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Céu e nuvens

Matéria: 10 Doenças espiritualmente transmissíveis - Parte 2 de 3 - Motivações Confusas

Autor - Fonte: Eliana Kruschewsky

Motivações Confusas: Embora o nosso desejo de crescer seja genuíno e puro, muitas vezes ele se confunde com motivações menores, incluindo o desejo de ser amado, o desejo de pertencer, a necessidade de preencher nosso vazio interno, a crença de que o caminho espiritual removerá o nosso sofrimento e ambição espiritual, o desejo de ser especial, de ser melhor do que, para ser o único.

Esta é uma verdade, percebi muitos adentrando ou aderindo a uma prática pelo desejo de ali ser aceito. Existem vários tipos de práticas que têm seu perfil e as pessoas que se identificam com aquele perfil aderem àquela prática para que sejam aceitas como são, não correndo o risco de quererem mudá-lo. Ou seja, esta pessoa procura uma evolução espiritual, mas não aceita que sua forma de ver a vida seja alterada pelo simples fato de que ele se sente bem assim e quer continuar assim. Então ele procura ser especial ali naquela prática, mas sem abandonar os condicionamentos mentalistas que adquiriu nesta ou em outras vidas. Logo, não haverá evolução espiritual e sim participação dele em um time que joga como ele. Para ilustrar, vou criar aqui uma prática: GRUPO ESPIRITUAL DOS PORTADORES DE UNHAS LONGAS. Oras, se eu tenho unhas longas e acho o máximo, irei particiapr deste grupo pois lá estarei entre meus semelhantes. Com certeza as práticas que lá adotarem serão em prol da manutenção das unhas longas e não em prol do crecimento espiritual que não tem nada a v r com as unhas longas.Outro comportamento é quando a pessoa para esconder, camuflar ou mesmo mostrar que está certo, adentra em uma prática para mostrar à sociedade que ele está salvo e os demais não, mas não quer mudar sua forma de pensar e sentir diante da vida. Estes até estudam muito a doutrina para provar que é conhecedor, mas não a pratica.

Identificando-se com Experiências Espirituais: Nesta doença, o ego se identifica com a nossa experiência espiritual e a toma como sua própria, e nós começamos a acreditar que estamos incorporando insights e idéias que surgiram dentro de nós em determinados momentos. Na maioria dos casos, isso não dura indefinidamente, embora tenda a perdurar por longos períodos de tempo para aqueles que se julgam iluminados e / ou que trabalham como professores espirituais.

Este parágrafo tem um pouco do anterior na questão da identificação egóica. Esta prática acontece em locais onde existem muitos testemunhos expostos para o grupo. A vida nos apresenta ensinamentos os quais são únicos a cada um de nós, porém o que importa não é o fato ocorrido e sim o aprendizados que adquirimos e passar o aprendizado sem citar o fato é algo saudável, pois pode ajudar muitas pessoas dentro de seus processos individuais. Relatar os fatos que nos ocorreram atrairá pessoas que se identificam com tais fatos que também aconteceram com ele e ali ficam remoendo os fatos e não o aprendizado. Esta prática atrai pessoas pelo ego por similaridade de fatos e não por crescimento espiritual. Os insigths que a autora citou perfeitamente, ocorrem dentro dos fatos vividos e não do aprendizado adquirido, logo um ciclo vicioso se forma e a busca por mais testemunhos, ficando incontrolável como se fosse um vício para quem busca e um alívio para quem fala de si mesmo, para quem relata os detalhes particulares de seus fatos individuais. E assim se sentem bem vindos ao grupo.

O Ego Espiritualizado: Essa doença ocorre quando a própria estrutura da personalidade egóica se torna profundamente integrada com conceitos espirituais e idéias. O resultado é uma estrutura egóica, que é à prova de bala. Quando o ego se torna espiritualizado, somos invulneráveis a ajudar, uma nova entrada, ou comentários construtivos. Nos tornamos seres humanos e impenetráveis e estamos tolhidos em nosso crescimento espiritual, tudo em nome da espiritualidade.

Neste parágrafo, a autora expõe muito bem a forma como as pessoas querem a espiritualidade como se fosse uma lei, mas tudo em nome da espiritualidade. Acontece muito em comunidades fechadas, onde, para participar, os membros têm que ser selecionados através de seus egos. Assim se sentem protegidos em templos, sinagogas, etc. Longe do mundano e em comunhão com outros que sigam uma lei ditada pela espiritualidade do grupo e assim se isolam, se fecham a novas abordagens e se acham os donos da verdade absoluta. Um ser espiritualizado , em crescente evolução, a pratica no convívio com a diversidade. Segundo Robert Rappé – Filósofo e pesquisador, estamos aqui para nos integramos uns aos outros e assim se processar a espiritualidade e o crescimento espiritual o que não aconteceria se vivêssemos em grupos fechados imunes aos seres mundanos o que seria uma forma de discriminação e separativismo político/espiritual. E a maioria das práticas procuram novos adeptos para que se reforcem ou reforcem a autoridade de um mestre encarnado e nomeado para...

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