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O que buscamos da vida

Matéria: O que buscamos da vida

Autor - Fonte: Flávio Bastos

No início do terceiro milênio, quando as transformações começam a ocorrer em ritmo acelerado em praticamente todas as áreas do conhecimento humano, a visão do inconsciente aprofunda-se, avançando ao encontro do homem não visto mais como um ser fragmentado, mas concebido na sua totalidade bio-psico-sócio-espiritual.

Bio de vida que expressa-se na teia vital em que o homem é apenas um fio nessa magnífica estrutura cósmica. Psico, que é a forma como o ser inteligente, através de suas disposições psíquicas e mentais próprias, comporta-se na interação consigo mesmo e com o outro. Sócio, na forma como o homem, ao depender de grupos humanos para sobreviver e dar continuidade à espécie, relaciona-se com esses mesmos grupos. E, por fim, Espiritual, que significa sentir, permitindo a livre expressão do transcendental inerente à sua natureza humana.

A ecologia de todos os níveis da grande teia da vida, ao longo dos milênios, têm mostrado ao homem o sentido da harmonia natural, ou seja, que todos os seres vivos são vocacionados para a busca do equilíbrio e que para o ser humano dotado de inteligência, essa busca significa a conquista da estabilidade no contexto bio-psico-sócio-espiritual.

Por isso que quando nos desviamos da linha (lei) natural do equilíbrio que encontra-se registrada em nossa consciência, sentimo-nos desorientados e até perdidos na grande escola da vida. Desarmonizados, começamos a somatizar doenças de fundo emocional que a abam por refletir no físico e no psíquico, causando-nos transtornos em sequência e reduzindo o nível de qualidade de vida.

Nesse momento é imprescindível que tenhamos a percepção de que para recuperarmos a qualidade de vida perdida, ou jamais conquistada, precisaremos de ajuda especializada que possa, terapeuticamente, trabalhar conosco a possibilidade de (re)encontrarmos o ponto de equilíbrio fundamental à sensação de bem-estar e paz interior a qual buscamos para as nossas vidas.

A busca do equilíbrio, portanto, é o sentido de vida saudável, porque não somos seres voltados para vivermos, indefinidamente, na "travessia da corda bamba". Os altos e baixos da vida fazem parte da experiência humana e até do nosso crescimento pessoal. No entanto, geralmente, é após um tropeço e uma queda que levantamos mais atentos e lúcidos às armadilhas do caminho. E a redução da alternância cíclica entre as oscilações da nossa experiência vital, faz parte da estratégia de crescimento. Caso contrário, tenderemos a permanecer num ciclo vicioso sem perspectiva de saída.

A psicoterapia na perspectiva da abordagem interdimensional, ao tratar a pessoa na visão da sua totalidade, procura resgatar para a vida saudável esse indivíduo muitas vezes perdido nessa confusão de valores e perda de referenciais que tornou-se a sua existência.

A doença, o desequilíbrio é somente a ponta do iceberg. Precisa-se investigar a fundo o que encontra-se abaixo do nível dos sintomas, ou seja, a causa (ou causas) que originou tal patologia. Quanto mais o indivíduo for perceptivo em relação a si mesmo e em relação às realidades que o circundam, mais elevado será o seu nível de autoconhecimento. E quando falamos de autoconhecimento, estamos nos referindo ao indivíduo estar plenamente cônscio do direito de poder expressar o seu potencial inerente à sua condição humana direcionada para a evolução.

Psicanalista Clínico e Interdimensional
www.flaviobastos.com


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