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O que sabemos sobre a verdade

Matéria: O que sabemos sobre a verdade

Autor - Fonte: Flávio Bastos

Escrever sobre a verdade é fazer um exercício de reflexão sobre probabilidades e improbabilidades de uma análise que procura direcionar o raciocínio para a transparência, para o lúcido e para o "real" sob a ótica da ética humana.

Se a ciência está evoluindo para a transcendência do espírito em busca de respostas do mistério da vida, as ciências da saúde mental - psicologia, psiquiatria e psicanálise - por exercerem funções primordiais neste contexto, obrigam-se, sem abdicarem do conhecimento até então adquirido, a darem o exemplo dando um passo à frente no sentido da investigação do inconsciente humano de uma forma mais profunda e ampla.

Sabemos, pelas religiões que pregam a teoria reencarnacionista, que não existe a "apropriação da verdade". No entanto, sabemos que a verdade existe e que poderá estar próxima ou distante de nós, dependendo, única e exclusivamente, da condição consciencial que representa a nossa situação evolutiva.

Nos dias atuais, na ânsia de tentarmos associar a ciência à religião, forçamos a criação de um novo paradigma que, na verdade, por não ser obra acabada ainda não existe, existindo apenas o esboço de uma obra que flui conforme o seu ritmo natural.

Sobre a possibilidade de coexistência entre ciência e religião sob o ponto de vista científico, trazemos como contribuição para esta análise, o depoimento de três físicos: Marcelo Gleiser, Carl Sagan e Albert Einstein. Iniciamos pela objetiv resposta do cientista "pop" Marcelo Gleiser: "Sem dúvida, basta que cada um aceite suas limitações e áreas de atuação. O conflito existe quando a ciência tenta agir como religião ou quando a religião tenta agir como ciência. As duas servem a propósitos diferentes, no máximo complementares, nunca mutuamente excludentes".

Continuamos com o subjetivo depoimento de Carl Sagan: "A abertura de um futuro brilhante funciona quase que com certeza no total funcionamento do neocortéx - razão aliada à intuição e com os componentes límbicos e do complexo R, sem dúvida, mas não obstante razão: uma intrépida labuta através do mundo como ele é". E prossegue Sagan, descrevendo a sua visão: "Somos uma civilização científica. Isso significa uma civilização na qual o conhecimento e sua integridade são cruciais. Ciência é apenas uma palavra latina que significa conhecimento... [...] O conhecimento é o nosso destino".

Concluímos com o dialético depoimento de Albert Einstein: "A expressão "verdade científica" não se explica facilmente por uma palavra exata. A significação da palavra verdade varia tanto, quer se trate de uma experiência pessoal, de uma proposição matemática ou de uma teoria de ciência experimental. Então, não posso absolutamente traduzir em linguagem clara a expressão "verdade religiosa". E continua Einstein, com seu raciocínio: "Por despertar a idéia de casualidade e de síntese, a pesquisa científica pode fazer regredir a superstição. Reconheçamos, no entanto, na base de todo o trabalho científico de alguma envergadura, uma convicção bem comparável ao sentimento religioso, porque aceita um mundo baseado na razão, um mundo inteligível! Esta convicção, ligada ao sentimento profundo de uma razão superior, desvendando-se no mundo da experiência, traduz para mim a idéia de Deus".

O médium e a mediunidade, por reunirem características tipológica e "sintomatológica" específicas, necessitam de aprofundado estudo por parte das ciências do comportamento humano. A aceitação desta realidade científica, implicará em fator fundamental para a construção do novo paradigma científico-religioso. Porém, enquanto isso não acontece, sabemos que a mediunidade é uma ponte de comunicação entre duas dimensões e que o médium é o intrumento deste intercâmbio. É através do exercício da mediunidade equilibrada que temos, através de mensagens que chegam pela psicografia, psicofonia e intuição, as noções que nos levam a entender um pouco do significado da verdade divina.

Sabemos, pela experiência mediúnica, que a verdade está relacionada às leis divinas que regem a harmonia do universo, e que estas leis são absolutamente justas para todos os seres. Por isso, sabemos que não existem "seres iluminados" entre nós, mas seres que buscam ou buscaram através da prática e cumprimento destas leis, a verdade da iluminação. Sabemos também que não existem em ciências, teorias perfeitas e acabadas, mas sim, teorias em constante mutação, porque o nosso nível evolutivo é o "espelho" da nossa realidade existencial coletiva e individual.

Enquanto o novo paradigma científico-religioso não for uma afirmação que efetivamente associe e "oficialize" estes conhecimentos, permaneceremos com visões diferenciadas e distorcidas da verdade divina que somente os médiuns em exercício equilibrado de suas faculdades mediúnicas, percebem. Até lá, resta-nos acompanha...

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