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Voar no limite improvável

Matéria: Voar no limite improvável

Autor - Fonte: Helena Gerenstadt
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Estava vendo o clássico Dumbo, quando uma sequência me disse: senta aqui e pense.

Trata-se da sequência em que Tímóteo e os corvos, tendo descoberto que Dumbo conseguia voar, tentam convencer o elefantinho a fazê-lo. Um dos corvos, oferece a Timóteo uma de suas penas, recém arrancada, mandando que a dê a Dumbo. Se Dumbo segurasse a pena mágica poderia voar. Como Dumbo sabia que a pena era mágica, voou. A magia da pena transcendeu os limites impostos pelo sistema de crenças do Dumbo que lhe dizia que elefantinhos não voam.

Adoro esta história... sempre gostei muito dela. Mas, somente no domingo, percebi este momento que me permitiu lembrar que nossos sistemas de crenças podem ser transformados e que, sim, apesar de todos saberem que elefantinhos não voam, podemos voar. Podemos voar como Dumbo, como Fernão. Podemos navegar como os navegadores antigos. Podemos, livres das crenças que achamos que nos definem, mas têm a função de nos limitar, tornar-nos iguais ao bando, "voar no limite improvável, tocar o inacessível chão".

Na história de Dumbo, o papel de Timóteo é mais do que o de um amigo do herói. Timóteo é um Mentor. Aliás, um ótimo mentor que descobre a "pena" certa capaz de tirar os pés de Dumbo do chão e levá-lo às alturas. Este é o grande papel dos mentores: achar a pena certa, instigar seus elefantinhos a voar. Pois , afinal, todos sabemos que "impossível não há!"

Voemos pois!

"Nosso Cosmo, no fundo, não é senão
o lento nascimento de uma consciência universal".
(Teilhard de Chardin )

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