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Percepções

Livro: Percepções Página 2

Autor - Fonte: PABLO DE SALAMANCA

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...os a um novo direcionamento de suas energias. Percebi, certas vezes, que tinha algum sucesso no meu intento, aliviando aos espíritos em desarmonia, não só pela catarse proporcionada, mas também por ter apontado/transmitido a eles uma maneira melhor de sentir, pensar e agir. Portanto, depois de um tempo, acumulei em minhas mãos uma série de mensagens de cunho variado. Após meditar por um período, concluí que elas poderiam ser úteis às pessoas, de uma forma geral, o que me levou a agrupá-las nesse livro. 1 Genericamente, não será difícil ao leitor constatar a diversidade de mensagens que se encontram neste e-book. Antes de apresentar os textos em si, entendi ser importante tecer comentários sobre animismo e mediunidade, de forma a situar melhor aos leitores menos experientes (capítulos 1 e 2). No capítulo 3 (”Percepções”), apresento as mensagens sobre as quais falei aqui nesta introdução, em ordem cronológica. 2 1- ANIMISMO E MEDIUNIDADE Inicialmente, gostaria de comentar o próprio título deste capítulo “Animismo e Mediunidade”. Pus, propositadamente, o termo “animismo” em primeiro lugar, porque sem o fator anímico não há mediunidade. Mas, para esclarecer melhor, é importante conceituar ambos termos. Quanto ao animismo, utilizando-me de uma definição clássica, é a “teoria filosófica que considera a alma como causa primária de todos os fatos intelectuais e vitais”(1), ou seja, é a alma do próprio indivídu...
que origina os fenômenos que se materializam. “Alma” é um termo que deriva do latim an?ma, que, por sua vez, refere-se ao princípio que dá movimento ao que é vivo, o que é animado ou o que faz mover (http://pt.wikipedia.org/wiki/Alma). Sobre mediunidade, no Livro dos Médiuns(2) consta que a palavra “médium” vem do Latim (medium), significando “meio” ou “intermediário”, ou seja, médium é pessoa que pode servir de intermediária entre os dois planos da vida, isto é, entre os espíritos e os homens. Conforme G. M. Ney(3), mediunidade é a faculdade dos médiuns ou sensitivos de serem “meio” aos fenômenos paranormais. De acordo com L. Palhano Júnior(4), mediunidade é a faculdade que têm as pessoas (médiuns), em maior ou menor grau, de receber comunicações ou perceber os espíritos ou o Mundo Espiritual. Portanto, em linhas gerais, animismo é o conjunto de manifestações que vêm da alma do indivíduo. Em outras palavras, são os fenômenos provocados pelo próprio psiquismo da pessoa, sem a participação de qualquer outra entidade ou consciência externa. Assim, por exemplo, alguém que esteja emocionalmente alterado por forte estresse, pode, de repente, ter uma reação muito agressiva, devido a um afloramento de uma característica de sua personalidade. Ou seja, isto constituiu-se, pelo menos em tese, numa exclusiva ação anímica. Um outro exemplo de animismo, é o caso de alguém que escreve algo sem a participação de nenhum desencarnado ou qualquer consciência externa, usando somente os atributos de sua psique (“psiquê” é palavra grega que significa alma - http://pt.wikipedia.org/wiki/Psiqu%C3%AA). Assim, o que este indivíduo grafou, provêm de sua própria alma e, por isso, é um processo puramente anímico, ao menos em teoria. Quanto à mediunidade, um exemplo típico de atividade mediúnica é a psicografia, que ocorre quando o médium é utilizado por outra consciência, que expressa suas ideias pelas mãos do sensitivo, através da escrita. Citando também o exemplo da psicofonia, chamada por alguns de “incorporação”, nela a entidade comunicante utiliza o encarnado como intermediário, para expressar seus pensamentos através da fala. 3 Bom, voltando ao que eu dizia no primeiro parágrafo, o termo “animismo” vem à frente do termo “mediunidade” no título do presente capítulo, porque, na realidade, qualquer mecanismo mediúnico só ocorre através do aparato biopsíquico do médium. E neste aparato inclui-se certamente a psique do médium, ou seja, uma consciência comunicante externa só se manifesta através do sensitivo, ao sintonizar-se com a alma deste, isto é, por meio das potencialidades anímicas do médium. Portanto, não há mediunidade sem algum grau de animismo, mesmo nos chamados médiuns inconscientes (aqueles que perdem a lucidez durante o processo mediúnico). Por outro lado, questiono também se há um “animismo puro”....
de nenhum desencarnado ou qualquer consciência externa, usando somente os atributos de sua psique (“psiquê” é palavra grega que significa alma - http://pt.wikipedia.org/wiki/Psiqu%C3%AA). Assim, o que este indivíduo grafou, provêm de sua própria alma e, por isso, é um processo puramente anímico, ao menos em teoria. Quanto à mediunidade, um exemplo típico de atividade mediúnica é a psicografia, que ocorre quando o médium é utilizado por outra consciência, que expressa suas ideias pelas mãos do sensitivo, através da escrita. Citando também o exemplo da psicofonia, chamada por alguns de “incorporação”, nela a entidade comunicante utiliza o encarnado como intermediário, para expressar seus pensamentos através da fala. 3 Bom, voltando ao que eu dizia no primeiro parágrafo, o termo “animismo” vem à frente do termo “mediunidade” no título do presente capítulo, porque, na realidade, qualquer mecanismo mediúnico só ocorre através do aparato biopsíquico do médium. E neste aparato inclui-se certamente a psique do médium, ou seja, uma consciência comunicante externa só se manifesta através do sensitivo, ao sintonizar-se com a alma deste, isto é, por meio das potencialidades anímicas do médium. Portanto, não há mediunidade sem algum grau de animismo, mesmo nos chamados médiuns inconscientes (aqueles que perdem a lucidez durante o processo mediúnico). Por outro lado, questiono também se há um “animismo puro”. Alguém que escreve algo, mesmo obras científicas, materializa os conhecimentos apenas através de sua mente? Quem garante que uma parte do que o cientista escreveu não teve, ao menos, uma influência de algum ser incorpóreo, pela via intuitiva? Quantos escritores, alguns cientistas e outros não, revelam que suas ideias surgiram através de inspirações súbitas, sonhos, ou fatores/acontecimentos aparentemente ao acaso? Para quem já tem um mínimo de sensibilidade desenvolvida, não é difícil concluir que há uma inter-relação bastante intensa, entre o Mundo Material e o chamado “Mundo Espiritual”. A comunicação entre diferentes dimensões é constante, embora muitas vezes sutil. Portanto afirmo que, assim como não há mediunidade sem animismo, praticamente não há animismo sem mediunidade. Desta forma, passo a discorrer sobre como se mesclam o animismo e a mediunidade, detalhando alguns aspectos da inter-relação entre ambos. Não tenciono, aqui, fazer um estudo muito aprofundado, mas apenas trazer alguns esclarecimentos a quem não pôde investigar a questão, um pouco mais detidamente. Citações realizadas: (1) Dicionário Escolar Silveira Bueno. Ediouro. São Paulo, 2001. (2) O Livro dos Médiuns. Allan Kardec. Federação Espírita Brasileira. Rio de Janeiro, 1996. (3) Parapsicologia: termos e mestres. Gerardo M. Ney. Livraria Freitas Bastos. Rio de Janeiro, 1991. (4) Mirabelli: um médium extraordinário. Lamartine Palhano Júnior....
Alguém que escreve algo, mesmo obras científicas, materializa os conhecimentos apenas através de sua mente? Quem garante que uma parte do que o cientista escreveu não teve, ao menos, uma influência de algum ser incorpóreo, pela via intuitiva? Quantos escritores, alguns cientistas e outros não, revelam que suas ideias surgiram através de inspirações súbitas, sonhos, ou fatores/acontecimentos aparentemente ao acaso? Para quem já tem um mínimo de sensibilidade desenvolvida, não é difícil concluir que há uma inter-relação bastante intensa, entre o Mundo Material e o chamado “Mundo Espiritual”. A comunicação entre diferentes dimensões é constante, embora muitas vezes sutil. Portanto afirmo que, assim como não há mediunidade sem animismo, praticamente não há animismo sem mediunidade. Desta forma, passo a discorrer sobre como se mesclam o animismo e a mediunidade, detalhando alguns aspectos da inter-relação entre ambos. Não tenciono, aqui, fazer um estudo muito aprofundado, mas apenas trazer alguns esclarecimentos a quem não pôde investigar a questão, um pouco mais detidamente. Citações realizadas: (1) Dicionário Escolar Silveira Bueno. Ediouro. São Paulo, 2001. (2) O Livro dos Médiuns. Allan Kardec. Federação Espírita Brasileira. Rio de Janeiro, 1996. (3) Parapsicologia: termos e mestres. Gerardo M. Ney. Livraria Freitas Bastos. Rio de Janeiro, 1991. (4) Mirabelli: um médium extraordinário. Lamartine Palhano Júnior....

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