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VÍDEO: POR QUE NOS PARECE QUE NADA DA CERTO

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A Vida Conta

Livro: A Vida Conta

Autor - Fonte: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER

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...FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER Ditada pelo Espírito Emmanuel 1 ÍNDICE Afetos Relembrados Anotação Fraterna Assistência Fraternal Beneficência Cercas Certa Criança Deus Te Guarde Experiências Mãe E Filho Minutos De Deus Nunca Esmoreças Página De Esperança Perdão E Paz Razões Da Vida Súplicas Maternas Dois Pensamentos Anotações Da Fé Esquema De Luz Na Grande Escola Honra De Servir O Irmão Do Caminho A Ponte De Luz Apoio Oculto Caridade E Vida Escola Bendita Imaginemos Lei De Deus Maria Dolores Nota De Gratidão Recado De Amor Serve E Esquece Tempo Em Nós Traço Do Cirineu 2 AFETOS RELEMBRADOS Maria Dolores Alma querida, escuta: Depois de compromissos assumidos, De coração atônito, avistaste Formosas afeições de tempos idos. Não sabes definir o sentimento Que te parece fome, em que lutas e esperas, Ansiando reaver cuidados incessantes, Contatos e alegrias de outras eras. Eis que a reencarnação, vedando-te as lembranças, Não te deixa extrair da névoa transitória Nomes e posições, impulsos e ocorrências Que a vida te guardou no escrínio da memória. Mas a lei da atração te fala sem barulho, Na força do reencontro inesperado, Sobre a nova expressão em que se te apresentam As ligações que volvem do passado. Alma presa ao dever em que te ajustas, Bastas vezes te vês em pranto ardente; Queres reter, de novo, os laços prediletos De que vives ausente. Entretanto, alma boa, louva sempre A...
prova que te envolve o próprio “eu”. Firam-te estranhas dores, permanece No trabalho que o Céu te concedeu. Ama, abençoa, ampara, esclarece, aprimora. Essas almas queridas São flores que plantaste noutro tempo. Entre sombras e luzes de outras vidas. Não lhes negues carinho e reconforto, Mas não te faças coração em chama, Ensina-lhes o amor em sacrifício Com que o Cristo nos ama. Cumpre as obrigações em que Deus te resguarda, Sem de leve rompê-las. E, um dia, encontrarás o amor de teus sonhos mais altos, No País das Estrelas. 3 ANOTAÇÃO FRATERNA Maria Dolores Ouço-te, alma querida, a pergunta frequente: – “Como vencer tanta barreira à frente? Tanto empeço ao redor? Tanta prova em caminho? Tanta pedra a cercar-me? Tanto espinho? Como entender o lar em conflito constante? Sinto me qual formiga, enfrentando um gigante, – O gigante da dor em que me vejo. Por que lutar assim, se a paz é o meu desejo?!.” Se posso responder-te, apenas digo: – Não te atormentes, coração amigo, A vida sobre a Terra é internato na escola. O sofrimento que te desconsola Em cada fase vale por ensino Que te habilite à promoção A mais alto destino, Na conquista ideal da perfeição. Observa contigo a imensa caravana: Os companheiros da família humana. Não acharás ninguém sem luta e sem problemas. Esse irmão, rente a nós, caminha nas algemas Da enfermidade em que se desfigura; Aquele, a tropeçar na desventura, Suporta a incompreensão dos seres mais queridos; Outro exibe nos ombros doloridos, Embora ocultamente, A cruz de quem governa muita gente, Sem que o mundo perceba quanto dói O fardo que o mantém Preso ao nobre suor de quem serve e constrói Para a extensão do bem; Outros se arrastam carregando Tribulações em bando: Filhos em lamentável rebeldia, Buscando a fuga em marcha estranha e cega, Voltando ao lar depois pela senda sombria Do presídio da angústia que os segrega E amargas provações que surgem de surpresa, Desânimo, penúria, abandono, tristeza. Entretanto, alma boa, Não te revoltes, segue!. Ama, perdoa, Aceita-te como és e trabalha onde estás. Obrigação cumprida é o caminho da paz. Sofre e abençoa, chora mas porfia Aprendendo as lições de cada dia. A existência na Terra é a subida escarpada E o dever nos recorda o símbolo da cruz; Segue e agradece a Deus a aspereza da estrada Que te eleva da sombra à exaltação da luz!. 4 ASSISTÊNCIA FRATERNAL Maria Dolores Deus te compense, alma boa, A ti, que estendes a mão, Repartindo alegremente Carinho, agasalho e pão. Deus te envolva em alegria Todo esforço de esquecer A ofensa que se te faça, Buscando a paz por prazer. Deus te exalte o gesto amigo Quando levantas alguém Da tristeza do infortúnio Para as estradas do bem. Deus te engrandeça o trabalho Com que te esqueces e vais Auxiliar e servir Àqueles que sofrem mais. Por toda a bênção que espalhes Que o mun...
incompreensão dos seres mais queridos; Outro exibe nos ombros doloridos, Embora ocultamente, A cruz de quem governa muita gente, Sem que o mundo perceba quanto dói O fardo que o mantém Preso ao nobre suor de quem serve e constrói Para a extensão do bem; Outros se arrastam carregando Tribulações em bando: Filhos em lamentável rebeldia, Buscando a fuga em marcha estranha e cega, Voltando ao lar depois pela senda sombria Do presídio da angústia que os segrega E amargas provações que surgem de surpresa, Desânimo, penúria, abandono, tristeza. Entretanto, alma boa, Não te revoltes, segue!. Ama, perdoa, Aceita-te como és e trabalha onde estás. Obrigação cumprida é o caminho da paz. Sofre e abençoa, chora mas porfia Aprendendo as lições de cada dia. A existência na Terra é a subida escarpada E o dever nos recorda o símbolo da cruz; Segue e agradece a Deus a aspereza da estrada Que te eleva da sombra à exaltação da luz!. 4 ASSISTÊNCIA FRATERNAL Maria Dolores Deus te compense, alma boa, A ti, que estendes a mão, Repartindo alegremente Carinho, agasalho e pão. Deus te envolva em alegria Todo esforço de esquecer A ofensa que se te faça, Buscando a paz por prazer. Deus te exalte o gesto amigo Quando levantas alguém Da tristeza do infortúnio Para as estradas do bem. Deus te engrandeça o trabalho Com que te esqueces e vais Auxiliar e servir Àqueles que sofrem mais. Por toda a bênção que espalhes Que o mundo nem sempre diz Que a Vida te recompense E Deus te faça feliz. 5 BENEFICÊNCIA Maria Dolores Ante a pessoa que sofre, Nunca digas “impossível.” Nas sendas de qualquer nível, Podes doar do que tens; Para os outros, muitas vezes, Na prova amarga como é, Uma só frase de fé Define o maior dos bens. Poucos sabem quanto valem Para uma casa singela Alguns metros de flanela Em forma de cobertor, O pão cortado aos pedaços Para conforto da mesa, A força da gentileza De quem oferta uma flor. Enxuga com teu sorriso A lágrima que te alcança, Estende alguma esperança A quem se note sem luz; Qualquer migalha de auxilio E plantação que se faz, Rendendo frutos de paz Nos créditos de Jesus. 6 CERCAS Maria Dolores Alma querida, escuta: Em tuas horas lentas De inquietação, insegurança e luta, Amargura e cansaço, Ouvimos nós, noutros campos do Espaço, As falas mudas que nos apresentas. Muitas vezes, interrogas na oração De espírito espantado e sofredor: – “Se tudo o que esperei foi sonho vão, Por que amarei assim, sem ter amor? Por que me consagrar a filhos que amo tanto, Se me ofertam por triste recompensa A incompreensão imensa Que me encharca de pranto? Por que me dedicar com tanto empenho Ao lar que me magoa No qual ninguém anota as lágrimas que eu tenho Nem considera a cruz que me agrilhoa? Que motivo me leva a entregar-me de todo A certo coração que me espezinha Que me cobre de lodo Depois de iron...
do nem sempre diz Que a Vida te recompense E Deus te faça feliz. 5 BENEFICÊNCIA Maria Dolores Ante a pessoa que sofre, Nunca digas “impossível.” Nas sendas de qualquer nível, Podes doar do que tens; Para os outros, muitas vezes, Na prova amarga como é, Uma só frase de fé Define o maior dos bens. Poucos sabem quanto valem Para uma casa singela Alguns metros de flanela Em forma de cobertor, O pão cortado aos pedaços Para conforto da mesa, A força da gentileza De quem oferta uma flor. Enxuga com teu sorriso A lágrima que te alcança, Estende alguma esperança A quem se note sem luz; Qualquer migalha de auxilio E plantação que se faz, Rendendo frutos de paz Nos créditos de Jesus. 6 CERCAS Maria Dolores Alma querida, escuta: Em tuas horas lentas De inquietação, insegurança e luta, Amargura e cansaço, Ouvimos nós, noutros campos do Espaço, As falas mudas que nos apresentas. Muitas vezes, interrogas na oração De espírito espantado e sofredor: – “Se tudo o que esperei foi sonho vão, Por que amarei assim, sem ter amor? Por que me consagrar a filhos que amo tanto, Se me ofertam por triste recompensa A incompreensão imensa Que me encharca de pranto? Por que me dedicar com tanto empenho Ao lar que me magoa No qual ninguém anota as lágrimas que eu tenho Nem considera a cruz que me agrilhoa? Que motivo me leva a entregar-me de todo A certo coração que me espezinha Que me cobre de lodo Depois de iron...

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