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Mestre Osho

Matéria: A iluminação do Osho Página 2

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um lugar a outro. E muitas pessoas me recomendavam medicações, mas eu dizia ao meu pai, ‘Por que você está preocupado? Eu estou perfeitamente bem.’ Mas ninguém acreditava no que eu estava dizendo. Eles diziam. ‘Fique quieto e tome a medicação. O que
há de errado nisto?’ Então, eu tomei todo tipo de medicação.

Apenas um vaidya era um homem de insight. Seu nome era Pundit Bhagirath Prasad… Aquele velho médico já se foi, mas ele era um raro homem de insight. Ele olhou para mim e disse, ‘Ele não está doente. E começou a chorar e a dizer, ‘Eu tenho buscado por este estado em toda a minha vida. Ele é afortunado. Nesta vida eu perdi essa oportunidade. Não o leve a mais ninguém. Ele está chegando em casa’. E ele chorou lágrimas de felicidade.


Osho - dias antes da iluminação

Ele tornou-se o meu protetor contra os médicos. Ele disse ao meu pai, ‘Deixe ele comigo. Eu cuidarei dele.’ Ele nunca me deu qualquer medicação. Quando meu pai insistia, ele me dava pílulas de açúcar e dizia. ‘Estas pílulas são de açúcar. São apenas para consolá-los. Você pode tomá-las. Elas não lhe farão nenhum mal, mas também nenhuma ajuda. Na verdade, não existe ajuda possível.”

A leitura física das condições do Osho estava correta, porque seu mal não era comum, ele não era um paciente ordinário. Osho conhecia suas condições e suas causas melhor do que qualquer médico experiente.

“Agora, aquilo estava além de mim, á estava acontecendo. Eu tinha feito alguma coisa. Sem saber, eu tinha batido na porta. Agora a porta estava aberta. Eu havia meditado por muitos anos, simplesmente me sentando silenciosamente e nada fazendo. Pouco a pouco eu comecei a entrar naquele espaço, aquele espaço do coração, onde você está, sem fazer coisa alguma; você simplesmente está ali, uma presença, um observador.”

A intensidade das meditações de Osho continuou a se aprofundar. Suas experiências estavam levando-o a uma grande explosão. De todas as meditações que ele costumava fazer, uma era particularmente poderosa, a que ele costumava fazer no topo de uma árvore. Uma fascinante experiência ocorreu em Saugar, em Madhya Pradesh, aproximadamente um ano antes que o grande feito acontecesse. Enquanto cursava a faculdade em Jabalpur, Osho foi convidado a participar de um debate patrocinado pela Universidade de Saugar. Osho esteve ali por três dias e ele descreve o que aconteceu:

“Eu costumava sentar-me numa árvore e meditar à noite. Muitas vezes eu sentia que quando eu meditava sentado no chão, o meu corpo ficava com muito poder e eu tinha que ficar com as mãos para cima, talvez porque o corpo é feito com a matéria terra. O que se fala a respeito de iogues indo para os topos das montanhas ou para as alturas do Himalaia, certamente não é em vão, mas definitivamente baseado em princípios científicos. Quanto maior a distância entre o corpo e a terra, menor fica a força ou pressão física do corpo... E o poder da força interior aumenta. É por isto que eu costuma trepar em árvores altas e me absorvia em meditação por horas, toda noite.

Uma noite, eu estava tão entregue à meditação que eu não sabia que meu corpo havia caído da árvore. Eu olhei com desconfiança quando vi meu corpo deitado no chão. Eu estava surpreso com o acontecido. Eu não conseguia entender como aquilo aconteceu, pois eu estava sentado na árvore e meu corpo estava deitado no chão. Era uma experiência muito embaraçosa. Uma linha luminosa, uma corda brilhante prateada partia do umbigo do meu corpo e unia a mim no alto, onde eu estava empoleirado na árvore. Aquilo estava além da minha capacidade de entender, ou prever o que iria acontecer depois, e eu me preocupei a respeito de como eu iria retornar ao corpo. Por quanto tempo aquele transe durou, eu não sei, mas aquela era uma experiência única que eu nunca tinha tido antes.

Naquele dia, pela primeira vez, eu vi o meu corpo de fora e, desde então, a mera existência física do meu corpo findou para sempre. Desde aquele dia, também a morte deixou de existir, porque eu experienciei então que o corpo e o espírito são duas coisas diferentes, separados um do outro. Aquele foi o momento mais importante: a minha percepção do espírito que está no interior de todo corpo humano.

É realmente muito difícil dizer quanto tempo durou aquela experiência. Quando a manhã chegou, duas mulheres de algum povoado da vizinhança passaram por ali carregando leite e viram o meu corpo. Do topo da árvore, onde eu estava sentado, eu as vi olhando para o meu corpo. Elas aproximaram-se e sentaram-se ao lado. Elas tocaram minha testa com as mãos e no mesmo instante, como se por transparente força de atração, eu retornei para meu corpo e os olhos se abriram.


Osho - após a iluminação

Eu percebi que uma mulher consegue criar uma carga de eletricidade no corpo de um homem e da mesma maneira um h...

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