua área original de atuação profissional, iniciou doutoramento em 1995, finalizando sua tese no ano de 2000. Começou seu desenvolvimento mediúnico em 1993, psicografando a partir de 1994. A presente obra, “Percepções”, com um caráter mesclado anímicomediúnico em proporções equilibradas, foi a nona lançada por Pablo. Atualmente, no início de 2012, dez livros já foram concretizados pelas suas mãos: Sabedoria em versos (2001), Depoimentos do Além (2005), Vidas em versos (2005), O Trabalhador do Umbral (2007), Experiências extrafísicas (2008), Fundamentos de Psicoterapia Reencarnacionista e um estudo de caso (2009), Reflexões (2009), Experiências extrafísicas II (2010), Percepções (2011) e Sonetos para refletir (2011). AGRADECIMENTOS Agradeço, primeiramente, aos bons mentores espirituais pelo amparo e proteção. Pai e mãe, muito obrigado pelo amor e sacrifício desinteressados. Sou profundamente grato, também, aos muitos amigos materiais que de forma indireta contribuíram para a execução desta obra. Estes são tantos, que prefiro não citá-los, para evitar cometer uma injustiça com alguém. Agradeço especialmente a Terezinh...
S. do Carmo, pois colaborou diretamente para o término deste livro. CAPA A capa é fotografia de Leland Davis, sem denominação, retirada do site http://www.freerangestock.com (acesso em 22/06/2009), e, conforme o mesmo, de uso inteiramente livre para usuários registrados no referido site. DIREITOS AUTORAIS Atenção! Esta obra possui direitos autorais devidamente registrados, e não será comercializada de forma alguma. Embora o livro seja oferecido gratuitamente, através de download, pelo site www.harmonianet.org, ele só poderá ser reproduzido com a autorização do autor, após contato através do e-mail contato@harmonianet.org, quando será permitido citá-lo em parte ou no todo, desde que denominando o autor e a home page responsável pela sua manutenção na internet. ÍNDICE INTRODUÇÃO 1 1- ANIMISMO E MEDIUNIDADE 3 1.1- A influência do consciente do médium 5 1.2- A influência do inconsciente do médium 5 1.3- A sintonia entre médium e entidade 6 2- A OBRA MEDIÚNICO-LITERÁRIA 7 2.1- Como ler uma obra mediúnica 7 2.2- O valor de uma obra mediúnica 8 2.3- A evolução da obra mediúnica de um médium 8 3- PERCEPÇÕES 10 1- Escrever 11 2- A porta 12 3- Planta de estufa 13 4- Recorrências 14 5- Rigidez 15 6- O caminho do meio 16 7- Corredores estreitos 17 8- A tabuada da vida 18 9- Passos leves 19 10- Ver com outros olhos 20 11- Gratidão 21 12- Coração em ação 22 13- No alto da montanha 23 14- Maturidade 24 15- Catarse 25 16- Vontade de entender 26 17- O valor do sacrifício 27 18- O primeiro passo 28 19- Essência 29 20- Caminhantes 30 21- A gangorra da vida 31 22- Afinando a alma 32 23- Viver é poesia 33 24- Sejamos a ponte 34 25- Pôr do sol 35 26- Alargando os horizontes 36 27- Metais expostos 37 28- Rodas da vida 38 29- Corpo e alma 39 30- Permanência 40 31- Parto 41 32- Sono 42 33- Ver, escolher e agir 43 34- Vida autossustentável 44 35- A chama interna 45 36- Medo de errar 46 37- Saber morrer 47 38- Ouvir e ver além 48 39- Os eus e Deus 49 40- Brisa da noite 50 41- Vento 51 42- Artimanhas 52 43- Beleza 53 44- Ciclo virtuoso 54 4- FINAL 55 INTRODUÇÃO Nesta breve introdução, desejo comentar o porquê escrevi esta obra “Percepções”. Na realidade, este livro resulta de um “experimento pessoal”. De início, apenas deixei fluir livremente, no papel, alguns estados de ânimo e inspirações súbitas que ocorriam no dia a dia. Eu não tencionava, realmente, fazer um novo livro. Os conteúdos que surgiam eram de teor variado, uns expressando de forma clara o que eu tinha na alma (animismo), enquanto outros, pela maneira como aconteceram e também pelo conteúdo, não deixavam dúvidas de que foram transmitidos por entidades (amigos espirituais), com as quais já tenho contato há tempos (muito embora não tenham demonstrado interesse em assinar as mensagens). Após semanas, os escritos estavam se avolumando e, depois de cuidadosa...
tarse 25 16- Vontade de entender 26 17- O valor do sacrifício 27 18- O primeiro passo 28 19- Essência 29 20- Caminhantes 30 21- A gangorra da vida 31 22- Afinando a alma 32 23- Viver é poesia 33 24- Sejamos a ponte 34 25- Pôr do sol 35 26- Alargando os horizontes 36 27- Metais expostos 37 28- Rodas da vida 38 29- Corpo e alma 39 30- Permanência 40 31- Parto 41 32- Sono 42 33- Ver, escolher e agir 43 34- Vida autossustentável 44 35- A chama interna 45 36- Medo de errar 46 37- Saber morrer 47 38- Ouvir e ver além 48 39- Os eus e Deus 49 40- Brisa da noite 50 41- Vento 51 42- Artimanhas 52 43- Beleza 53 44- Ciclo virtuoso 54 4- FINAL 55 INTRODUÇÃO Nesta breve introdução, desejo comentar o porquê escrevi esta obra “Percepções”. Na realidade, este livro resulta de um “experimento pessoal”. De início, apenas deixei fluir livremente, no papel, alguns estados de ânimo e inspirações súbitas que ocorriam no dia a dia. Eu não tencionava, realmente, fazer um novo livro. Os conteúdos que surgiam eram de teor variado, uns expressando de forma clara o que eu tinha na alma (animismo), enquanto outros, pela maneira como aconteceram e também pelo conteúdo, não deixavam dúvidas de que foram transmitidos por entidades (amigos espirituais), com as quais já tenho contato há tempos (muito embora não tenham demonstrado interesse em assinar as mensagens). Após semanas, os escritos estavam se avolumando e, depois de cuidadosa releitura, notei que poderiam ser úteis a quem viesse a lê-los. No entanto, não me preocupei com isso, fixando-me na intenção de simplesmente “deixar fluir” a escrita, sempre que surgisse um forte impulso. Porém, em determinado dia recebi a visita de uma antiga amiga, que se interessou em conhecer os conteúdos do que eu andava escrevendo. Para a minha surpresa, ela constatou que algumas mensagens tinham profunda conexão com problemas que ela vinha passando, e as datas em que eu grafara, correspondiam aos períodos de seu sofrimento, sem que eu soubesse. Para ela, ali haviam respostas e esclarecimentos de grande valor, que surgiram pelas minhas mãos, de uma forma sincrônica aos fatos que se sucederam na vida dela. Então, percebi que nem todas as mensagens que eu havia materializado, eram somente de fundo anímico ou de restrita base mediúnica (conexão médium/mentor). Eu também vinha fazendo uma espécie de “captação psíquica” involuntária, pelo menos com relação a esta amiga, com quem tenho fortes vínculos. Sem dúvida que isso reforçou, em minha mente, que aquilo que eu vinha escrevendo, tinha um valor especial. No entanto, mais à frente, notei claramente que em algumas oportunidades em que sentia o impulso em escrever, o fazia movido pela presença de entidades em desequilíbrio. Nestes momentos, eu tentava não só dar vazão aos sentimentos desses seres em sofrimento, promovendo uma espécie de catarse, mas também induzi-l...
releitura, notei que poderiam ser úteis a quem viesse a lê-los. No entanto, não me preocupei com isso, fixando-me na intenção de simplesmente “deixar fluir” a escrita, sempre que surgisse um forte impulso. Porém, em determinado dia recebi a visita de uma antiga amiga, que se interessou em conhecer os conteúdos do que eu andava escrevendo. Para a minha surpresa, ela constatou que algumas mensagens tinham profunda conexão com problemas que ela vinha passando, e as datas em que eu grafara, correspondiam aos períodos de seu sofrimento, sem que eu soubesse. Para ela, ali haviam respostas e esclarecimentos de grande valor, que surgiram pelas minhas mãos, de uma forma sincrônica aos fatos que se sucederam na vida dela. Então, percebi que nem todas as mensagens que eu havia materializado, eram somente de fundo anímico ou de restrita base mediúnica (conexão médium/mentor). Eu também vinha fazendo uma espécie de “captação psíquica” involuntária, pelo menos com relação a esta amiga, com quem tenho fortes vínculos. Sem dúvida que isso reforçou, em minha mente, que aquilo que eu vinha escrevendo, tinha um valor especial. No entanto, mais à frente, notei claramente que em algumas oportunidades em que sentia o impulso em escrever, o fazia movido pela presença de entidades em desequilíbrio. Nestes momentos, eu tentava não só dar vazão aos sentimentos desses seres em sofrimento, promovendo uma espécie de catarse, mas também induzi-l...

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