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Matéria: Fora da casinha

Autor - Fonte: Flávio Bastos

Estar fora da casinha é estar livre para pesquisar e conhecer a vida em toda a sua simplicidade-complexidade. É não se sentir mais enquadrado entre"quatro paredes e possuir somente uma ótica, um distorcido ângulo de visão existencial neste planeta. É não acomodar-se.

Estar fora da casinha é vivenciar e aumentar seu grau de percepção e compreensão de como a natureza humana enxerga o seu "estar" nesta passageira e cíclica realidade material e corpórea.

Qual a ótica de vida do excluído da sociedade? Do mendigo, do índio civilizado ou do esquizofrênico, por exemplo?

Se eu estiver dentro da casinha, portanto fechado e na minha, estarei em condições de me colocar no lugar do "outro" e tentar, terapêuticamente falando, verdadeiramente ajudá-lo?

Estar fora da casinha é ir atrás, é buscar o conhecimento que os livros de psicologia ou psiquiatria não nos mostram. É dar um passo à frente e caminhar além do limitado horizonte de nossas visões. É ver o outro além das nossas percepções sensoriais.

Estar fora da casinha é abrir-se para a linguagem do coração e conectar-se com a divindade que existe em nós e no outro, estabelecendo este elo de ligação. É compreendê-lo muito além da leitura e interpretação técnico-científica de seu perfil psicológico e ter o discernimento e a clareza necessária para perceber a origem dos males que o afligem.

Estar fora da casinha, para o profissional da saúde mental, é perceber-se, é situa -se em sua dimensão consciencial de natureza espiritual. É, acima de tudo, autoconhecer-se na sua forma mais autenticamente original e profunda. É libertar-se de "amarras" convencionais que o limitam na possibilidade e perpectiva enriquecedora de novos conhecimentos.

Estar fora da casinha é ter a coragem suficiente de assumir a condição de "diferente" neste contexto e ter a consciência de que, com sua atitude, está deixando de ser indiferente...

Sair fora da casinha, portanto, é ir em busca da exata percepção de autocentralidade, e, a partir desta experiência única, começar a libertar-se de preconceitos e visualizar um universo psicológico mais livre de condicionamentos acadêmicos e enxergar o paciente com os olhos da semelhança e originalidade divina.

"Onde há dúvida, há liberdade"
Provérbio latino

Psicanalista Clínico e Psicoterapeuta Reencarnacionista.


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