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Gnose

Matéria: Gnose é o substantivo do verbo gignósko

Autor - Fonte: Samael Aun Weor

Significa conhecer. Gnose é conhecimento superior, interno, espiritual, iniciático. No grego clássico e no grego popular, koiné, seu signi-ficado é semelhante ao da palavra epistéme.

Em filosofia,... epistéme significa "conhecimento científico" em oposição a "opinião", enquanto gnôsis significa conhecimento em oposição a "ignorância", chamada de ágnoia.

A gnose é um conhecimento que brota do coração de forma misteriosa e intuitiva. É a busca do
conhecimento, não o conhecimento intelectual, mas aquele conhecimento que dá sentido à vida humana,
que a torna plena de significado porque permite o encontro do homem com sua Essência Eterna e
maravilhosa.

O objeto do conhecimento da Gnose é Deus, ou tudo o que deriva dEle. Toda gnose parte da aceitação
firme na existência de um Deus absolutamente transcendente, existência que não necessita ser
demonstrada. "Conhecer" significa ser e atuar, na medida do possível ao ser humano, no âmbito do
divino. Por isso, "conhecer" implica a salvação de todo o mal (Ego) em que possa estar imerso o
homem que venha a possuir esse "conhecimento".

Gnose é ao mesmo um conceito religioso e psicológico, além de científico, filosófico e artístico. A
partir desta visão, o significado da vida aparece como uma transformação e uma visão interior, um
processo ligado ao que hoje se conhece como psicologia profunda.

O desejo e as tentativas de conseguir amor e felicidade são a saudade
inesgotável do Pleroma, ou
seja, da Plenitude do Ser, que é o verdadeiro lar da alma. O desejo desse "conhecimento" é uma
nostalgia das origens e procede de um original anelo humano de alcançar a Unidade, do desejo
natural, perene e universal, de fusão do homem com o Ser, do qual acredita ter sido originado.

A Gnose é o comportamento religioso que traduz esta profunda e dolorosa sensação que sentem os
homens e mulheres pela separação dos pólos humano e divino. É, no fundo, uma tentativa de
compreensão das relações entre o homem e a divindade.

Para Jung, muitos gnósticos nada mais eram do que psicólogos. "A gnose é, indu-bitavelmente, um
conhecimento psicológico, cujos conteúdos provêm do inconsciente. Ela chegou às suas percepções
através de uma concentração da atenção sobre o chamado "fator subjetivo" que consiste,
empiricamente, na ação demonstrável do inconsciente sobre a consciência. Assim se explica o
surpreendente paralelismo da simbologia gnóstica com os resultados a que chegou a psicologia
profunda". MAGIA

MAGIA

Dois tipos de magia são discriminados pelos estudiosos de todas as épocas: a Alta Magia e a Baixa
Magia. Jamais devem ser confundidas com magia negra ou magia branca, que se tratam de tipos de magia
arbitrariamente designados como tal pela idiossincrasia da moral de quem as trata assim.

A Baixa Magia seria a magia de cunho terrestre, geralmente pagã (na acepção étimo-lógica original da
palavra: "do campo" e não como posteriormente adotada "não Cris-tão") é baseada no desregramento dos
sentidos. É baseada na carne, na terra, no suor, no sangue. É o tipo de ritual praticado pelas
tribos ditas "primitivas" e pelos cultos afro-americanos em geral.

A Alta Magia seria a magia do controle, a magia do domínio da realidade pelo homem. É um tipo de
magia intelectualizada e fria, baseada no "puro espírito", ou melhor, na separação platônica da
carne e do espírito. O Mago escraviza entidades, ordena coisas, e para tal tem que ser controlado
tanto por dentro quanto por fora. O Mago Cerimonial (de Alta Magia) é um sujeito que pratica a
abstinência dos prazeres corporais, pois só pode dominar o macrocosmo se seu microcosmo estiver
dominado. A missa é um exemplo de ritual de Alta Magia, no sentido de que o padre prega, faz sermão,
amedronta os outros participantes do ritual. Eles comem a carne e bebem o sangue de cristo
(resquício pag ...

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