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crise de esquizofrenia

Matéria: Uma Luz sobre a Esquizofrenia

Autor - Fonte: Flávio Bastos

A Associação Americana de Psiquiatria define a esquizofrenia como um grave distúrbio emocional de nível psicótico profundo, caracterizado por uma fuga da realidade com produção de delírios, alucinações, desarmonia e conduta regressiva.

Nos últimos anos, atendendo pacientes com esse "distúrbio mental" confirmado por diagnósticos médicos e com histórico de tratamento químico-psiquiátrico, consigo, hoje, chegar às minhas próprias conclusões sobre o significado do tema que abre este artigo. Com esta certeza, convido os leitores a chegarem também às suas próprias conclusões e que esta abordagem de caso possa servir como alavanca para tal processo de entendimento.

Tomo a liberdade, portanto, de descrever uma experiência que foi para mim altamente significativa sob o ponto de vista de perceber uma outra visão, um "outro olhar" sob e sobre o estigma e o preconceito que esta "patologia" provoca na sociedade humana.

O objetivo desta apresentação de caso não passa pela crítica aos métodos convencionais de tratamento da esquizofrenia - até porque nos encontramos no mesmo "barco" - mas sim, pela ânsia científica de encontrar mais um feixe de luz que ilumine o caminho em busca da cura do paciente esquizofrênico.

Paciente: L.O.
Idade: 43 anos
Sexo: feminino
1° surto: aos 23 anos, após um acidente de moto e uma crise de depressão.

A paciente chegou pela primeira vez ao meu consultório acompanhada da mãe. Após ouvir L.O. separadament
, ouvi também sua mãe que confirmou o breve relato histórico da doença da filha. Embora L.O. tivesse acompanhamento psiquiátrico uma vez por mês e viesse sendo químicamente tratada, apresentava visíveis sinais da enfermidade: confusão mental, alucinações auditiva e visual, depressão leve, etc..

A partir da 2a. consulta começamos o trabalho baseado na análise e na interpretação do que L.O. ouvia, ou seja, começamos a trabalhar o conteúdo das "vozes" que normalmente ou a ameaçavam ou a ridicularizavam, como por exemplo: "Tu nunca irás te curar!", ou quando ela chegou em casa após uma consulta: "O Dr. estava rindo do que tu disseste. Tu não percebeste?". Entre várias outras...

E assim seguiu o tratamento; com o estabelecimento de vínculos de confiança com o terapeuta, a paciente começou a elaborar criticamente o conteúdo dessas vozes e os seus respectivos significados no cotidiano de sua vida. E começou a reagir. Paralelamente a isto, ela fora encaminhada a um Centro Espírita, onde, constatada a obsessão espiritual, fazia duas vezes por semana um tratamento de fluidoterapia e de desobsessão. Como terceira frente de tratamento, importante e imprescindível sob o ponto de vista energético-sutil, o tratamento floral que trabalha a nível de sentimentos, pensamentos fixos e emoções recalcadas da pessoa.

Então, através destas quatro frentes - psicoterapia desta vida, psicoterapia reeencarnacionista (fazendo as conexões necessárias); a terapêutica espírita e o tratamento floral - passados dois meses e meio de encontros semanais, L.O. apresentava visíveis sinais de evolução em comparação ao seu quadro clínico original: melhora da auto-estima, da aparência e da auto-confiança, pois começou a vir sozinha para as consultas, dispensando o acompanhamento da mãe.

Passados três meses de acompanhamento psicoterápico, L.O. já falava em voltar a trabalhar (já estava tratando disso) e iniciara, por iniciativa própria, um programa de caminhadas semanais. O nível de contato social melhorara consideravelmente. Começava a se sentir como nunca havia se sentido.

Finalizando, o tratamento de L.O. assim como o dos demais seres humanos "esquizofrênicos" em que tive o prazer de trabalhar no atendimento consultorial, foi alicerçado na firme aposta de um planejamento que propiciasse melhoria no padrão vibratório e no nível de qualidade de vida desses irmãos. E essa meta foi perseguida com muita fé e apostando nos resultados finais.


Psicanalista Clínico e Reencarnacionista.
Visite meu Site, clique no link: www.flaviobastos.com


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