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Os instintos e suas necessidades

Matéria: Os instintos e suas necessidades

Autor - Fonte: Bernardino Nilton Nascimento
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Além de intensidade excessiva, que basta para acender uma resposta apaixonada, e de sua capacidade direta de exercer influências boas ou não, os instintos podem adquirir um valor afável, por associação e transferência.

A aproximação do fogo, em alguém que já sofreu uma queimadura, provocará reações de defesa.

Porém, animais fogem do fogo, do qual têm medo, mesmo sem nunca terem se queimado. Pode-se, teoricamente, pensar numa transferência ancestral hereditariamente transmitida. Mas é fato que há uma capacidade de reação em cada um de nós, bem definido pelos instintos.

Um estímulo que provoca o desdobramento de um instinto, possui valor afetivo próprio e se transforma facilmente em emoção, alegria, medo ou cólera, e libera uma energia que transita pelas vias nervosas do corpo humano.

As atividades espontâneas comportam um certo grau de adaptação às circunstâncias, são agilidades integradas. E, quanto mais desenvolvidas são as funções espirituais, mais se manifesta uma flexibilidade adaptável.

Se um homem vê uma mulher ou uma mulher vê um homem, sua aparência lhe provoca interesse, uma emoção agradável, e isso lhe desperta um desejo, é por que o estímulo produziu uma sensação espontânea. Esse estímulo desperta uma tendência.

Ao regular os pensamentos, orientando as atitudes, equilibram-se as funções apaixonadas e os processos intervêm constantemente no conjunto de nossas vidas, até nas formas espirituais m
is elevadas, e agem sobre a percepção, sobre a memória, sobre o próprio raciocínio. Quando nos esforçamos para equilibrar os elementos apaixonados do coração, somos levados a encarar, como tais, complexos completamente enlouquecidos de sentimentos, cujas variedades se adaptam com flexibilidade a inúmeras situações.

No decorrer da vida, a afetividade se enriquece, materializa-se e se apura. Ela se desenvolve num conjunto de sentimentos e tendências inteiramente complexo, porém, cada vez mais carinhoso.

Citamos atitudes e condutas por nomes específicos, que despertam, frequentemente, em nós, reações de conhecimento interno, mas que, principalmente, nos lembram experiências perceptivas e nos permitem compreender e prever o comportamento das pessoas mais próximas.

Conhecemos, assim, os sentimentos e as atitudes de amor próprio, orgulho, triunfo, desprezo, ódio, condescendência, piedade, e ainda, de humildade, pudor, vergonha, timidez, respeito, admiração, inveja e reconhecimento. Sem esquecer da simpatia, cordialidade, ternura, amor, e outros.

Todas as formas de atitude humana que vêm espontaneamente, em larga escala, os próprios instintos, correspondem a alguma tendência que demonstra a influência estimulante de um processo apaixonado e complexo de um sentimento, com diferentes comportamentos individuais, decorrentes da natureza das emoções íntimas e profundas. Mas o conhecimento espiritual, a previsão das consequências, confundirá a antecipação perceptiva do fim, o desejo do resultado, a força da paixão que proporciona impulsionar o comportamento humano.

Existe uma influência direta nas atividades de que nós somos testemunha. Há uma tendência geral à imitação. Verifica-se, no meio social, o contágio de sentimentos, de atitudes e de atos. Esse contágio desempenha uma função importante na educação espontânea, realizada pelo meio, onde se desenvolvem as atividades que conduzem a experiências agradáveis. Basta um acordo entre as atividades e os sentimentos para produzir a satisfação.
Espontânea ou dirigida, a educação vem, assim, a reprimir certas tendências naturais. Acontecerão, como consequência, conflitos entre instintos, particularmente entre o instinto sexual e o instinto conservador.

São compreensíveis certas tendências e sentimentos excitantes em todos os animais, incluindo, aí, o homem. O canto, a dança, os enfeites, a sedução, são uma introdução para união s ...

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