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As Leis Espirituais A Lei da polaridade

Matéria: As Leis Espirituais A Lei da polaridade

Autor - Fonte: Ivan Maia Fernandes

Este é um tema que me encanta, motivo de muito estudo e meditação. Quais as origens das Leis Espirituais? Que pessoas ou mestres foram os “canais” das “fontes superiores” que nos agraciaram com estes maravilhosos balizadores de conduta para a jornada no planeta Terra? Qual a sua importância para a nossa vida?

A maioria de nós já seguiu ou segue alguma religião. Todas têm as suas regras, crenças, rituais, dogmas, ensinamentos, filosofias de vida, práticas etc. O objetivo é efetuar o “religare” com o divino, ou reeleger, de novo, a Deus. De uma ou outra forma, todas pregam um conjunto de normas de conduta que devem ser seguidas pelos fiéis. Devemos então ser temerosos? Não cumprir as práticas religiosas implica num ”afastamento de Deus”? Existirá um “juízo final”, uma espécie de tribunal, de julgamento, após a nossa morte, cobrando-nos o não cumprimento dessas normas? Afinal, onde está a verdade?

Vamos passear pelo imenso universo das leis e ensinamentos espirituais? Os Vedas, o Alcorão, o Velho e o Novo Testamento, o Caibalion, os Mestres, a Hierarquia Espiritual, a I Am University, o Curso em Milagres, cientistas quânticos, entre tantos outros, podem ser considerados veículos, canais, ou melhor, tradutores dessas Leis.

De acordo com Hermes Trimegisto:
"Tudo é duplo, tudo em pólos, tem o seu oposto, seu par contrário, o igual e o diferente são a mesma coisa; os opostos são idênticos em natureza, só diferem em grau, s extremos se tocam, todas as verdades são meias-verdades, todos os paradoxos podem ser reconciliados. O bem e o mal, o frio e o calor, a inteligência e a ignorância, tudo é igual. É só uma questão de graus a mais ou a menos. Tudo existe e não existe ao mesmo tempo, há dois lados de tudo, todo verso tem o seu reverso, bem e mal são a mesma coisa, apenas um é menos mal e o outro é menos bem. O baixo não passa de menos alto, basta dizer que uma pessoa de determinada raça é mais baixa (pigmeus) e outras, de outras raças, têm média mais alta."

Este ensinamento chama-se a “Lei da Polaridade”. É um dos Princípios Herméticos, que são baseados nas leis da natureza. Foi extraído do Caibalion, que deu origem à filosofia hermética, escrito por Hermes Trimegisto. Caibalion em hebraico significa tradição, isto é, preceito manifestado por um ser superior. Daí também se origina a palavra Cabala. Porque escolhi logo este para iniciar a série? Para garantir certa dose de relatividade a tudo o que será apresentado. Tirar um pouco do peso. Mostrar a importância do equilíbrio em nossas vidas. “O bem e o mal, o frio e o calor, a inteligência e a ignorância, tudo é igual.” Isto mesmo! O semelhante e o dessemelhante são a mesma coisa! É só uma questão de graduação. Uma temperatura de 20 graus no Nordeste brasileiro pode ser sentida como frio por seus habitantes, enquanto que, para um morador de uma cidade da serra gaúcha, não passa de um calorão! Na verdade, frio e calor é apenas interpretação, sensação de temperatura. A dualidade, a polaridade, está presente em tudo. Onde há Luz, consequentemente há sombra. Como sabermos se algo é bom ou ruim sem compararmos com outros da mesma categoria?

Em Astrologia usa-se o conceito de polaridade para interpretar um mapa. Os signos e as casas astrais polarizam com seus opostos. Então, se você é mais ligado à família (Câncer), será menos à Carreira Profissional (Capricórnio). Outro exemplo: Se você olha muito para si mesmo, e se coloca sempre em primeiro lugar (Áries), negligenciará o outro e os relacionamentos (Libra). E assim por diante com os demais signos, que nada mais são do que tipos de energias, que todos devemos expressar, de maneira equilibrada, ao longo da vida.

O princípio do Yin e do Yang diz que apesar de representarem opostos são na verdade complementares e não antagonizantes. No Taoísmo, na YOGA, no I CHING, no FENG SHUI e outras teorias de origem chinesa, busca-se o estabelecimento do equilíbrio, da harmonia, como forma de tratar, curar e resolver problemas e doenças. O famoso símbolo do TAO, o diagrama do Taiji Tu, o círculo dividido ao meio por uma linha sinuosa, uma parte branca e a outra preta, ambas contendo em seu interior um pequeno círculo da cor oposta, representa bem esta idéia, porque mostra a existência de uma dinâmica, de uma interação, de um movimento cíclico entre forças opostas.

Fritjof Capra, em “O Tao da Física”, explica que: “O yang retorna ciclicamente ao seu início, o yin atinge seu apogeu e cede lugar ao yang. Os dois pontos do diagrama simbolizam a idéia de que toda vez que cada uma das forças atinge o seu ponto extremo, manifesta dentro de si a semente do seu oposto.”

Joshua David Stone defende a idéia de buscarmos a Ascensão Integrada de Consciência Prismática de Espectro Pleno, respeitando o ponto de equilíbrio único de cada pessoa. Não adianta evoluir...

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